sábado, 4 de junho de 2022

NEM SEMPRE O CHAMADO ZÉ GOTEIRA POSSUI MÁS INTENÇÕES

Hoje preciso falar sobre um comportamento repulsivo que tenho notado em grupos de "Maçonaria" em que participo no "Facebook" com pessoas que se dizem interessadas em conhecer e aprender o que é "Maçonaria". Não tenho certeza se esse comportamento é típico de brasileiros ou hoje em dias TODOS os que se dizem maçons agem dessa forma. Em primeiro lugar quero deixar bem claro para essas pessoas que estão interessadas em conhecer a "Maçonaria" que hoje em dia, pelo que tenho notado já não é mais o que era ou deveria ser, hoje "Maçonaria" se tornou um "Clube Do Bolinha", ou sempre foi e eu mesmo não havia notado. Vamos então, deixando de lado o "Clube Do Bolinha", nos aprofundar nos "Estudos Avançados" dos princípios que devem ser seguidos não somente por maçons, mas por todos que desejam "Evoluir e Crescer" espiritualmente, emocionalmente e moralmente. As pessoas curiosamente fazem perguntas nos grupos e dizem ter vontade de fazer parte da Ordem, sempre existe algum "ignorante" no grupo que chama essas pessoas de "Goteira". Um termo muito comum e curioso, no linguajar maçônico, é o "Goteira", servindo para identificar o "Não-Maçom", porém, essas pessoas que estão dizendo que possuem interesse em conhecer a "Maçonaria" não estão fazendo por maldade e nem tão pouco estão dizendo ser o que, na mente dos agressores morais, o que pensam que não são. 

Pelo que sei, essas pessoas que possuem interesse, podem ser chamadas de "Pedra Bruta", que possuem interesse de serem "Lapidadas" e se tornarem "Lindos Diamantes", mas essas pessoas não sabem que hoje em dia, com o avanço da tecnologia e a "Internet", fazer parte de um "Clube Do Bolinha" não se faz mais necessário. Basta saber o quê pesquisar, estudar e por em pratica certas coisas, deixo logo de início um conselho para essas pessoas interessadas pesquisarem em sites estrangeiros, que por sinal, diferentemente do Brasil, os maçons NÃO são tão "Egoístas" e compartilham com TODOS seus conhecimentos. Deixando de lado as indiferenças vamos então partir para a área informativa da nossa matéria... Desde a Antiguidade, as escolas de ofícios, portadoras dos "Segredos De Sua Arte", resguardavam-se de intrusos, que tentavam, ilegalmente, beneficiar-se dos direitos restritos aos membros daquelas classes organizadas, (no nosso caso dos grupos do "Facebook", as pessoas estão interessadas em aprender). Há relatos de que, no "Antigo Egito", muito antes da "Maçonaria" se estabelecer em suas "Lojas De Ofício", existiam diversas outras "Ordens", detentoras dos "Mistérios Da Construção" - "Medidas Canônicas", transmitidas através da "Geometria Sagrada", aos iniciados que já se utilizavam de sinais, toques e palavras para a identificação de seus membros, a fim de preservar seus segredos.

Cadeira De Tortura

Tais "Curiosos e Vantagistas", segundo o pensamento de alguns maçons, existem até os dias de hoje, e entre os maçons brasileiros (principalmente), são tratados pela alcunha de "Goteira". Alguns autores mais imaginativos alegam que sua origem remonta aos tempos em que os maçons, a fim de se esconderem da perseguição dos "Inquisitores", reuniam-se, às escondidas, em cavernas, e quando um curioso tentava se infiltrar no grupo, era colocado embaixo da goteira de uma estalactite, onde permanecia de castigo. É fato notório que, ainda hoje, nos rituais da atual "Maçonaria", antes da "Abertura Dos Trabalhos", a primeira providência é a de se certificar da segurança do "Templo", cabendo ao Ir.'.Cobr.'.Ext.'. a proteção do "Templo" contra as indiscrições profanas. Somente, após este ato, que se declara que o "Templo" está coberto (mas isso NÃO passa apenas de um ritual). Ao Ir.'.Cobr.'.Ext.'., cabe fazer o "Telhamento" em todos os visitantes, que pedirem ingresso, a fim de não permitir a entrada de intrusos, os chamados "Goteiras". O termo "Telhamento", quando executado pelo Ir.'.Cobr.'.Ext.'., é um ato constituído por perguntas e respostas, com a finalidade de se certificar se o visitante, de fato, é um maçom, aferindo-se o seu grau maçônico, sendo necessário que o visitante possua as respostas na íntegra e de memória, além do mesmo ter que comprovar sua regularidade através de seus documentos maçônicos. Ainda, existe muitos maçons que, erroneamente, utiliza-se, para esse ato, do termo "Trolhamento". O termo "Trolhamento" está relacionado ao ato de se utilizar da "Trolha", ferramenta do pedreiro, conhecido em diversos lugares como "Colher De Pedreiro", usada pelo "Mestre", para corrigir as imperfeições da "Obra Executada" pelos "Aprendizes" e "Companheiros".

Nota: Nos países de língua inglesa (países desenvolvidos e educados), esse Ir.'. recebe o nome de "Tyler" (Telhador), que vem de "Tile" = telha; nos países de língua francesa, o de "Tulleur", oriundo de "tuile" = telha; nos de língua italiana "Tegolatore", que vem de "tegola" = telha).

Enfim, "Telhamento" é o ato de cobrir uma construção com telhas, a fim de protegê-la da chuva, das goteiras. Portanto, somente, após ser certificado quanto à segurança do "Templo", ou seja, ser declarado que o "Templo" está coberto, é que os "Trabalhos Maçônicos" poderão ser abertos. Tudo isso evidencia o termo "Goteira", porém, ainda, não revela sua origem de fato. Em nossas pesquisas, estudando os tempos da "Maçonaria Operativa", deparamos com o termo "Cowan', que era utilizado para se distinguir o pedreiro comum, grosseiro, que não era conhecedor dos segredos da arte de construir, reservado, apenas, aos pedreiros formados e iniciados nos mistérios da construção. Tais pedreiros desqualificados, recebiam bem menos que os demais e tinham que se submeter a executar trabalhos de menor importância.

Obs.: Tá explicado porquê em determinadas empresas, alguns empregados, mesmo sendo ruim para trabalhar, possui um salário melhor do quê alguns que trabalham muito mais e possuem muita experiência no que faz. 😡

Iniciação Na Maçonaria

O termo "Cowan" não possui na língua inglesa um significado em si, e NÃO encontramos uma tradução literal para o português, por ter sido um termo utilizado, somente, entre os maçons da época, talvez, uma espécie de apelido maçônico, porém há quem diga que vem do escocês arcaico. Eventualmente, os "Cowans" tentavam se infiltrar no meio dos maçons de ofício, com o objetivo de tomar posse de seus conhecimentos e de se beneficiar das regalias de um pedreiro livre. Existem relatos sobre "Cowans" que tentavam se infiltrar no seio de uma "Loja Operativa", e quando descobertos, por castigo, eram surrados e colocados na chuva, ou na beira do telhado, embaixo de uma calha de chuva, até ficarem totalmente encharcados. Muitos afirmam que o cargo de Cob.'. Ext.'. (Telhador), nasceu da real necessidade de impossibilitar o acesso à "Loja" de tais sujeitos, e que fora criado no séc. XVIII, devido ao crescente assédio dos "Cowans" às "Lojas Maçônicas".

Na "Inglaterra", em outubro de 1730, o inglês "Samuel Prichard", um traidor da "Ordem", publicou em um jornal local, a íntegra de um "Ritual Maçônico". Não satisfeito, lançou o livro "Masonry Dissected" (Maçonaria Dissecada), revelando em detalhes a ritualística maçônica. Observa-se naquele ritual publicado, um trecho com as seguintes perguntas e respostas: "Onde tem assento os "Aprendizes" mais novos? R: No Norte!", "Qual é a sua função? R: Manter afastados todos os 'Cowans' e os 'Eavesdroppers' (bisbilhoteiros)". "Como deve ser castigado um 'Cowan' ou 'Eavesdroppers', se apanhado? R: Deve ser colocado debaixo do beiral, em dias de chuva, até que as goteiras a escorrer por seus ombros, saiam pelos seus sapatos". Fica muito evidente, portanto, que "Eavesdrop" é a água que cai em forma de gotas, que goteja, do beiral ou da calha de um telhado, ou seja, uma goteira. "Eavesdroper", em sua tradução literal significa "bisbilhoteiro", "intrometido", aquele que se mete em assuntos que não são de sua alçada; sujeito de curiosidade demasiada quanto a assuntos ou à vida de outrem. Termo que, em sua "Origem Inglesa", indica que essa pessoa ficava embaixo do beiral do telhado, do lado de fora da casa, para ouvir a conversa alheia. Provavelmente, isso tenha inspirado o castigo imposto aos "Cowans", de ficar com a cabeça na goteira da chuva, no beiral do telhado. Os termos "Cowan" e "Eavesdropper", embora pouco conhecidos de muitos maçons brasileiros, são os que mais se aproximam do termo que, hoje, utilizamo-nos para identificar aquela pessoa curiosa sobre os "Arcanos Da Ordem Maçônica", o "Goteira". Com isso, concluímos, salvo melhor juízo, derivarem desses termos sua origem, embora a prudência nos convida a não dar por esgotado o assunto.

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Meu ponto de vista... Estamos em pleno século XXI, essas frescuras de "segredos", "certas coisas proibidas" e "nem todo mundo pode saber"... Quem têm um pouco de sabedoria ou inteligência e conhecimento em navegar na Internet, saberá que hoje em dia é tão fácil ter acesso às coisas que antigamente eram proibidas. Você que têm curiosidade em saber o que acontece nessas reuniões secretas da "Maçonaria", eu lhe dou algumas dicas e se tens interesse comece a pesquisar e estudar essas coisas... Os maçons não realizam "Reuniões Secretas". Suas reuniões são como qualquer outro grupo não público, apenas para membros ou qualquer órgão de governo que esteja realizando uma reunião de comitê etc. Se o conselho de uma "Grande Empresa" realiza uma reunião privada, apenas os acionistas ou comitê/delegados podem participar. Ninguém chama isso de "Reunião Secreta". Ou o "Clube Do Bolinha": Apenas para membros!

Da mesma forma, os maçons realizam reuniões "regulares" (geralmente uma vez por mês) para conduzir seus negócios, que são abertos a todos os membros, incluindo visitantes certificados/reconhecidos por sua "Constituição Específica". Essas reuniões podem ser para iniciar novos membros, instalar um novo Venerável Mestre (Presidente), receber uma palestra sobre algum aspecto da natureza alegórica ou simbólica do ofício, ou simplesmente questões administrativas. Não há nada particularmente secreto nisso tudo, mas é apenas para aqueles iniciados em qualquer grau que esteja sendo mantido. Um E.'.A.'. (1º grau) não pode frequentar um C.'.F.'. (2º grau) até ter sido iniciado nele (e assim sucessivamente). Também é etiqueta maçônica para graus mais baixos não perguntar sobre os detalhes particulares de outros graus, mas esperar até que eles se unam ao que eles se candidatarem


Nota: Geralmente nessas reuniões, dependendo do grau dos participantes, ocorrem discussões sobre "Política" (quem eles irão escolher para ser o próximo prefeito da cidade), "Saúde" (reformas em hospitais, demissão e admissões de funcionários, compra de instrumentos carissimos e etc.), "Educação" (como deixar os alunos saírem da escola sem saber multiplicar, subtrair, dividir ou somar)... Ou negociações entre empresários para aumentar suas riquezas, criar sociedades, comprar ações ou vender e etc..

Depende do que a loja tem naquele mês em particular. Se não houver candidatos, abrirão a loja, terão uma palestra maçônica e ouvirão vários relatórios dos oficiais, ou seja, o secretário do tesoureiro da caridade e o mentor da loja. Em seguida, fecharão a loja e farão uma farta refeição (muita comida boa e bebidas) que chamam de "Tábua Festiva" onde comem, bebem e brindam algumas pessoas às vezes há um organista e canções maçônicas são cantadas durante a noite toda. Existem três (3) graus na maçonaria, então poderiam possivelmente estar fazendo uma cerimônia de primeiro (1º), segundo (2º), ou terceiro (3º) grau para um irmão. O primeiro (1º) é a iniciação, que é sempre especial, dura cerca de uma hora e um pouco, após um período de tempo geralmente vários meses, o candidato estar pronto para fazer seu segundo (2º) grau a cerimônia de passagem que ele é então conhecido como um companheiro de ofício maçom, vários meses depois ele deve receber seu terceiro (3º) grau a cerimônia de elevação após a qual ele será conhecido como um mestre maçom. 

Obs.: Se esse irmão for de família tradicional na cidade, rico e uma figura popular, em pouco tempo será aceito na "Maçonaria" e chegará ao terceiro (3º) grau, tão rapidamente quanto a um foguete. A cerimônia consiste no candidato sendo conduzido ao redor da loja por um guia e vários membros entregarão o ritual em diferentes lugares dentro da sala da loja, que foi aprendido palavra por palavra de memória.


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quarta-feira, 25 de maio de 2022

Os Egípcios Personificavam Todas As Forças Da Natureza

Continuando nossos "Estudos Avançados", para provar que não somos como alguns "idiotas arrogantes", que acreditam que fazer parte de um "Clube Do Bolinha", usar luvas e avental os torna superiores... Vamos agora regredir na história, voltarmos ao passado através do "Túnel Do Tempo"... Escritores consagrados da antiguidade clássica como "Heródoto", considerado o pai da história; "Plutarco", o mestre do retrato e da biografia e "Pitágoras", do mistério dos números, falam-nos do "Egito" como uma cultura altamente avançada, sábia e profundamente iniciática no estrito esotérico. E no meio como essência ou substrato estava o mundo insuspeitado da "Magia Sagrada" ritual e isso não era outra coisa que o processo intuitivo que levou às diferentes ciências e que partia de uma afirmação fundamental que reconhecia o homem em quatro níveis existenciais: O "corpo animal", o "corpo intelectual", o "corpo astral" ou sublimado e a "essência da vida".

Antigo Egito

A história do antigo "Egito" pode ser dividida em três períodos: "Antigo", "Médio" e "Novo Império". Para dar conta de sua importância histórica e iniciática o "Antigo Império" remonta a 5 mil anos antes de nossa era, centrava-se espiritualmente e na cidade sagrada de "Memphis". O "Império do Meio" teve seu centro espiritual na cidade de "Tebas", abrangendo desde a XI até a Dinastia XXI, abrangendo 25 séculos e foi destruído por hordas de nômades dos famosos hititas. O "Novo Império" teve seu centro de espiritualidade em "Velas", a famosa cidade das palmeiras, onde se destaca a personalidade do faraó "Ramsés II", e a dinastia dos faraós "Senusret", que construiu e reconstruiu o poder egípcio que perdura no tempo em seus principais monumentos localizados nas margens do Nilo. Então veio a decadência final com a ocupação e de "Alexandre o Grande" fundou a cidade de "Alexandria". Após a morte de "Cleópatra", última rainha do Egito (XXXI Dinastia), o país foi completamente dominado por "Roma".

Profundo Conhecimento

A civilização egípcia não foi construída aleatoriamente e sem arquétipos; muito pelo contrário, todos esses monumentos sagrados testemunham profundo conhecimento da "geometria plana", "geometria do espaço cônico", "canto físico" e uma "consciência metafísica superior". Os antigos egípcios eram uma raça superior onde se desenvolveram poderes que agora chamamos de supranormais e que é a marca indiscutível de quem carrega a estrela flamejante de uma consciência superior, e para dar exemplo exato temos as "pirâmides", cuja construção apenas poderia ser feito para aqueles que conheciam e dominavam o poder psíquico, que vieram a conhecer a desmaterialização intimamente ligada à geometria de um espaço cônico não linear, mas esférico. E a mesma disposição na construção dos eixos dessas pirâmides testemunhou em forma impecável acima de tudo, um profundo conhecimento de "astronomia" semelhante à "Ciência Avançada dos Maias".

A passagem da entrada para as câmaras funerárias das pirâmides estava voltada ou orientada para a "Estrela Polar" que ocupava, naquela época, um lugar muito diferente de hoje, e se assim for, aceita-se que eles conheçam o movimento retrógrado dos equinócios que implica que a "Estrela Polar" reencontre com o mesmo local após um período de 25.796 anos, a duração exata daquelas culturas que poucos conhecem com o nome de "Atlântida" e "Lemúria" e dividindo o globo naquela época em apenas dois hemisférios e, estamos, contou-nos famosos contos de "Platão", cujos conteúdos são carregados de misticismo e revelações ocultistas como são os diálogos "Timeu", que nosso planeta era acompanhado por duas "Luas", um fenômeno que ele teve muito a ver com os longos períodos de tempo em que foram apresentados a raça de gigantes e de que a "Bíblia" se refere a "Sansão", "Golias", "Holofernes" e todos os outros.


Os egípcios personificavam todas as forças da natureza. As pessoas "Educadas Em Ciência" ou "Revelação Teosófica Iniciática" adoravam o deus Ra, ou a força solar, e isso justificava conhecer de antemão a oração esotérica a "Ísis". "Amon" significou em suas crenças o "Sol" que trouxe à mente a ideia de um círculo sem começo nem fim, que mais tarde deu princípios para as "afirmações filosóficas" do "eterno retorno", ideia filosófica do filósofo alemão "Friedrich Nietzsche". "Sub foi chamado de Terra", "Nut foi chamado de Espaço Celestial", um símbolo da "Água", "Crocodilos Thipon" ao lado do sagrado significava pecado. Mas todos esses elementos unificados em um monoteísmo filosófico que chamou de "Amon Ra", significa o nome sagrado do sol divino, a "Luz Perpétua", o "Fiat Lux" falou com a "Bíblia", ou a "Luz Mercúrio", ativa no processo de "Alquimia Medieval". "Amon" significava Velado ou Oculto à curiosidade profana do esplendor oculto, apenas visível à "Luz dos Místicos Iniciados" de "Consciência Superior", delegados místicos aos herdeiros de "Mênfis", "Heliópolis" e "Elefantina Says".

Iniciação Esotérica

A "Ciência Secreta" do "Esoterismo" de "Iniciação Egípcia" é representada por uma vela e uma cobra, esses dois caracteres tinham um significado significativo, um para a força magnética ou o fluido vital e o outro para o princípio do bem ou princípio do mal. A cobra tão enfraquecida na cosmogonia bíblica é muito mais nobre e misteriosa. A cobra está escondida no chão, o homem está escondido em sua própria consciência, internalizado, buscando a auto realização. A serpente afastada do meio do pecado ou da queda, significa o "Espírito Da Ciência" divina. Nascimento do ovo e faz esta alegoria íntima relação com um homem nascido do ovo desde o ventre de sua mãe, com seu espírito pode ascender ao campo do conhecimento secreto. Por outro lado, a cobra representa o homem que é arrastado para a miséria do mundo "Sexual ou Material", mas que pode elevar sua intuição a níveis inimagináveis. A cobra muitas vezes muda de pele, quase cíclica, e este é o fato mais óbvio que temos em mãos para falar sobre a humanidade como a serpente é um mutante em diferentes "Graus de Consciência", enquanto a "Estrela Flamejante" ilumina ainda mais o "Sexto Chacra" no centro do homem.

Ramsés II

E finalmente a cobra como animal divino; à "Religião Esotérica Egípcia", pois seu hábito de vento por si só nos diz que o que acabou pode recomeçar, esse é o axioma da "Igreja Católica" que com a morte culmina a vida é inútil "A Morte" não existe simplesmente porque a vida consciente da humanidade se transforma. Os veleiros que são movidos pelo vento a energia é invisível mas com poder material invisível, de acordo com isso, a "Força Magnética", a eletricidade fluindo ou eletro-plasma não é o que você vê, não tem corporeidade, não tem aparência física real, porém sua influência, seu uso é real e indiscutível. A vela, que é o motor natural de locomoção nas embarcações marítimas, simboliza o magnetismo curativo que teve suas origens no antigo "Egito" e que é apenas a transposição normal da força vital ou fluido eletro-plasmático que escapa da mão e se projeta sobre o destinatário. A cabeça no magnetismo é considerada como o gerador, como a bobina mais alta da psique humana, e aqui os egípcios eram sem dúvida profundos conhecedores e estudiosos de diferentes modalidades como a força magnética presente no "Ovo Eletro-Plasmático" do ser humano, sob a ação de força contrária à polaridade.

Qual é a potência contrária à polaridade? R: É a existência das forças "Positivas e Negativas", e se refere à "Bíblia", o homem sendo tirado do pó da terra e significa polaridade negativa que corresponde ao lado direito de seu corpo, enquanto a mulher tirada da primeira costela abaixo da fonte da vida que é o coração do homem, e pertence ao lado esquerdo que é a força da vida, a centelha divina, o "Pólo Positivo", a distribuição do "Fluido Magnético" não é uma simples imposição das mãos, visto que, devemos lembrar o traje cerimonial do faraó egípcio que tinha um capacete e que seu topo foi projetado como uma figura de cobra, e temos esses personagens nos vários museus e para quem tem o olhar de dentro pode ler que a cabeça é um acumulador de energia psíquica que é sempre transformada pelo braço e mão esquerda.


Simbolismo Esotérico

Os cajados "Crook & Flail" do "Egito" eram frequentemente representados nas mãos dos faraós. Esses instrumentos são descritos pelos egiptólogos como "símbolos de realeza e autoridade real". Mas essa definição vaga e obscura ignora a visão oculta de que o "Crook & Flail" serviu a um propósito muito mais importante, um propósito especificamente relacionado à "Grande Obra" de "Transformação Espiritual". Vamos dar uma olhada mais de perto nos cajados de "Crook & Flail" e revelar seu verdadeiro significado esotérico como ferramentas que um buscador espiritual pode usar para transformar seu eu inferior (animal) em um servo de seu eu superior (espiritual). Uma longa tradição esotérica ensina que os antigos egípcios possuíam uma doutrina metafísica avançada. Essa doutrina foi baseada na ideia de que os humanos possuem duas naturezas entrelaçadas, um "Eu Animal Humano" e um "Eu Espiritual Divino". 

A "Doutrina Metafísica" do "Egito" ensinava que os humanos não deveriam se identificar primariamente com seu "Eu Inferior Animal Físico". Em vez disso, devemos nos concentrar em redescobrir nosso "Eu Superior Divino Espiritual", que é quem realmente somos. No "Egito", havia um modelo espiritual na forma de uma pessoa que alcançou seu "Estado De Buda" ou "Cristo Interior". Ele fez isso usando o "Crook & Flail", como veremos em breve. Mas seu nome não era "Buda" ou "Cristo". Os "Sistemas de Mistérios" sempre deram um exemplo para a instrução, encorajamento e emulação daqueles preparados para fazer a tentativa e o sacrifício necessário. Para animá-los à tarefa, os "Colégios Iniciáticos" ergueram um protótipo na pessoa de alguma grande alma que já trilhou o mesmo caminho e dele saiu triunfante. No "Egito" o protótipo era "Osíris"!


Os antigos egípcios estavam tão focados em "Tornar-se Um Osíris" em vida que, quando morreram, se enterraram em sua imagem. De fato, os egiptólogos nos dizem que todo o ritual funerário dos egípcios foi projetado para transformar o falecido "Em Um Osíris" para mostrar que eles viviam como ele. Mas como exatamente os egípcios transformaram seus mortos no deus "Osíris"? R: Para descobrir quem somos e por que agimos da maneira que agimos, temos que conhecer nossa própria história. Ser corajoso e estar disposto a explorar nosso passado é um passo importante no caminho para nos entendermos e nos tornarmos quem queremos ser. As atitudes e a atmosfera em que crescemos têm uma influência pesada sobre como agimos como adultos. "Quando crianças, as pessoas não apenas se identificam com as defesas de seus pais, mas também tendem a incorporar em si mesmas as atitudes críticas ou hostis que foram dirigidas a elas. Esses ataques pessoais destrutivos tornam-se parte da personalidade em desenvolvimento da criança, formando um sistema estranho, o Anti-Eu, distinguível do sistema do "Eu", que interfere e se opõe à manifestação contínua da "Verdadeira Personalidade do Indivíduo".

Experiências dolorosas no início da vida geralmente determinam como nos definimos e nos defendemos. Em suma, eles nos deformam, influenciando nosso comportamento de maneiras que mal percebemos. Por exemplo, ter um pai ou mãe severo pode ter feito com que nos sentíssemos mais cautelosos. Podemos crescer sempre nos sentindo na defesa ou resistentes a tentar novos desafios por medo de ser ridicularizados. É fácil ver como carregar essa incerteza conosco até a idade adulta pode abalar nosso senso de identidade e nos limitar em diferentes áreas. Para quebrar esse padrão de comportamento, é importante reconhecer o que o está impulsionando. Devemos estar sempre dispostos a olhar para a fonte de nossas tendências mais "Autolimitantes" ou "Autodestrutivas". Quando tentamos encobrir ou esconder nossas experiências passadas, podemos nos sentir perdidos e como se realmente não nos conhecêssemos. Podemos tomar ações automaticamente sem perguntar por quê. Ao refletir sobre o passado, usando uma técnica chamada "Mindsight", um tipo de atenção focada que nos permite ver o funcionamento interno de nossas próprias mentes”. 

Os faraós do antigo "Egito" reinavam supremos. Eles eram considerados como deuses e figuras políticas. Os faraós herdaram a coroa através da linhagem real, onde o rei, o pai, deixou o trono depois de sua morte para seu filho mais velho. Incontáveis ​​faraós dominaram o Egito, tornando-se uma das maiores civilizações de todos os tempos. Nem todos eles desempenharam um papel fundamental na moldagem da grande história do "Egito", mas os que o fizeram estão marcados para sempre neste período áureo da história. Os faraós eram tão importantes para seu povo que eram comparados a deuses egípcios, como "Hórus" e "Osíris", com títulos como o "Filho de Rá" sendo usado também. O papel deles era muito mais do que simplesmente imperador, o que levou ao status de deus deles. A construção do túmulo de um faraó foi uma tarefa importante no "Egito", pois os faraós queriam renascer vitoriosamente na vida após a morte. Os arquitetos trabalharam arduamente para proteger os túmulos construindo pirâmides sobre eles.

A fim de reconhecer apenas alguns desses faraós excepcionais, aqui está uma lista dos 10 melhores de todos os tempos:

1. Hatshepsut (1507 – 1458 aC)
2. Tutmés III (1481 aC – 1425 aC)
3. Ramsés II (1303 aC – 1213 aC)
4. Amenhotep III (1391 aC – 1353 aC)
5. Tutancâmon (1341 aC – 1323 aC)
6. Xerxes I (519 – 465 aC)
7. Akhenaton (por volta de 1380 aC – 1334 aC)
8. Djoser (2686 aC – 2649 aC)
9. Khufu (2589 aC – 2566 aC)
10. Cleópatra VII (69 aC – 30 aC)


Resumindo: Para descobrirmos "Quem Somos", precisamos mergulharmos para dentro de nós mesmos e saber identificar e aperfeiçoar nossos defeitos e qualidades, buscarmos em nós mesmo o nosso Deus Interior, nosso Cristo Interno. 


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domingo, 15 de maio de 2022

ESTUDANDO FÍSICA QUÂNTICA E A PARTICULA DE DEUS

Continuando em nossos estudos avançados para nossa evolução e crescimento espiritual pessoal, vamos hoje falar sobre D'us... O que significa "Haja Luz" no que se refere à criação? Por que D'us disse: "Haja Luz"? O verbo na língua hebraica aqui para "deixar" é yehi, traduzido para "Fiat Lux" em latim. Trata-se menos de permitir que algo aconteça, como deixar nosso vizinho entrar, e mais como um comando: "Luz, Exista" Deus usou a mesma voz de comando em Gênesis 1 ao criar a Terra e o Céu, o Sol e a Lua, os Animais e as Plantas e o Mar. O poder e a criatividade de D'us foram mostrados durante a criação. Quando Ele disse: "Haja Luz" (Gênesis 1:3), Ele criou a luz para separar as trevas e estabeleceu uma metáfora espiritual para Sua Bondade, Poder e Graça. A luz é frequentemente usada como uma metáfora da bondade que D'us traz para uma pessoa, grupo ou situação. Por exemplo, em João 8:12 lemos: "Novamente 'Yehoshua' lhes falou, dizendo: 'Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.'" Segunda Coríntios 4:6 diz , "Porque D'us, que disse: 'Das trevas resplandeça a luz', resplandeceu em nossos corações para iluminar o conhecimento da glória de D'us na face de Jesus Cristo." A Luz física, causada pelo ato criativo de D'us e pelo comando "Haja Luz", é uma demonstração do poder e soberania criativos de D'us. A luz é uma imagem vibrante do que D'us faz no coração daqueles que confiam no "Cristo Cósmico", a "Verdadeira Luz". Nunca precisamos andar nas trevas, porque Ele é a luz da vida. E um dia, nos novos céus e na nova terra, Não haverá mais noite. Eles não precisarão de luz de lâmpada ou sol, porque o Senhor D'us será a sua Luz, e eles reinarão para todo o sempre. (Apocalipse 22:5).

Embora a Física Quântica exista há mais de 100 anos, ainda parece a "coisa nova" da física. Se você não estiver familiarizado com o termo, é um ramo da física que descreve o mundo das partículas subatômicas. O grande físico britânico, "John Newton", foi o pai do que ficou conhecido como "Física Newtoniana". Também chamada de "Mecânica Clássica", é o mundo dos objetos macroscópicos. Este é o Mundo e o Universo que podemos ver. Planetas, estrelas, nuvens gigantes de gás e assim por diante. É o mundo da "Teoria Da Relatividade" e da "Relatividade Especial de Einstein". A "Física Quântica", também conhecida como "Mecânica Quântica", é o mundo dos objetos pequenos demais para serem vistos pelo olho humano sem ajuda. Acontece que a física neste mundo invisível funciona de maneira diferente do mundo macroscópico. Enquanto o mundo da "Física Newtoniana" é ordenado e previsível.

Um resultado da "Física Quântica" é o conceito de nada. Imagine uma caixa hermética em que sugamos todo o ar para criar um vácuo perfeito. O que há então dentro da caixa? Nossa resposta usual seria dizer que não há nada dentro da caixa. Não há nada dentro da caixa... Ela está vazia! É assim que classicamente visualizamos o vácuo do espaço. O que existe entre a Terra e a Lua? Espaço vazio cheio de nada, embora não faça sentido dizer que algo está cheio de nada. Se digo que depois de uma refeição estou cheio, certamente não quero dizer que não comi nada. Não, estou cheio porque comi muito e enchi a barriga. Dizemos que o espaço entre a terra e a lua está cheio de nada porque esse espaço tem a propriedade da distância. A lua está a 250.000 milhas da Terra, então para chegar lá, você tem que passar por 250.000 milhas de vácuo. Se não havia nada lá, por que a Lua não estaria bem ao lado da Terra? Afinal, não há nada entre nós. Na verdade, a mecânica quântica nos diz que o nada do espaço tem pares de Matéria e Antimatéria que aparecem e desaparecem o tempo todo. Cada par contém uma quantidade idêntica de Matéria e Antimatéria e em um período muito pequeno de tempo eles colidem e se cancelam. Eles desaparecem! Sua energia é devolvida ao Nada. Isso está acontecendo continuamente. Assim, enquanto o vácuo do espaço parece não conter nada, na verdade contém algo. Apenas algo muito pequeno e de curta duração para ver.

Se eu te mandasse para um quarto vazio na minha casa e quando você voltasse perguntasse o que havia no quarto, você diria "nada, estava vazio". Agora nós dois sabemos que não havia nada no quarto. Como então você respirou? Ah, havia Ar na sala! Como você viu que a sala estava vazia? Ah, havia partículas de Luz". Mesmo que o quarto estivesse escuro e sem Luz, o Ar ainda estaria lá e seus pés estariam levantando poeira invisível. Dizemos que não havia nada lá porque não havia nada que pudéssemos ver. O Vácuo do Espaço é assim! Parece não conter nada, mas contém Luz e Radiação do Sol. E se você pudesse viajar para algum local distante no Universo que não tivesse Estrelas próximas o suficiente para que sua Luz chegasse a esse local? Estaria escuro como breu... Sem Luz. Um vácuo frio e escuro! Mesmo assim há algo lá... Essas partículas irritantes de Matéria e Antimatéria continuam indo e vindo. Que nada está repleto de atividade!

Nota: De acordo com a "Física Quântica", a cada poucos bilhões de pares de Matéria e Antimatéria produziriam de repente uma "Partícula Única" de Matéria sem gêmeo de Antimatéria. Na falta de sua contraparte de Antimatéria, esse "singleton" permaneceria. Com o tempo, esses "singletons" juntos formariam quantidades de matéria a partir das quais as coisas do Universo poderiam ser criadas. Assim, algo foi criado do nada... Claro, não realmente de "Nada". Eram aquelas partículas não pareadas de matéria.

Alguns Físicos Ateus, como o falecido "Stephen Hawking", viram isso como uma explicação da criação do Universo "do Nada". Para ele, isso implicava que nenhum "deus" era necessário. A teologia bíblica diz que D'us criou o Universo ex nihlo, latim para "do Nada". No entanto, a Bíblia e a Física Quântica não estão dizendo a mesma coisa. O Nada da Bíblia é verdadeiramente "não uma coisa", enquanto a Física Quântica nada contém Matéria e Antimatéria e uma quantidade acumulada de partículas únicas de Matéria. Isso levanta a questão de onde essas partículas de Matéria e Antimatéria vieram? Como eles foram criados "do Nada". Para onde vai sua Energia quando destruída? Como é que ocasionais Partículas Únicas de Matéria aparecem? A resposta para o cristão é óbvia. "No princípio criou D'us..." (Gênesis 1:1). A que se refere o início? Refere-se ao início dos tempos. Einstein nos ensinou que o Tempo requer Espaço. Sem spaço não há tempo. Antes que houvesse algo não havia conceito de tempo. O tempo não existia! Quando D'us criou "no Princípio", o relógio cósmico começou a correr o Tempo passou a existir. A Bíblia nos diz que para D'us, "Ontem, Hoje e Amanhã" são todos iguais. Em outras palavras, D'us vive no eterno agora, o que é outra maneira de dizer que a existência de D'us não está vinculada a um Continuo Espaço-Tempo. D'us é Onipresente e, portanto, está em todos os lugares ao mesmo tempo, o que inclui nosso Universo, mas a existência de D'us não depende do Universo. D'us existe independentemente do Universo. Como a existência de D'us não depende do Espaço, D'us não está sujeito ao Tempo. Para D'us é sempre agora. Quando a Bíblia usa uma linguagem baseada no Tempo, é para nosso benefício, pois somos criaturas ligadas ao Tempo e ao Espaço, pelo menos fisicamente. D'us criou nossas almas para serem capazes de viver independentemente do Tempo e do Espaço. O livro do "Apocalipse" nos diz que D'us queimará os elementos em calor intenso e recriará um Novo Universo com uma Nova Terra. Se D'us estivesse preso a este Universo e se nossas almas estivessem também, então não poderíamos sobreviver à destruição completa deste Universo.

"Nunca a Natureza é tão aviltada como quando a Ignorância Supersticiosa tem a Arma do Poder", Voltaire.

O homem moderno vê um conflito entre Ciência e Religião. Muitas das primeiras grandes mentes da ciência não viram conflito. Eles entenderam que a ciência é o método pelo qual o homem descobre o que pode ser conhecido da criação de D'us. D'us nos deu mentes capazes de grandes descobertas. Podemos compreender Matemática Complexa, Física, Arte, Música, Literatura... No entanto, D'us não revelou ou tornou possível para nós, descobrir tudo. Existem coisas conhecidas apenas por D'us. Ele nos revelou algumas coisas sobrenaturalmente como o fato de que Ele é, que Ele criou o Universo. A ciência é muito boa em descobrir como o Universo funciona e até mesmo como ele cresceu e mudou. Como as Estrelas se formam e como os Átomos funcionam. No entanto, a ciência só pode retroceder até certo ponto e chegar a um beco sem saída. A ciência não pode explicar de onde veio a Matéria ou como obteve as propriedades que possui. Isso é incognoscível, exceto para D'us. Se você imaginar toda a verdade como um grande círculo em um quadro branco, você poderia desenhar um círculo menor dentro dele que representasse todas as coisas cognoscíveis, verdade. Isso é o que o homem pode descobrir e conhecer potencialmente, embora a humanidade possa ficar sem Tempo antes de preencher esse círculo. O que está fora desse círculo são todas essas coisas conhecidas apenas por D'us. É por isso que a ciência nunca será capaz de explicar ou provar a existência de D'us. Faltam ferramentas para isso! Por mais inteligente que o homem seja, nossa mente não pode compreender D'us em toda a Sua Plenitude. Existem verdades fora do nosso círculo que D'us nem mesmo poderia nos explicar, pois não temos a capacidade de entender. Há outras coisas que Ele poderia, e tem, nos dito que poderíamos entender, mas nunca teríamos descoberto sem a revelação de D'us. Talvez no céu ou no espaço D'us expanda nossas mentes para entender mais do que podemos agora, mas nunca compreenderemos D'us completamente porque precisaríamos da mente de D'us para compreender D'us e não somos e nunca seremos iguais a D'us.

A ciência continua tentando explicar a necessidade de D'us. No entanto, D'us não existe porque "Precisamos de Sua Existência" para explicar nossa existência. D'us existe porque Ele é. Ele existiria mesmo se não existíssemos... Ele não existe por nossa necessidade. Ele é Auto-Existente. Precisamos de D'us, mas não para explicar tudo. Precisamos de Deus porque Ele nos criou e nos projetou para ter comunhão com Ele. Nossa necessidade de D'us é mais como precisamos de Ar para respirar ou a flor precisa de TerraSol e Água. D'us não é o produto da necessidade de nossa mente por respostas, embora isso seja o que muitos ateus supõem. D'us é o D'us do Nada, da "Física Quântica" e "Newtoniana". Eles não O explicam, mas podem ser úteis para explicar Sua criação. A matemática da física é incompreensível. As equações que homens como Einstein inventaram para explicar as "Leis da Física" são realmente incríveis. Muito poucos de nós poderiam sequer começar a entendê-lo, muito menos entender como eles o criaram. Por milhares de anos, a humanidade vem crescendo em seu conhecimento do Universo e de como ele funciona. Se for preciso o mais inteligente dos homens para começar a descrever e definir a criação, como a criação poderia ser o produto do acaso? Não evidencia um grande projeto de um grande designer? D'us não deu a homens como Einstein uma mente para entender essas coisas? A criação não é por acaso... O acaso não pode criar nada. O acaso é uma expressão de probabilidade. O acaso não é uma força que pode criar. Não estamos aqui por acaso nem o Universo surgiu por acaso. A verdade fundamental está contida nestas quatro palavras: "No princípio, D'us criou…" como poderia a criação ser o produto do acaso? Não evidencia um grande projeto de um grande designer? D'us não deu a homens como Einstein uma mente para entender essas coisas? A criação não é por acaso. 


Nota: Entre Em Contato... Hoje mesmo, se tens vontade de aprender "Os Segredos", se fores digno de receber, farei isso com muito prazer... Inscreva-se!

quinta-feira, 12 de maio de 2022

Transtornos Da Afetividade: Depressão - Encontro com Divaldo

 

Hoje vamos estudar o tabuleiro de "Ouija", também conhecido como placa espiritual ou placa falante, é uma placa plana marcada com as letras do alfabeto, os números de 0 à 9, as palavras "sim", "não", ocasionalmente "olá" e "adeus", juntamente com vários símbolos e gráficos. Ele usa uma prancheta (pequeno pedaço de madeira ou plástico em forma de coração) como um indicador móvel para soletrar mensagens durante uma sessão espírita. Os participantes colocam os dedos na prancheta e ela é movida pelo quadro para soletrar as palavras. "Ouija" é uma marca registrada da "Hasbro", mas muitas vezes é usada genericamente para se referir a qualquer quadro falante. Os espíritas nos "Estados Unidos" acreditavam que os mortos eram capazes de contatar os vivos e supostamente usavam uma placa falante muito semelhante a uma placa "Ouija" moderna em seus acampamentos no estado americano de "Ohio" em 1886 para permitir uma comunicação mais rápida com os espíritos. Após sua introdução comercial pelo empresário "Elijah Bond" em 1 de julho de 1890, o tabuleiro "Ouija" foi considerado um jogo de salão inocente sem relação com o ocultismo até que o espiritualista americano "Pearl Curran" popularizou seu uso como ferramenta de adivinhação durante a "Primeira Guerra Mundial".

Uma das primeiras menções ao método de escrita automática usado no tabuleiro "Ouija" é encontrada na China por volta de 1100 dC, em documentos históricos da "Dinastia Song". O método era conhecido como fuji "escrita planchette". O uso da escrita em prancheta como meio ostensivo de necromancia e comunhão com o mundo espiritual continuou e, embora sob rituais e supervisões especiais, era uma prática central da "Escola Quanzhen", até ser proibida pela "Dinastia Ouing". Como parte do movimento espiritualista, os médiuns passaram a empregar diversos meios de comunicação com os mortos. Após a "Guerra Civil Americana" nos "Estados Unidos", os médiuns fizeram negócios significativos ao supostamente permitir que os sobreviventes contatassem parentes perdidos. O próprio "Ouija" foi criado e nomeado em "Baltimore", "Maryland", em 1890, mas o uso de placas de conversa era tão comum em 1886 que as notícias relataram o fenômeno tomando conta dos acampamentos espíritas em "Ohio". 


Este tabuleiro é um instrumento paranormal e deve ser encarado com o devido respeito, sendo talvez o mais controverso método de comunicação com os espíritos, principalmente porque pode ser usado por qualquer um sem qualquer preparo ou cuidado especial. Assim, seu uso não é recomendado, pois pode provocar fenómenos mediúnicos sem a presença de um médium experiente. Um outro fator que desaconselha o uso do tabuleiro de "Ouija" é que os mesmos podem colocar um utilizador desprevenido em contato direto com espíritos de baixo padrão moral, pois são estes que se apressam em atender aos chamados dos desavisados e descrentes. Normalmente estes, no início, fornecem informações corretas que podem ser confirmadas. Uma vez estabelecido um elo de confiança, passam a zombar do utilizador do tabuleiro, dizendo coisas sobre o futuro que podem comprometer sua tranquilidade. O uso do tabuleiro de "Ouija" deve ser feito no mínimo por duas pessoas, reunidas numa mesa onde todos possam estar próximos.

Os utilizadores devem então colocar seu dedo levemente sobre o ponteiro e convidar um espírito para tomar parte na sessão. A partir daí devem fazer-se as perguntas ao espírito de uma maneira repetida e vagarosa. Se algum espírito atender ao chamado, o ponteiro mover-se-á lentamente letra por letra, até formar as palavras e a resposta. Muitos caçadores de fantasmas creem que o ponteiro se move pela força dos presentes combinadas com a do espírito que se apresenta, quer seja ele bom ou mau. Através dos anos, o tabuleiro de "Ouija" tem sido associado a um instrumento do Mal, especialmente por pais e grupos religiosos que afirmam que os jovens ficaram "possuídos" após o seu uso. Aparentemente, espíritos mal-intencionados que se fazem passar por bons espíritos vem causando a possessão de crianças e danos emocionais em adultos (até mesmo o suicídio) que usam o tabuleiro de "Ouija". Existem muitos casos onde as pessoas acabam por ficar obcecadas pelo uso do tabuleiro, tornando-se dependentes dele para qualquer decisão que venham a tomar.

Fonte: Wikipédia

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Nota: É impressionante como as coisas funcionam nesse planeta, falamos no inicio da nossa matéria sobre um jogo de tabuleiro, que logicamente era usado por pessoas "paranormais" ou "espiritualmente evoluídas" como bengala para auxiliar pessoas que estavam "doentes" psicologicamente. 

Segundo a enciclopédia virtual "Wikipédia": O fenômeno "Ouija" é considerado pela comunidade científica como resultado da resposta ideomotora. "Michael Faraday" descreveu este efeito pela primeira vez em 1853, enquanto investigava o giro da mesa. Vários estudos foram realizados, recriando os efeitos do tabuleiro "Ouija" no laboratório e mostrando que, em condições de laboratório, os sujeitos moviam a prancheta involuntariamente. Um estudo de 2012 descobriu que, ao responder a perguntas Sim ou Não, o uso de "Ouija" era significativamente mais preciso do que a adivinhação, sugerindo que poderia se basear na mente inconsciente. Os céticos descreveram os usuários do tabuleiro "Ouija" como "operadores". Alguns críticos notaram que as mensagens ostensivamente enunciadas pelos espíritos eram semelhantes ao que estava passando pela mente dos sujeitos. De acordo com o professor de neurologia "Terence Hines" em seu livro "Pseudoscience and the Paranormal" (2003):

A prancheta é guiada por esforços musculares inconscientes como os responsáveis ​​pelo movimento da mesa. No entanto, em ambos os casos, a ilusão de que o objeto (mesa ou prancheta) está se movendo sob seu próprio controle é muitas vezes extremamente poderosa e suficiente para convencer muitas pessoas de que os espíritos estão realmente em ação; [...] Os movimentos musculares inconscientes responsáveis ​​pela movimentação das mesas e os fenômenos do tabuleiro "Ouija" vistos nas sessões são exemplos de uma classe de fenômenos devido ao que os psicólogos chamam de estado dissociativo. Um estado dissociativo é aquele em que a consciência é de alguma forma dividida ou cortada de alguns aspectos das funções cognitivas, motoras ou sensoriais normais do indivíduo. Alguns movimentos involuntários são conhecidos como "Automatismo". É nisso que se baseia a teoria do fenômeno "ideomotor". O automatismo pode ser definido como a realização de uma tarefa sem a sensação de fazê-lo. Um exemplo de automatismo é quando duas pessoas estão movendo a prancheta, mas nenhuma delas a move conscientemente. Ambos acreditam que o outro jogador está dirigindo a prancheta. Esses momentos de automatismo não são ações subconscientes despercebidas; são eventos mensuráveis ​​aos quais você responde conscientemente.

No caso de um tabuleiro "Ouija", a sensação de descontrole que se sente durante o automatismo é o que leva à ilusão de movimento sobrenatural. Pensa-se que não a estão a mexer, mas a prancheta continua a mexer-se, o que alimenta a ideia de interferência sobrenatural. Isso se correlaciona com o fenômeno "ideomotor" porque ambos dependem do movimento inconsciente. A diferença é que o fenômeno ideomotor é baseado na ideia de que apenas a ideia de que algo pode acontecer engana o cérebro para fazê-lo. Por exemplo, pensar em não mover a prancheta leva à possibilidade da prancheta se mover, o que então faz alguém mover inconscientemente a prancheta. Os tabuleiros "Ouija" já foram criticados pelos estudiosos desde o início, sendo descritos em um jornal de 1927 como "restos vestigiais de sistemas de crenças primitivos" e um golpe para separar os tolos de seu dinheiro. Outro jornal de 1921 descreveu relatos de descobertas de tabuleiros "Ouija" como "meias verdades" e sugeriu que sua inclusão em jornais nacionais da época rebaixava o discurso nacional em geral. Na década de 1970, os usuários do tabuleiro "Ouija" também foram descritos como "membros do culto" por sociólogos, embora isso tenha sido severamente examinado em campo.

Transtornos da afetividade: Depressão - Encontro com Divaldo

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