Hoje no "Brasil" está assim, você querer que o seu país saia do buraco em que em quatorze (14) anos de mandato o "PT - Partido Dos Trabalhadores" conseguiu meter nosso querido país, virou crime. segundo o "STF". Ministério cujo a maioria dos ministros foram colocados lá pelos ex-presidentes "Lula e Dilma"!
Para começar, valho-me de uma imagem formulada pelo helenista francês "Jean-Pierre Vernant" a propósito da dinâmica do mundo dos deuses gregos, a saber: A imagem de um jogo não somente com muitos jogadores, mas também com vários tabuleiros. O primeiro tabuleiro, ou arena de interação política, compreende os sistemas político e jurídico, que em boa medida estão sujeitos à mediação dos grandes veículos de comunicação com a população mais geral. Trata-se da esfera estatal onde ocorre a atuação dos agentes práticos da política institucional e do ordenamento jurídico. No que diz respeito aos poderes "Executivo e Legislativo", um dos resultados mais indiscutíveis da atual conjuntura tem sido a desqualificação da representação política, que, por princípio, seria corrupta ou leniente com a corrupção. A crise, até agora, desgastou de modo consistente a legitimidade dos políticos e da própria política.
Não que ela tenha um valor consolidado na "história brasileira". O contrário é mais verdadeiro. A atividade política em poucos momentos gozou de prestígio na opinião pública nacional, que sempre a viu com desconfiança, quando não de modo incriminador. A novidade mais recente foi a perda da bandeira da ética pelo campo político de esquerda, sobretudo pelo papel desempenhando pelo "Partido dos Trabalhadores (PT)". O discurso dos setores da esquerda sobre ética na política, que já se encontrava sob suspeita em alguns governos estaduais e municipais anteriores às eleições de 2002, começou a ser demolido de maneira consistente ainda durante o primeiro governo "Lula (2003-06)", em torno do "escândalo do Mensalão", cujo julgamento, em 2011 e 2012, foi sucedido por outro escândalo de corrupção na "Petrobras (o Petrolão)". Tudo isso aprofundou o descrédito dos políticos e da política (da esquerda, ao centro e à direita) a ponto de gerar em parte da população nas duas últimas eleições o desejo por opções vindas de fora do sistema político ou, de maneira mais radical, contrárias a ele.
Nota: E dizer essas coisas, relembrar os crimes cometidos pelos governos "PT" e apoiar o atual presidente "Jair M. Bolsonaro", virou crime nas "Redes Sociais", principalmente no "Facebook".
O segundo tabuleiro de interação política refere-se ao "plano da mobilização nas ruas e nas redes sociais digitais". Refiro-me aqui nas manifestações de rua que até o impeachment de "Dilma Rousseff", em 2016, passaram por pelo menos três grandes ciclos de protestos (junho de 2013, 2015 e 2016). Várias pesquisas feitas a partir de 2013 indicaram que as manifestações, regra geral, eram formadas por estratos sociais com características razoavelmente uniformes dos pontos de vista de renda, escolaridade e cor, fossem contrárias à "Dilma", fossem a seu favor. Acrescente-se ainda que, segundo estudos sobre o período do governo "Dilma (2011-16)", antes de junho de 2013 já estavam ocorrendo vários protestos com pautas variadas e não unificadas.
Paralela e virtualmente, os que se mobilizaram, naquela época, para ir às ruas utilizaram com regularidade as redes digitais como plataforma de expressão, informação e discussão política por meio de opiniões e compartilhamentos. Porém, ir às ruas e debater nas redes digitais são participações de qualidades e efeitos distintos. Por uma série de características da comunicação virtual a não co-presença, a construção de uma face virtual, a pouca oralidade, os limites da escrita digital, enfim, a mediação tecnológica, as convicções pessoais nas redes digitais são mais contundentes e excessivas do que quando em situações face a face. Penso nos militantes virtuais que não se dispõem a sair do algoritmo no qual estão circunscritos. Sua eficácia está mais no reforço da rede na qual se encontram do que nas manifestações políticas públicas. Diga-se, no entanto, que, mesmo sendo menor o engajamento presencial dos mobilizados pelas redes sociais, a militância virtual foi fundamental na convocação às ruas durante os protestos, além de favorecer a formação de correntes de opinião alternativas às linhas editoriais da grande imprensa.
Por fim, o terceiro tabuleiro é o nível da casa, da família, dos laços vicinais, religiosos e de trabalho, em suma, o plano das relações interpessoais cotidianas. Penso aqui no brasileiro mais ordinário, que participa pouco da vida política do país e pouco se informa sobre os atores e a dinâmica da política. Preocupa-se com ela sazonalmente, conforme ocorrem as eleições e os escândalos. Diferentemente do segundo tabuleiro, entendo que nesse terceiro boa parte da população não tem vivenciado a intensificação da política tal como a outra, mais engajada e participativa. Trata-se do universo de pessoas com menos atenção na rotina política, mas que está atento aos efeitos concretos das ações dos governos, sobretudo na economia cotidiana e nos serviços públicos.
Contudo, ressalte-se, os "canais de comunicação abertos na TV" compõem o cenário doméstico para boa parte dessa população, principalmente as camadas mais pobres. A "TV" aberta ainda é no "Brasil" uma forte fonte de informação, legitimação das narrativas políticas e manipulações. Assim, se nesse terceiro tabuleiro a participação é pouco encontrada, a conjuntura da crise de permanente instabilidade produziu nos últimos anos uma "audiência da política" generalizada que gravitou mais detidamente em torno de um mesmo tema: O combate à corrupção! Entretanto... E isso é o fundamental nesse tabuleiro... Com a obrigatoriedade do voto, essa audiência da política é convocada à participação no período eleitoral, quando é alcançada pelo horário eleitoral gratuito e cada vez mais, pelas redes sociais digitais.
Obs.: Resumindo... As camadas mais pobres, com pouco ou nenhum estudo, se deixam levar pelas falsas pesquisas nos períodos de eleições no país, pelas propagandas gratuitas (pagas por baixo dos panos - lavagem de dinheiro) ou vendem seu voto em troca de alimento.
O "método socrático" (também conhecido como método de "Elenchus", método elêntico ou debate socrático) é uma forma de diálogo argumentativo cooperativo entre indivíduos, baseado em fazer e responder a perguntas para estimular o pensamento crítico e extrair ideias e pressuposições subjacentes. Di-a-logo... Costume raro em nosso país nos dias atuais, as pessoas não aceitam dialogar, conversar e ouvir a opinião de outras pessoas. O conservadorismo é um pensamento político que defende a manutenção das instituições sociais tradicionais, como a família, a comunidade local, a educação e a religião, além dos usos, costumes, tradições e convenções. O conservadorismo enfatiza a continuidade e a estabilidade das instituições, opondo-se a qualquer tipo de movimentos revolucionários e de "políticas socialistas/comunistas". Mas é importante entender que o conservadorismo não é um conjunto de ideias políticas definidas, pois os valores conservadores variam enormemente de acordo com os lugares e com o tempo. Por exemplo, conservadores chineses, indianos, russos, africanos, latino-americanos e europeus podem defender conjuntos de ideias e valores bastante diferentes, mas que estão sempre de acordo as tradições de suas respectivas sociedades.
O conservadorismo que será abordado aqui é aquele que existe no "Brasil" e tem diversas semelhanças com o conservadorismo ocidental existente na "América Latina", na "América do Norte" e na "Europa", pois todos eles têm como base a doutrina cristã e a adoção, em maior ou menor grau, das ideias políticas liberais. Mas é importante entender que mesmo o conservadorismo ocidental possui muitas variantes e é difícil identificar um posicionamento político específico. Partidos políticos conservadores podem até ter opiniões divergentes entre si sobre algumas questões.
De todo modo, é possível determinar algumas características fundamentais do pensamento conservador ocidental. O conservadorismo tem como seus principais valores a liberdade e a ordem, especialmente a liberdade política e econômica e a ordem social e moral. O conservador acredita que há uma ordem moral duradoura e transcendente, que no caso do conservadorismo ocidental é baseada na doutrina cristã e tem na religião a sua base. O conservadorismo valoriza a diversidade típica do individualismo e rejeita a igualdade como um objetivo da política. O conservador, assim como o libertário, entende que a igualdade político-jurídica é suficiente para garantir a igualdade necessária entre as pessoas. Qualquer desigualdade material ou de resultado é consequência inevitável das diferenças naturais entre os indivíduos, de seus esforços e de suas decisões.
Na esfera política, o conservador procura preservar as instituições políticas e sociais que se desenvolveram ao longo do tempo e são fruto dos usos, costumes e tradições. O conservadorismo entende que as mudanças e o progresso são necessários para manter uma sociedade saudável, mas essas mudanças devem ser cautelosas e graduais. Assim, a política do conservador é a política da prudência, sempre preferindo manter e melhorar as instituições estáveis e testadas do que tentar rupturas para implantar modelos de sociedade e instituições advindas da razão humana. Essa postura coloca o pensamento conservador em conflito com ideologias essencialmente socialistas/comunistas, que almejam criar uma sociedade perfeita” pelo uso da política. Para o conservador, a política é a "arte do possível" e não um meio para se chegar a uma sociedade utópica.
QUATRO TÉCNICAS DE LAVAGEM CEREBRAL
Você já teve a sensação de que estava tomando decisões sem realmente estar pensando? Muita gente passa por isso porque sofreu processos de Reeducação de Pensamento, mais popularmente conhecida como "Lavagem Cerebral". Você sabe quais são as técnicas utilizadas para isso?
Eu separei quatro das principais delas, que são utilizadas até hoje por oradores de todo o planeta. Entenda melhor o funcionamento da lavagem cerebral e esteja pronto para se proteger quando alguém tentar dominar sua mente com técnicas de reprogramação.
1- Mensagens Subliminares
Apesar de, atualmente, as mensagens subliminares serem muito relacionadas a músicas tocadas ao contrário, elas têm uma origem muito mais obscura. Em 1956, durante a projeção de um filme chamado "Picnic" (que no Brasil chegou aos cinemas batizado de "Férias de Amor"), um cinema norte-americano exibiu uma mensagem estimulando o consumo de um refrigerante em alguns quadros.
Quem estava no cinema não conseguia perceber a mensagem, mas os resultados foram surpreendentes. O aumento nas vendas do refrigerante no dia foi de 57%. Isso com apenas alguns quadros de mensagens escondidas, técnica que foi aprimorada com o tempo.
No final da década de 1990, a "MTV norte-americana" foi processada por utilizar algo parecido em suas propagandas. "Ao mesmo tempo em que passava as vinhetas, uma série de imagens era mostrada na tela, incluindo fotografias pornográficas de meninas amarradas em alguns poucos quadros, quase imperceptíveis". Isso deixava as pessoas muito perturbadas, mais do que o normal, com as vinhetas do canal.
Obs.: Nesse caso da televisão, a intenção não era vender nenhum produto, mas foi muito útil para manter as pessoas perturbadas e atraídas ao mesmo tempo. Com isso, prolongava-se o tempo que cada espectador passava com o canal sintonizado.
2- Repetição & Reprogramação
Você conhece o ditado que diz que "uma mentira contada mil vezes se transforma em uma verdade"?! Pois o cérebro humano funciona mais ou menos dessa maneira e quando não estamos preparados, acabamos acreditando em mensagens que são repetidas inúmeras vezes, mesmo que elas não sejam as mais sinceras.
Dessa maneira, palestrantes dos mais diversos tipos conseguem fazer com que seu público seja convencido de diversas "verdades". Essa técnica, aliada às "práticas de reprogramação", pode causar muitas mudanças de comportamento e mentalidade nas pessoas que foram atingidas pela "lavagem cerebral". Geralmente, os oradores começam seus discursos baixando a confiança dos ouvintes, fazendo com que eles se sintam muito mal. Depois, começam a mostrar que o melhor jeito de superar os problemas relacionados aos seus erros, que acabaram de ser apontados, é seguir os passos do palestrante.
Em uma plateia com 200 pessoas, pelo menos metade se deixa levar pelas frases impactantes proferidas. Com grande frequência, as pessoas que fazem este tipo de reprogramação utilizam discursos vagos, que podem ser encaixados na vida de qualquer um. Assim, todos se sentem imersos no assunto e enxergam a salvação no orador.
Isso vale para diversas situações, sendo que as mais comuns são as ofertas de produtos. "Bons Vendedores" conseguem convencer seus clientes de que eles possuem itens obsoletos e dispensáveis, sendo que somente o que eles oferecerem pode suprir todas as necessidades naquele momento.
3- Ritmo & Progressão
Algumas das técnicas mais eficientes para reeducação de pensamento exigem a utilização de frases e sons ritmados, capazes de fazer com que os ouvintes sejam imersos na atmosfera que o orador está criando. Quanto maior a multidão, mais fácil se torna esse processo, desde que o palestrante conheça e domine as práticas utilizadas.
Músicas calmas de fundo conseguem prender a atenção das pessoas, ao mesmo tempo em que podem incitar a fúria ou a paz, dependendo da intenção dos locutores. O ritmo da fala também deve seguir alguns padrões: Os palestrantes geralmente começam ternos e vão ganhando paixão com o decorrer do tempo, até chegar ao ápice. Essa progressão rítmica raramente falha em multidões.
4- Merchandising
A todo o momento você pode ver propagandas na televisão, sempre mostrando o quanto alguns produtos são superiores a outros. Mas você pode nem perceber que os comerciais começam antes mesmo de o intervalo ser anunciado. Em filmes e novelas, é muito comum o aparecimento de produtos de marcas famosas sendo consumidos pelos mocinhos da história.
Esse tipo de inserção costuma gerar muitos resultados para as empresas anunciantes, apesar de custar um preço bastante alto. Há estimativas de que, em horário nobre, personagens das novelas não bebem um refrigerante por menos de 500 mil reais (isso em 2002, conforme mostrado por um documento do Observatório da Imprensa).
Se o produto apenas aparecer, sem ser consumido, o valor pode cair vários milhares de reais. Por outro lado, se além de utilizado, for elogiado, o preço do anúncio gera lucros bem interessantes para a emissora responsável. E você acha que isso não influencia você de maneira nenhuma?! Então pare para pensar nos seus tempos de colégio. Quantas meninas utilizavam adornos indianos quando a "Índia" era tema de uma novela do horário nobre?! E os meninos que tinham apelidos inspirados nos personagens de desenhos animados? É assim que acontece o estímulo ao consumo.
Você já sentiu que estava tendo a mente modificada enquanto via televisão, ouvia rádio, participava de palestras ou navegava na internet? Pois agora você conhece algumas das principais técnicas utilizadas por oradores para conquistar públicos e vender ideias.
Nota: As maioria das pessoas hoje trocaram a velha "TV" pela "Internet", porém a troca de veiculo não mudou o "Sistema De Manipulação & Lavagem Cerebral" e o "Sistema" continua fazendo experiências e testes com a mente dos usuários.
Uma péssima noticia para os usuários de plataformas como o "Facebook", tome cuidado com a sua privacidade e seus dados pessoais, pois já está provado que não é seguro. Além de controlar e punir certas postagens de usuários injustamente, o Facebook "vende" informações sigilosas também, "Mark Zuckerberg" (criador do Facebook) já possui uma lista enorme de processos por "violação de dados".
No dia 04 de março de 2019... Um ano depois que o "CEO do Facebook, Mark Zuckerberg", teve uma controvérsia com membros do "Congresso" sobre violações de contas de usuários, o "Facebook" começou a visar legisladores em todo o mundo em uma operação secreta de lobby global.
De acordo com o "Observer and Computer Weekly", documentos vazados da empresa "Facebook" revelaram uma tentativa diferente de controlar legisladores em alguns países, prometendo ou ameaçando-os de reter investimentos. A mudança veio para aprovar leis amigáveis ao "Facebook".
Esses países são "Reino Unido, EUA, Canadá, Índia, Vietnã, Argentina, 'Brasil', Malásia e todos os 28 estados da UE".
Obs.: Note que o "Brasil", também está na lista!
Como a rede do "Facebook" tem um efeito significativo na promoção de investimentos em todos os países, "Zuckerberg" vai restringir esses serviços nos países, a menos que eles se oponham às legislações de privacidade de dados.
Conforme mencionado no "Observer and Computer Weekly", o movimento atual do "Facebook" é uma operação secreta e pode acabar com um controle total na maioria dos parlamentos eficazes em todo o mundo.
Nota: Parece também que os processos sistemáticos de violação da conta dos usuários do "Facebook" permanecerão sem solução.
Um dos principais exemplos mencionados pela revista é que o "Facebook" pediu a "George Osborne", o "ex-chanceler do Tesouro", para influenciar a lei de proteção de dados da UE no Fórum Econômico Mundial (WEF) em 2013.
Obs.: Você já percebeu que os anúncios que sempre aparecem no seu aplicativo têm tudo a ver com você e as coisas que você curte?!
A imitação é uma das forças mais poderosas de nossa civilização. Por meio da imitação, aprendemos a falar, nos comunicar e avançar como sociedades. Os romanos aprenderam com os gregos, os americanos com os britânicos e alemães e os chineses com os americanos.
Ao imitar, os investidores chineses alocam dinheiro para produtos de gestão de fortunas, contornando os regulamentos bancários normais. Muitos deles têm garantido metais industriais (comprados a preço de banana do Brasil) para garantir empréstimos.
Faça também a imitação - "NVIDIA, FACEBOOK, NETFLIX, AMAZON, ALPHABET e APPLE" são algumas ações favoritas que empurram o mercado para um território de bolha. "Imitando-se umas às outras, as empresas americanas estão usando as recompras como um mecanismo para repatriar dinheiro offshore". Por meio da imitação, "líderes" em todo o mundo "estão assumindo uma postura populista"...
O filósofo "Réne Girard", fundador da teoria mimética, afirma que o problema da imitação é que, quando todos desejam a mesma coisa, eventualmente surge um conflito.
Desde a queda do "Muro de Berlim", a globalização e a Internet criaram os canais para acelerar o processo de imitação. Agora, as forças da globalização estão retrocedendo. A expansão da Internet atingiu os limites da privacidade individual no formato do capitalismo de vigilância.
Desvalorizações competitivas, guerras comerciais, conflitos políticos e processos judiciais contra "Facebook e Google" são um sinal de que o "processo mimético" se esgotou e estamos em um período de tremenda instabilidade.
Obs.: O que é "processo mimético": Na teoria mimética, mimesis se refere ao desejo humano , que "Girard" pensava que não era linear, mas o produto de um processo mimético no qual as pessoas imitam modelos que dotam objetos de valor. Girard chamou esse fenômeno de desejo mimético... Desejamos o que os outros desejam porque imitamos seus desejos.
A teoria de "Girard" não termina com a descrição de como a imitação leva ao conflito. Ele apresenta o mecanismo do "bode expiatório" (é ai que entra as plataformas tipo "Facebook") como uma ferramenta que nossa civilização constrói para aliviar as forças do conflito, um novo alvo que todos podem culpar por todos os problemas.
A teoria mimética se encaixa muito bem na compreensão das "bolhas financeiras". O mecanismo do "bode expiatório" surge após uma enorme quantidade de pastoreio. "Outliers" são criados e não são cisnes negros, mas sim "eventos extremos previsíveis".
O mecanismo do "bode expiatório" aconteceu muitas vezes na história. "Barings Bank" em crise após a mania de "títulos argentinos em 1890", "Clarence Hatry" terminando a bolha de 1929, "Nui Onoue" e seu restaurante "Egawa em Osaka" no final da bolha japonesa, "Thai Bath" na crise asiática de 1997, "Rússia e LTCM" em 1998, "Pet.com" 2000, "Enron" 2001, "Lehman Brothers" em 2008, "Eike Batista" 2013, "Bitcoin" 2018 e etc., etc., etc..
Depois de quase uma década ensinando literatura francesa nos Estados Unidos, "René Girard" (Fonte: Wikipedia) começou a desenvolver uma nova maneira de falar sobre textos literários. Além da "singularidade" das obras individuais, ele procurou suas propriedades estruturais comuns, tendo observado que os personagens da grande ficção evoluíram em um sistema de relações, de outra forma comum à generalidade mais ampla dos romances. Mas havia uma distinção a ser feita:
"Só os grandes escritores conseguem pintar esses mecanismos com fidelidade, sem falsificá-los: Temos aqui um sistema de relações que paradoxalmente, ou melhor, nada paradoxalmente, tem menos variabilidade quanto maior é o escritor".
Portanto, de fato existiam "leis psicológicas", como "Proust" as chama. Essas leis e esse sistema são consequências de uma realidade fundamental apreendida pelos romancistas, que "Girard" chamou de desejo mimético, "o caráter mimético do desejo". Este é o conteúdo de seu primeiro livro, "Deceit, Desire and the Novel (1961)". Tomamos emprestados nossos desejos de outras pessoas. Longe de ser autônomo, nosso desejo por um determinado objeto é sempre provocado pelo desejo de outra pessoa - o modelo - por esse mesmo objeto. Isso significa que a relação entre o sujeito e o objeto não é direta: Há sempre uma relação triangular de sujeito, modelo e objeto. Por meio do objeto, somos atraídos para o modelo, a quem "Girard" chama de mediador: Na verdade, é o modelo que se busca! "Girard" chama o desejo de "metafísico" na medida em que, tão logo um desejo seja algo mais do que uma simples necessidade ou apetite, "todo desejo é um desejo de ser", é uma aspiração, o sonho de uma plenitude atribuída para o mediador.
A mediação é externa quando o mediador do desejo está socialmente fora do alcance do sujeito ou, por exemplo, um personagem ficcional, como no caso de "Amadis de Gaula e Dom Quixote". O herói vive uma espécie de loucura que, no entanto, permanece otimista. A mediação é interna quando o mediador está no mesmo nível do sujeito. O mediador transforma-se então em rival e obstáculo à aquisição do objeto, cujo valor aumenta à medida que a rivalidade aumenta. Esse é o universo dos romances de "Stendhal, Flaubert, Proust e Dostoiévski", particularmente estudados neste livro.
Por meio de seus personagens, nosso próprio comportamento é exibido. Todos se apegam firmemente à ilusão da autenticidade de seus próprios desejos; os romancistas expõem implacavelmente toda a diversidade de mentiras, dissimulações, manobras e o esnobismo dos heróis proustianos; tudo menos "artimanhas do desejo", que nos impedem de enfrentar a verdade: A inveja e o ciúme. Esses personagens, desejando o ser do mediador, projetam sobre ele virtudes sobre-humanas ao mesmo tempo que se depreciam, fazendo dele um deus ao mesmo tempo que se fazem escravos, na medida em que o mediador é um obstáculo para eles. Alguns, seguindo essa lógica, passam a buscar os fracassos que são os indícios da proximidade do ideal a que aspiram. Isso pode se manifestar como uma experiência mais agudo da pseudo-universal masoquismo inerente à busca do inatingível, o que pode, é claro, se transformar em sadismo caso o ator desempenhe esse papel ao contrário.
Esse foco fundamental no desejo mimético seria perseguido por "Girard" ao longo do resto de sua carreira. A ênfase na imitação em humanos não era um assunto popular quando "Girard" desenvolveu suas teorias. Mas hoje há suporte independente para suas afirmações provenientes de pesquisas empíricas em psicologia e neurociência. "Farneti" (2013) também discute o papel do desejo mimético em conflitos intratáveis, usando o estudo de caso do conflito israelense-palestino e fazendo referência à teoria de "Girard". Ele postula que o conflito intensificado é um produto do comportamento imitativo de israelenses e palestinos, intitulando-os "gêmeos siameses".
Nota: Gêmeos siameses ou gêmeos siameses são gêmeos idênticos unidos no útero. Um fenômeno muito raro, a ocorrência é estimada em uma variação de 1 em 49.000 nascimentos a 1 em 189.000 nascimentos, com uma incidência um pouco maior no sudoeste da "Ásia" e na "África". Aproximadamente metade é natimorta e um terço adicional morre em 24 horas. A maioria dos nascidos vivos é do sexo feminino, com uma proporção de 3: 1. Fonte: Wikipedia
A ideia de que o desejo de possuir riqueza material sem fim era prejudicial à sociedade não era nova. Dos versos do "Novo Testamento" sobre o amor ao dinheiro ser a raiz de todos os tipos de mal, à crítica "hegeliana e marxista" que via a riqueza material e o capital como o mecanismo de alienação do ser humano tanto de sua própria humanidade quanto de sua comunidade, até "Bertrand". O famoso discurso de "Russell" ao aceitar o "Prêmio Nobelde Literatura em 1950", o desejo foi entendido como uma força destrutiva em toda a literatura - sendo o "roubo de Helen por Paris" um tópico frequente de discussão por "Girard". O que "Girard" contribuiu para este conceito é a ideia de que o que se deseja fundamentalmente não é o objeto em si, mas o estado ontológico do sujeito que o possui, onde mimetismo é o objetivo da competição. O que "Paris" queria, então, não era "Helen", mas ser um grande rei como "Agamenon". Uma pessoa que deseja busca ser como o sujeito que imita, por meio do objeto que é possuído pela pessoa que imita. "Girard" escreve:
"Não é a diferença que domina o mundo, mas a obliteração da diferença pela reciprocidade mimética, que por si só, sendo verdadeiramente universal, mostra que o relativismo da diferença perpétua é uma ilusão".
Obs.: Essa foi e continua sendo, uma visão pessimista da vida humana, pois postula um paradoxo no próprio ato de buscar a unificação e a paz, uma vez que o apagamento das diferenças entre as pessoas por meio da mímica é o que cria o conflito, não a diferenciação em si.
O presidente "Jair Bolsonaro" disse nesta quinta-feira (02/09/2021) que "ninguém precisa temer o 7 de setembro". A declaração ocorreu durante cerimônia de lançamento das autorizações ferroviárias "Setembro Ferroviário".
"Alguém já me viu brigando com algum poder, alguma instituição, a não ser algo pontual? O Brasil tá em paz no meu entender. Tá faltando uma ou outra autoridade ter a humildade de reconhecer que extrapolou e trazer a paz no Brasil. Ninguém precisa temer o 7 de Setembro", alegou o presidente.
"Bolsonaro" voltou a dizer que comparecerá a dois atos no "Dia da Independência". "Eu já falei, que, se Deus quiser, estarei aqui na Esplanada, usarei a palavra. Como logo depois tenho um compromisso em SP dia 8, pretendo ocupar um carro de som na Paulista, que deve ter umas 2 milhões de pessoas. Ao que tudo indica, vai ser um recorde de pessoas".
O chefe do "Executivo" ironizou por duas vezes uma declaração do presidente do "Supremo Tribunal Federal (STF)", "Luiz Fux" durante abertura da sessão nesta quinta-feira sobre respeito à democracia enquanto comentava os atos previstos para o feriado. Em referência a ministros da "Corte" e à crise institucional criada por ele próprio, apontou também que "muitas vezes, falta a gente olhar para dentro de nós mesmos para ver se não somos aquela pessoa que está turvando aquela água".
O que essa pessoas estão fazendo lá? O que elas estão pedindo? O que elas estão clamando a não ser aquilo que o ministro Fux disse hoje em sua sessão: "Não pode haver respeito à democracia se não tiver respeito à Constituição". Parabéns mais uma vez, ministro "Fux". É isso que eu quero, vossa excelência quer. "Lira" quer, "Pacheco" quer. "Todos nós queremos". Mas, muitas vezes falta a gente olhar para dentro de nós mesmos para ver se não somos aquela pessoa que está turvando aquela água. O que é turvar aquela água? "É a nossa paz aqui", acrescentou.
"Quantas vezes engulo sapo pela fosseta lacrimal? Agora, não é só o 'Executivo'que tem que engolir sapos", disparou.
O mandatário negou ter organizado as manifestações pró-governo previstas para a data apesar de ter convocado apoiadores nas últimas semanas para comparecerem às ruas. E voltou a chamar ministros da "Corte" a discursar para a população junto a ele em carros de som.
"Não estou organizando nada para o dia 7, apenas estou sendo convidado. Mas se algum integrante da mesa diretora da "Câmara", do "Senado", do "TCU", do "TSE", do "TST", do "Supremo Tribunal" quiser subir num carro de som comigo e ver 1 ou 2 milhões de pessoas na sua frente e fazer uso da palavra, eu garanto essa palavra".
Obs.: Segundo ele, o dia 7 servirá como uma "fotografia para o mundo de um mar verde e amarelo".
"Não teremos outro grito de independência". Nós já somos independentes. Creio que o que acontecer no dia 7, o mundo e vocês vão ver uma fotografia. Um mar verde e amarelo pela frente. Como diz um velho ditado: "uma boa imagem vale mais que um milhão de palavras".
Bolsonaro afirmou que "tem gente que erra na Câmara, no Senado, no Executivo, no STF" e que "os outros tem que chegar e conversar".
"Não precisamos estar vivendo num momento de tensão por parte de alguns", emendou.
Por fim, defendeu apoiadores dizendo que os mesmos realizam atos pacíficos, ao contrário da esquerda. "O que vai acontecer dia 7? Vai acontecer um dos atos mais bonitos da nação. O povo de forma voluntária vai com a camisa verde e amarela, com sua família. Este mesmo povo, como em movimentos anteriores, não depredaram um só prédio publico, não tocaram fogo em pneu, não atiraram pedra em policiais porque são pessoas do bem, diferente do outro lado", concluiu.
O mundo está em ebulição! São manifestações e protestos por todos os cantos do planeta contra as medidas abusivas e a tirania imposta pelos líderes de estado marionetes das forças do mal, as super elites planejando a escravização global da humanidade enquanto os verdadeiros guerreiros da luz estão despertando e se posicionando nessa guerra declarada contra todos nós. Valores, liberdade, soberania e toda individualidade ou pensamento crítico precisa ser "ABOLIDO" dos meios sociais para que essas agendas sinistras possam ser realizadas. É por isso que quanto mais esses ataques se intensificam mais urgente e importante é que nos conectemos uns aos outros, que busquemos informações decentes sem a manipulação corporativa e que tomemos uma atitude consciente em meio a todo esse caos e desordem artificialmente criada pela nova ordem mundial.
Ou fazemos isso é nós levantamos agora ou amanhã seremos dominados por essa força das trevas que não tem data pra largar o poder neste planeta. Vamos Aceitar CALADOS um Totalitarismo Global Modelo Chinês?
Manifestações no Brasil e no mundo, os preparativos para 7 de setembro, o modelo comunista chinês sendo implantado em escala global e os guerreiros da luz que estão a cada dia se levantando em seus frontes e se posicionando conscientes nessa guerra.
"Facebook" sob fogo enquanto grupos de direitos humanos alegam "censura" de postagens pró-Palestina... No mês de maio desse ano usuários relataram globalmente cerca de 500 postagens excluídas em pouco mais de duas semanas, condenando o recente despejo de palestinos. Pessoas se reúnem no "Queens", em "Nova York", em solidariedade à "Palestina" após os recentes ataques contra residentes em "Sheikh Jarra".
Obs.: No "Brasil", também vem acontecendo esse tipo de coisa, perfis de apoiadores do presidente "Jair Messias Bolsonaro" para as manifestações de protestos contra corrupções e falcatruas do "STF", marcadas para o dia 07 de setembro de 2021 vêm sofrendo censura e estão sendo bloqueados... Impedidos de fazer qualquer publicação ou comentários.
O muitas vezes inescrutável processo de moderação de conteúdo do "Facebook" voltou a ser criticado durante o bombardeio de 11 dias em "Gaza", depois que centenas de postagens "pró-Palestina" foram removidas, muitas sem explicação.
Quase 500 remoções no "Instagram e no Facebook" foram documentadas pela "7amleh", uma organização palestina de direitos digitais sem fins lucrativos, entre 6 e 19 de maio. Agora, "7amleh" e mais de 30 outras organizações de direitos humanos estão pedindo maior transparência na tomada de decisões da rede social, especialmente no que se refere à "Palestina" como parte de uma campanha intitulada "Facebook, We Need to Talk".
Em resposta ao relatório, a congressista dos "EUA Rashida Tlaib" escreveu uma carta às principais plataformas de mídia social exigindo mais informações sobre por que determinado conteúdo palestino foi retirado do ar nas últimas semanas. "Não consigo entender como o Facebook pode justificar a censura de vozes palestinas pacíficas e ao mesmo tempo, fornecer uma plataforma de organização para o ódio extremista", escreveu ela.
Obs.: Assim como no "Brasil", apoiadores do atual presidente e pessoas de nível patriota, que apoiam uma reforma radical no atual congresso estão sofrendo o mesmo tipo de perseguição.
Os grupos dizem que as decisões do "Facebook" e de outras empresas de tecnologia equivalem à "censura" dos palestinos e que as decisões opacas da empresa levantam questões preocupantes sobre as empresas privadas agindo como mediadoras de quais informações saem de uma zona de guerra, onde a mídia social é frequentemente única plataforma de compartilhamento de informações.
"Essa censura já acontecia antes da crise mais recente e continuará acontecendo", disse "Nadim Nashif", diretor executivo da "7amleh". "Estamos pedindo mais transparência na moderação de conteúdo - isso não é suficiente.".
Nas últimas semanas, usuários relataram globalmente a exclusão de centenas de postagens condenando o despejo de palestinos do bairro "Sheikh Jarrah" em "Jerusalém", em muitos casos sem aviso ou explicação. O "Instagram" em 5 de maio suspendeu brevemente o relato de "Mona al-Kurd", uma jovem palestina cujo confronto com um colono israelense se tornou viral. A plataforma também removeu uma série de postagens do "Instagram" sobre a morte de "Saeed Odeh", um palestino de 16 anos, mostram imagens de tela compartilhadas com o "Guardian". Em outros casos, artistas e ativistas palestinos viram suas postagens removidas e contas suspensas sem explicação.
"Parece muito óbvio que existe uma censura direcionada às vozes e experiências palestinas", disse "Alia Taqieddin", cujo evento no "Facebook" anunciando uma marcha de solidariedade pela "Palestina em Seattle", onde ela mora, foi removido sem aviso ou explicação na semana passada.
À medida que a poeira assenta em meio ao cessar-fogo, as organizações de direitos humanos estão examinando de novo como as empresas de mídia social tomaram decisões durante uma crise, dizendo que a violência contínua na região ressalta a importância da autópsia. O "7amleh" também fez críticas à censura ao "Twitter", onde 55 casos de remoção de conteúdo palestino foram relatados.
"É especialmente frustrante porque o "Instagram e o Twitter" estão servindo como as principais plataformas em que os palestinos que sofrem violência na 'Palestina' compartilham o que está acontecendo no local", disse "Taqieddin". "Fico muito preocupado em saber como obteremos informações precisas e de primeira mão em uma crise.".
Em uma carta ao diretor de operações do "Facebook", "Sheryl Sandberg", organizações como a "Jewish Voice for Peace", o grupo de direitos digitais "Fight for the Future e a National Lawyers Guild" apelaram ao "Facebook" para "parar de censurar os palestinos" em todas as suas plataformas e fornecer transparência quanto a como o "Facebook" modera este conteúdo.
"Está ficando claro que apenas um punhado de empresas detém o poder final sobre a expressão nessas situações", Jillian C York, uma ativista da liberdade de expressão da "Electronic Frontier Foundation" que tem monitorado a censura na "Palestina".
Ela acrescentou que as mídias sociais se tornaram ainda mais importantes porque os principais meios de comunicação são frequentemente impedidos de cobrir eventos na "Palestina".
"Quando as empresas impõem restrições ao que as pessoas podem dizer, estamos perdendo a realidade do que está acontecendo no local", disse York. Só conseguimos captar um lado dessa narrativa.
Os grupos também estão convocando o "Facebook" para comentar sobre a natureza de seu relacionamento com o "governo israelense", com o qual já trabalhou para monitorar postagens que incitam à violência.
Representantes do governo israelense não responderam ao pedido de comentários sobre a natureza de seu relacionamento com o "Facebook". Um porta-voz do "Facebook" disse ao "Guardian" que "o processo estabelecido para solicitações governamentais é o mesmo em todo o mundo", realmente, sempre voltados para censurar postagens "conservadoras e anti-comunistas".
"Cada solicitação é revisada com base nas políticas do Facebook, leis locais e padrões internacionais de direitos humanos", disse ele. "Somos transparentes sobre quantas peças de conteúdo restringimos em cada país em nosso 'Transparency Report', que publicamos duas vezes por ano.".
"Nick Clegg", vice-presidente do "Facebook" para assuntos globais, se encontrou virtualmente com o primeiro-ministro palestino "Mohammad Shtayyeh" em uma reunião virtual na terça-feira, onde ele se desculpou pela empresa ter rotulado erroneamente alguns posts como incitação à violência.
O porta-voz do "Facebook" reconheceu que houve uma série de falhas recentes que afetaram a capacidade de compartilhar conteúdo no "Facebook e Instagram", incluindo um erro que restringiu temporariamente a visualização de conteúdo na página de hashtag da mesquita de "al-Aqsa". Ele disse que o "Facebook" tem uma "equipe dedicada", incluindo falantes de árabe e hebraico, monitorando de perto a situação no local.
"Embora tenham sido consertados, eles nunca deveriam ter acontecido", disse o porta-voz. "Sentimos muito por todos que sentiram que não podiam chamar a atenção para eventos importantes, ou que sentiram que isso foi uma supressão deliberada de sua voz. Essa nunca foi nossa intenção - nem queremos silenciar uma comunidade ou ponto de vista em particular.".
Nota: Puro Blá blá blá... O "Fecebook" e outras plataformas como "Twitter" e "Instagram", parecem apoiar apenas os movimentos voltados para a desordem e o "Caos" no planeta. Parecem estarem voltados para a implantação do "Novo Sistema De Governo" ou a "Nova Ordem Mundial".
Um denunciante se apresentou em março de 2018 para revelar que a "Cambridge Analytica" coletou indevidamente os dados pessoais do "Facebook" de 50 milhões de pessoas para traçar o perfil e direcionar os usuários para anúncios políticos. Após cinco dias de silêncio, "Mark Zuckerberg" pediu desculpas pelos "erros" de sua empresa.
Desculpa viu Gente!
Um bug em junho causou uma falha que publicou as postagens de 14 milhões de usuários que deveriam ser privadas. "Erin Egan", diretora de privacidade do "Facebook", se desculpou pelo "erro" e disse que a empresa havia consertado a falha.
Os hackers conseguiram acessar e roubar informações pessoais em quase metade das 30 milhões de contas afetadas em uma violação de segurança em setembro. A empresa inicialmente acreditava que 50 milhões de usuários foram afetados em um ataque que deu aos hackers o controle das contas. "Mark Zuckerberg" enfrentou acusações em um processo movido pela empresa de software "Six4Three" em maio de que ele "transformou" a capacidade de acessar os dados do usuário. A empresa rejeitou todas essas alegações e fez várias petições para que o caso fosse arquivado. Foi esse mesmo processo que levou a um cache de comunicações internas depois que o parlamento do "Reino Unido" obteve os documentos em uma ação extraordinária para responsabilizar o "Facebook e Zuckerberg". Os documentos foram selados por um tribunal da "Califórnia" e os advogados do "Facebook" e o juiz do caso criticaram a equipe jurídica do "Six4Three" por entregar os papéis confidenciais.
Esses documentos revelaram que a equipe do "Facebook" discutiu a venda de acesso aos dados do usuário para anunciantes em 2012 antes de decidir restringir esse acesso dois anos depois. Os documentos também levaram o "Facebook" finalmente a concordar com uma audiência na "Câmara dos Comuns", que ocorreu em novembro. O "Facebook" enviou um representante, o ex-parlamentar liberal democrata "Richard Allan". Durante horas de questionamento, foi revelado que um engenheiro avisou a empresa em 2014 que usuários aparentemente baseados na "Rússia" estavam coletando grandes quantidades de dados todos os dias. Posteriormente, um porta-voz da empresa comentou que o assunto foi devidamente investigado e considerado como não sendo uma violação de dados. Em março, os usuários perceberam que a empresa havia coletado mensagens de texto e registros de ligações por meio de aplicativos para "smartphones" sem o consentimento deles. O Facebook imediatamente emitiu uma "checagem de fatos", alegando que "as pessoas têm que concordar expressamente em usar esse recurso" e "o envio dessas informações sempre foi apenas opt-in". Mas a "checagem de fatos" não reconheceu que algumas telas de notificação anteriores não avisavam os usuários que o histórico de chamadas e texto seria carregado.
Desde então, isso levou a uma ação coletiva alegando que, ao fazer isso, o "Facebook apresenta vários erros, incluindo uma isca para o consumidor, uma invasão de privacidade, monitoramento indevido de menores e possíveis ataques a comunicações privilegiadas". O "Facebook" disse que pede permissão aos usuários para habilitar o recurso que dá acesso aos registros de chamadas, isso é mentira. O "Facebook" disse que parou de dar aos desenvolvedores de aplicativos de terceiros acesso aos dados do usuário em 2015. Mas o "Wall Street Journal" informou em junho que a rede social continuou a compartilhar dados dos usuários com desenvolvedores de terceiros, mesmo após a data em que os executivos alegaram que a prática iria parar. Funcionários do "Facebook" confirmaram este relatório.
Nota: "Mark Zuckerberg" é especialmente odiado pelos republicanos, como os senadores que na semana passada o acusaram, seus colegas do Twitter e do Google de censurar os conservadores.