segunda-feira, 9 de agosto de 2021

O INICIO DAS GERAÇÕES DOS DONOS DO MUNDO

 

Como foi que tudo começou? De onde surgiram as "Famílias" que hoje dominam o mundo? A seculos seguimos leis e regras consideras sagradas pela "Igreja", de onde e por quê criaram essas leis e consideraram "pecadores" os que não as obedeciam? As respostas estão nas entrelinhas dos livros históricos, principalmente os livros considerados "sagrados".

Obs.: Sagrado (adjetivo) 1. relativo ou inerente a "Deus", a uma divindade, à religião, ao culto ou aos ritos; sacro, santo. 2. que recebeu a consagração, que se sagrou.

Quem é "Deus", por quê foram criadas as religiões, cultos e ritos? A conclusão que cheguei em meus estudos "Teológicos", está ligada às duas espécies de seres humanos - Os Dominantes e Os Dominados - através do "Medo" uma das espécies percebeu que podia controlar o mais fraco e obter obediência absoluta, o que hoje chamamos de "Gado". Vamos mergulhar de cabeça na história e passarmos um "Pente Fino" nos relatos históricos e seus personagens para tentarmos explicar com o máximo de exatidão quem e o que eram os personagens famosos que aparecem nos livros. 

Obs.: Deus - O conceito de divindade assumiu, ao longo dos séculos, várias concepções, evoluindo desde as formas mais primitivas provenientes das tribos da antiguidade até as dogmáticas definições das religiões.

Divindade é, segundo quem nela crê, algum ser sobrenatural, mitológico, com poderes especiais, superior, criado espontaneamente ou por outra divindade; cuja imagem, muitas vezes, é tida como semelhante à do homem. Cultuado, é tido como o santo, divino ou sagrado, e/ou respeitado por seres humanos. Normalmente, as divindades são percebidas como superiores aos seres humanos, controlando ou sendo superiores à própria natureza. Divindades assumem uma variedade de formas, mas são frequentemente antropomorfas ou zoomorfas. Uma divindade pode ser masculina, feminina, hermafrodita ou neutra, mas é usualmente imortal. Por vezes, as divindades são identificadas com elementos ou fenômenos da natureza, virtudes ou vícios humanos ou ainda atividades inerentes aos seres humanos. Além disso, é usual que uma determinada divindade presida sobre aspectos do cotidiano do homem, como o nascimento, a morte, o tempo, o destino etc.

Vamos estudar hoje Gogue e Magogue, ou Gog e Magog, (hebraico: גּוֹג וּמָגוֹג; árabe: يَأْجُوج وَ مَأْجُوج) aparecem no livro de Gênesis, nos livros de Ezequiel, Apocalipse e no Alcorão. São muitas vezes apresentados como o nome de um príncipe, ou de um líder, ou ainda de um povo que habitava em uma região denominada Meseque e Tubal, respectivamente. Eles também aparecem na mitologia e no folclore.

Magogue ou Magog é citado na Tábua das Nações em Gênesis 10:2 como o epônimo antecessor de uma pessoa ou nação: "Os filhos de Jafé são: Gomer, Magogue, Madai, Javã, Tubal, Meseque e Tiras.". Gogue ou Gog é citado como descendente de Rúben (filho mais velho do patriarca Jacó) em 1 Crônicas 5: 3 e 4. Gogue e Magogue aparecem juntos no livro de Ezequiel no capítulo 38, versículos 2 e 3.

"2. Filho do homem, dirige o teu rosto contra Gogue, terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque e Tubal e profetiza contra ele.". 3. "E disse: Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu sou contra ti, ó Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal.".

No Judaísmo

Para as turmas dos teiros Gogue, o príncipe, é explicado por Rashi, Radak (David Kimhi) e outros como o rei da nação de Magogue, descendente de Magogue, filho de Jafé, que é filho de Noé. Não há nação particular associada com eles, nem nenhum território particular além do norte de Israel. No livro Antiguidades Judaicas, o historiador judeu, "Flávio Josefo" identifica Magogue com os citas, nome que era usado na antiguidade para definir um número de pessoas provenientes do norte do Mar Negro. O Talmude e o Midrash também tratam da localização de Magogue, e usa os nomes Gytia (גיתיא) e Germânia (גרמניא), identificados por alguns estudiosos como Carmânia e Sattagydia, regiões atualmente localizadas no leste do Irã e Baluchistão, que é também chamado de Sakastan, que significa "casa dos citas" (nome que Flávio Josefo dava aos Magogues).

No Cristianismo

Magogue foi o neto de Noé (Gênesis 10:2). O povo de Magogue é descrito como um povo guerreiro (Ezequiel 38:15; 39:3-9). Gogue e Magogue são descritos em Ezequiel 38-39 e em Apocalipse 20:7-8. Enquanto essas duas instâncias carregam ou sustentam o mesmo nome, um estudo mais claro das escrituras mostra evidentemente que eles não se referem à mesma pessoa ou eventos. Na profecia de Ezequiel, Gogue seria um líder de um grande exército que ataca a terra de Israel. Gogue é descrito como "da terra de Magogue, príncipe de Meseque e Tubal" (Ezequiel 38:2-3). Em Ezequiel, a batalha de Gogue e Magogue ocorre no período da tribulação. A evidência mais forte nesse conceito é que o ataque pode ter acontecido quando Israel estava em paz (Ezequiel 38:8, 11). De acordo com Ezequiel, essa era uma nação que tinha segurança e pôs à prova suas defesas. Quando Israel pactuou com a Besta ou Anticristo, em efeito do começo da Profecia das 70 Semanas (também conhecido com 7 anos de tribulação, Daniel 9:27ª), Israel poderia estar em paz. Possivelmente a batalha ocorreria na metade do período de sete anos. De acordo com Ezequiel, Gogue foi derrotado por Deus nas montanhas de Israel. O abate seria tão grande que levaria sete meses para enterrar todos os mortos (Ezequiel 39:11-12). Gogue e Magogue são mencionados novamente em Apocalipse 20:7-8. O uso duplicado dos nomes Gogue e Magogue em Apocalipse é para mostrar que aquelas pessoas demonstraram a mesma rebelião contra Deus e antagonismo para com Ele assim como em Ezequiel 38-39. O livro de Apocalipse usa a profecia de Ezequiel sobre Magogue para mostrar os últimos tempos, o ataque final à nação de Israel (Apocalipse 20:8-9). O resultado final dessa batalha é que tudo será destruído, e Satanás será lançado no lago de fogo e enxofre (Apocalipse 20:10).

No Islamismo

Gogue e Magogue aparecem no Alcorão sura Al-Kahf (A caverna), 18:83-98, como Yajuj e Majuj (Ya'jūj e Ma'jūj ou يَأْجُوج وَ مَأْجُوج, em Árabe). De acordo com a tradição islâmica, Gogue e Magogue são “Filhos de Adão” Sahih al-Bukhari e seres humanos, que podem ser soltos quando uma pessoa retorna a uma cidade que foi destruída e eles são banidos de lá. Alguns estudiosos acreditam que essa cidade seja Jerusalém. Eles teriam grandes poderes e quando liberados poderiam causar a corrupção na sociedade. Alguns estudiosos muçulmanos alegam que o Gogue de Ezequiel, versículo 38:2, deve ser lido Yajuj (há uma maqaph (מקף) ou hífen imediatamente antes de Gogue na versão hebraica, que em algumas impressões parece a letra hebraica "yod", ou "Y") Segundo alguns intérpretes desses versículos corânicos, Dhul-Qarnayn (aquele com dois chifres ou duas idades - quem impacta em duas épocas), viajou o mundo em três direções, até que encontrou uma tribo ameaçada por Gogue e Magogue, que eram de uma "natureza má e destrutiva" e "causou grande corrupção sobre a terra". O povo ofereceu tributo em troca de proteção. Dhul-Qarnayn concordou em ajudá-los, mas recusou a homenagem. Ele construiu uma grande muralha que as nações hostis eram incapazes de penetrar. Eles vão ficar presos lá até o doomsday, e sua saída será um sinal do fim. A conta do Alcorão de Dhul-Qarnayn segue de muito perto a Portas de Alexandre, história do romance de Alexandre, uma compilação cuidadosamente enfeitada de Alexandre, o Grande.

Na Bíblia, Gogue e Magogue representam os inimigos do povo de Deus. No fim dos tempos, esses inimigos se reunirão para lutar contra o povo de Deus, tentando destruí-lo. Mas, no fim, Deus trará vitória e destruirá todos os inimigos. Os nomes Gogue e Magogue ganharam destaque por causa de uma profecia no livro de Ezequiel e uma referência no livro de Apocalipse. Nessas duas profecias, Gogue e Magogue lideram um exército que ataca Israel, no fim dos tempos. A Bíblia não nos diz a identidade de Gogue e Magogue. A única coisa que a Bíblia diz é que vêm do norte. Qualquer teoria sobre sua identidade é apenas especulação. Com profecias sobre o futuro, é difícil dizer o que é literal e o que é metafórico. A batalha do fim dos tempos poderá ser física, espiritual ou as duas. Por isso, é difícil dizer se Gogue será um homem ou algum espírito maligno.

A Bíblia não nos diz a identidade de Gogue e Magogue. A única coisa que a Bíblia diz é que vêm do norte. Qualquer teoria sobre sua identidade é apenas especulação. Com profecias sobre o futuro, é difícil dizer o que é literal e o que é metafórico. A batalha do fim dos tempos poderá ser física, espiritual ou as duas. Por isso, é difícil dizer se Gogue será um homem ou algum espírito maligno. É igualmente difícil dizer onde fica Magogue. Algures mais ou menos a norte de Israel é uma indicação muito vaga. Magogue poderá se referir a um país, um povo mais ou menos unido ou a algum tipo de movimento espiritual. As possibilidades são muito variadas e provavelmente não saberemos o que Gogue e Magogue realmente são até o momento em que esses eventos acontecerem. O mais importante da mensagem de Gogue e Magogue é que Deus é mais poderoso que todos os seus inimigos. No fim, Deus traz livramento.

Sionismo

Pergunte à maioria das pessoas sobre o "Sionismo" e elas dirão "esses são os judeus", mas embora esta seja a impressão que as redes "Rothschilds" na política e na mídia têm procurado com muito sucesso "Vender Para Os Trouxas" como "Conhecimento Comum", não é verdade. Representa apenas uma minoria deles e muitos outros que não são judeus. O sionismo "Rothschild" em sua expressão pública é uma ideologia política baseada em uma pátria para o povo judeu na Palestina e uma crença de que os judeus são a "Raça Escolhida" de "Deus" (sinônimo de "Todo Poderoso"), com um direito dado por "Deus" à "Terra (planeta e não apenas uma região) prometida" de Israel (historicamente isso é um absurdo , como mostro nessa matéria).


O Que É Gogue & Magogue

sábado, 7 de agosto de 2021

OS ROTCHSCHILDS ENVOLVIDOS COM A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

 

Acredita-se que no Renascimento modelos políticos e econômicos levaram à criação de entidades financeiras que hoje são as corporações mais poderosas do planeta. No entanto, para além da rede "Político-Empresarial" e por trás das corporações, existe um "Núcleo Forte", base do poder hegemônico, que se perpetra quase exclusivamente de modo filial: São as famílias que controlam o mundo.

Os Rothschild: Embora muitos afirmem que eles possuem antecedentes quase ancestrais, é possível identificar o começo oficial dessa dinastia em meados do século XVIII, chefiada pelo banqueiro alemão de "Origem Judaica - Mayer Amschel Rothschild", chamado pela "Revista Forbes" como "O Pai Fundador das Finanças Internacionais". Desde então, o clã se mantém na cúpula da oligarquia planetária e possui uma influência determinante na "Reserva Federal dos EUA", assim como nas finanças britânicas.

O primeiro membro da família que ficou conhecido por usar o nome "Rothschild" foi Izaak Elchanan Rothschild, nascido em 1577. O nome significa "Escudo Vermelho" em alto-alemão antigo.

A ascensão da família para a preeminência internacional iniciou-se em 1744, com o nascimento de Mayer Amschel Rothschild em Frankfurt am Main, Alemanha. Foi filho de Amschel Moses Rothschild (nascido cerca 1710), um cambista que havia negociado com o Príncipe de Hesse. Nascido no gueto judaico (chamado "Judengasse"), Mayer construiu uma casa de finanças e espalhou seu império por instalar cada um de seus cinco filhos nos principais centros financeiros europeus, para conduzir negócios.

Nota: O primeiro membro da família que ficou conhecido por usar o nome "Rothschild" foi "Izaak Elchanan Rothschild", nascido em 1577. O nome significa "Escudo Vermelho" em alto-alemão antigo.

A ascensão da família para a preeminência internacional iniciou-se em 1744, com o nascimento de "Mayer Amschel Rothschild" em "Frankfurt am Main, Alemanha". Foi filho de "Amschel Moses Rothschild" (nascido cerca 1710), um cambista que havia negociado com o "Príncipe de Hesse". Nascido no "Gueto Judaico" (chamado "Judengasse" - na maioria das cidades europeias, bairro onde todo judeu era obrigado a residir), Mayer construiu uma casa de finanças e espalhou seu império por instalar cada um de seus cinco filhos nos principais centros financeiros europeus, para conduzir negócios.

Você sabia que quem "Patrocinou - Criou Hitler" foram os "Rotchschilds"?! O verdadeiro coração da máquina de guerra de "Adolf Hitler" era a gigante química, "I.G. Farben", que tinha um braço americano que era controlado pelos "Rothschilds" através de seus "lacaios", os "Warburgs". "Paul Warburg", que manipulou à existência o privadamente-controlado "Banco Central" da América", o "Federal Reserve", em 1913, estava na direção da "I.G Americana". De fato, a "I.G. Farben de Hitler", que controlava o campo de "Trabalho Escravo" em Auchwitz, era, na realidade, uma divisão da "Standard Oil", oficialmente pertencente aos "Rockefellers", mas na verdade o império "Rockefeller" foi trazido à existência, criado, inventado pelos... "Rothschilds". Veja "E A Verdade Vos Libertará" e "O Maior Segredo", para o pano de fundo detalhado desse e de outros aspectos dessa história. Os "Rothschilds" também possuíam as agências de notícias alemãs durante ambas as "Guerras Mundiais" e portanto controlavam o fluxo de "Informação" para os alemães e o mundo externo. Incidentalmente, quanto as "Tropas Aliadas" entraram na "Alemanha", eles descobriram que as fábricas da "I.G. Farben", o verdadeiro núcleo da operação de guerra de "Hitler", não tinham sido atingidas por bombardeios em massa, bem como as fábricas da "Ford" - outra empresa "Illuminati" que apoiava "Adolf Hitler". Outras fábricas nas proximidades tinham sido demolidas por ataques de bombas.

Nota: Então a força por trás de "Adolf Hitler", no interesse da "Illuminati", era a "Casa de Rothschild", essa linhagem "Judaica" que diz apoiar e proteger a fé e o povo judeu. De fato eles doentiamente usam e abusam do povo judeu para os seus próprios fins horríveis.

Obs.: A história oficial é meramente um véu para esconder a verdade do que realmente aconteceu. Quando o véu é levantado, repetidamente nós vemos que não apenas a versão oficial não é verdadeira, freqüentemente ela é 100% errada.

Emmanuel Macron - Atual Presidente Da França - 2021

"Emmanuel Jean-Michel Frédéric Macron" (Amiens, 21 de dezembro de 1977) é um político, funcionário público e banqueiro francês, atual presidente do seu país. "Macron" estudou filosofia na "Universidade de Paris X - Nanterre", concluiu um mestrado em políticas públicas no "Instituto de Estudos Políticos de Paris", e depois se formou na "Escola Nacional de Administração" em 2004. Em seguida, passou a trabalhar na "Inspeção-Geral de Finanças" antes de se tornar um "Sócio do Banco Rothschild".

Voltando à "Adolf Hitler"... "O pai de Adolf, Alois Hitler, era o filho ilegítimo de Maria Anna Schicklgruber. Era geralmente suposto que o pai de Alois Hitler (Schicklgruber) era Johann Georg Hiedler. Há algumas pessoas que duvidam seriamente que Johann Georg Hiedler era o pai de Alois... (um documento austríaco foi) preparado que provava que Maria Anna Schicklgruber estava vivendo em Vienna na época em que ela concebeu. Nesse tempo ela estava empregada como criada na casa do Barão Rothschild. Logo que a família descobriu sua gravidez ela foi mandada de volta para casa... onde Alois nasceu.".

De acordo com um livro de um psicanalista, "Walter Langer", chamado a "Mente De Hitler", não apenas "Hitler" foi apoiado pelos "Rothschilds", ele "Era Um Rothschild". Esta revelação cai como uma luva com as ações dos "Rothschilds" e outras linhagens "Illuminati Na Alemanha" que trouxeram "Hitler" à frente como ditador daquela nação. Ele também era apoiado pela "Família Real Britânica", a "Casa de Windsor" (na verdade a "Casa Alemã de Saxe-Coburg-Gotha") e essas incluíam o "Herói De Guerra" real britânico "Lorde Mountbatten Rothschild" e um "Satanista". Seus parentes reais na "Alemanha", que você nunca pensaria que normalmente apoiariam um aparente homem da rua como "Hitler", estavam entre seus apoiadores mais entusiasmados. Mas, naturalmente, eles sabiam quem ele realmente era. Quando você faz qualquer estudo sobre a obsessão dos "Illuminatis" com linhagem genética, você logo vê que não há possibilidade nenhuma de "Adolf Hitler" não ser um deles.

Dos filhos de "Mayer Amschel Rothschild" que empreenderam, "Nathan Mayer Rothschild" (1777–1836), foi a aquele que obteve o maior sucesso nos negócios. Havendo cada um dos filhos de "Mayer" estabelecido uma filial bancária nos principais centros de negócios da "Europa", os "Rothschilds" foram de fato o primeiro banco a ter operações internacionais, em diversos mercados. "Nathan" foi um pioneiro em finanças internacionais e utilizando-se de uma rede de correspondentes para se comunicar com seus irmãos, atuou como uma espécie de "Banco Central da Europa" – Intermediando compras para Reis, socorrendo bancos centrais dos países europeus e financiando projetos de infraestrutura como ferrovias, que ajudaram o começo da revolução industrial.

"Nathan" se estabeleceu na "Inglaterra Em 1798". Primeiramente ele fundou uma companhia têxtil com capital de £20.000 (que seriam equivalente hoje em dia a £1,9 milhões) Ele também começou uma operação de corretora de valores na bolsa de "Londres" — a "London Stock Exchange" e posteriormente, em 1811 fundou um banco "O N M Rothschild & Sons Ltd". que segue controlado pela família "Rothschild" até os dias de hoje. Em 1818, ele garantiu um empréstimo de 5 milhões de libras (equivalente a 340 milhões de libras em 2017) para o governo da Prússia, e a emissão de títulos para empréstimos para governos foi uma marca dos negócios de seu banco. Ele ganhou uma posição de tal poder na cidade de Londres que, em 1825-26, conseguiu fornecer moeda suficiente para o "Banco Da Inglaterra", a fim de evitar uma crise de liquidez no mercado. Assim como os demais bancos abertos na "Europa" pela família "Rothschild", o "N M Rothschild & Sons" forneceu crédito a governos durante épocas de guerra e crises.

"Nathan Meyer Rothschild" é reconhecido pelo seu papel na defesa do fim do tráfico de escravos, financiando a emissão de 15 milhões de libras esterlinas que eram necessária para aprovar a "Lei de Abolição da Escravatura em 1833".

Os "Rothschilds" possuíam enorme prestigio no mercado financeiro internacional e uma grande fortuna antes do inicio das guerras "Napoleônicas" (1803–1815), e a família já possuía proeminência no comércio de ouro nesta época. De "Londres", entre 1813 e 1815, "Nathan Mayer Rothschild" foi essencial em financiar praticamente sozinho a "Campanha Militar Britânica", organizando o envio de barras de ouro para o exercito do "Duque De Wellington" em toda "Europa", assim como organizando o pagamento de subsídios financeiros britânicos aos seus aliados continentais. Apenas em 1815, os "Rothschilds" providenciaram £9,8 milhões (equivalente a cerda de US$10,1 bilhões em 2017) em "Empréstimos Subsidiados" a aliados britânicos.

Os irmãos que estavam estabelecidos nos principais centros financeiros europeus (Londres, Viena, Paris, Frankfurt e Nápoles) desenvolveram uma rede de agentes, transportadores e correios para o transporte de ouro por todo o continente. A rede da família possibilitou a "Nathan Rothschild" obter informações políticas e financeiras à frente de seus pares, proporcionando-lhe uma vantagem nos mercados financeiro e tornando a casa de "Rothschild" ainda mais inestimável para o "Governo Britânico".

Em uma oportunidade, a rede familiar permitiu que "Nathan" recebesse em "Londres" a notícia da vitória de "Wellington na Batalha de Waterloo" um dia antes dos mensageiros oficiais do governo. A primeira preocupação de "Rothschild" nessa ocasião não foi a potencial vantagem financeira que o conhecimento lhe daria; ele e seu mensageiro imediatamente levaram a notícia ao governo.

"Nathan Rothschild" calculou que a futura redução do endividamento do governo provocada pela paz criaria um salto no preço dos títulos do governo britânico. No que foi descrito como um dos movimentos mais audaciosos da história financeira, "Nathan" imediatamente comprou títulos do governo, para após dois anos vendê-los no pico do mercado em 1817 obtendo um lucro de cerca de 40%. Dado o enorme poder de alavancagem que a família "Rothschild" tinha à sua disposição, esse lucro foi enorme.

Os negócios da família "Rothschild" foram instrumentais durante o processo de industrialização da "Europa", por exemplo no apoio a construção de sistemas ferroviários em todo o mundo e no financiamento de projetos complexos para o governo como o "Canal de Suez".

A família "Rothschild" esteve diretamente envolvida na "Independência Do Brasil" no início do século XIX. Pelo acordo com o governo português, o governo brasileiro deveria pagar uma indenização de dois milhões de libras esterlinas ao Reino para que Portugal aceitasse a independência do Brasil. "A N M Rothschild & Sons" foi proeminente em levantar este capital para o governo do recém-formado "Império Do Brasil". Uma correspondência de "Samuel Phillips & Co., em 1824, sugere o envolvimento próximo dos Rothschilds na ocasião".

Fonte: Pesquisa No Google!


A História Dos Rotchschilds

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

TALVEZ VOCÊ ESTEJA SENDO MANIPULADO SÓ NÃO PERCEBEU AINDA

Imagine uma panela cheia de água fria na qual, nada tranquilamente, uma pequena rã. Um pequeno fogo debaixo da panela e a água aquece muito lentamente. Pouco a pouco, a água fica morna e a rã, achando isto bastante agradável, continua a nadar.

A temperatura da água continua subindo. Agora a água está quente, mais do que a rã pode apreciar, sente-se um pouco cansada, mas não obstante, isso não a assusta. Agora a água está realmente quente e a rã começa a achar desagradável, mas está muito debilitada, então aguenta e não faz nada.

A temperatura continua a subir, até que, a rã acaba simplesmente cozida e morta.

Se a mesma rã tivesse sido lançada diretamente na água a 50 graus, com um golpe de pernas teria pulado imediatamente da panela.

Isto mostra que, quando uma mudança acontece de um modo suficientemente lento, escapa à consciência e não desperta, na maior parte dos casos, qualquer reação, oposição, ou revolta.

Se nós olharmos para o que tem acontecido em nossa sociedade, durante algumas décadas, podemos ver que nós estamos sofrendo um lento modo de viver ao qual nós nos acostumamos.

Uma quantidade de coisas que nos teriam horrorizado há 20, 30 ou 40 anos atrás, foram pouco a pouco banalizadas e hoje elas perturbam ou apenas deixam completamente indiferente a maior parte das pessoas.

Em nome do progresso, da ciência e do lucro são efetuados ataques contínuos às liberdades individuais, à dignidade, à integridade da natureza, à beleza e à alegria de viver, lentamente mas inexoravelmente, com a constante cumplicidade das vítimas, desavisados e agora incapazes de defender-se.

As previsões para nosso futuro, em vez de despertarem reações e medidas preventivas, não fazem outra coisa a não ser a de preparar psicologicamente as pessoas a aceitarem algumas condições de vida decadentes, aliás dramáticas.

O martelar contínuo de informações da mídia satura os cérebros que não podem distinguir mais as coisas...

Obs.: Quando eu falei pela primeira vez destas coisas, a mais ou menos 10 (Dez) anos atrás nas redes sociais, era para um amanhã... Agora, é para hoje!!!

Talvez você esteja sendo manipulado, só não percebeu ainda. Explicaremos alguns dos sinais de que isso pode estar acontecendo e daremos dicas do que fazer caso você identifique uma situação assim.

Consciente ou Cozido, precisa escolher... Então... Se você não está, como a rã, já meio cozido, dê um golpe de pernas e pule fora do "Sistema" antes que seja tarde!!!

A ELITE NA IMPLANTAÇÃO DA NOVA ORDEM MUNDIAL

Os caras que manipularam a primeira e a segunda guerra foram os Rothschilds, o que está acontecendo hoje, o que estamos vendo, são os princípios do "Comunismo", na verdade é um "Comunismo" reformado, modificado.

O que estão fazendo é um reset na história e também no ser humano, é fundamental prestarmos a atenção nas narrativas da mídia e dos governos, a importância da narrativa é fundamental.

Quem têm vinte e poucos anos, foi criado em um mundo digital e virtual, por esse motivo a lavagem cerebral funciona mais rápido com os jovens, nós que somos da era analógica temos uma forma de ver a vida totalmente diferente dos jovens.

Obs.: Nós da era analógica, aprendemos a sonhar e discernir o sonho da realidade, já os jovens não possuem essa capacidade que possuímos!

A "Revolução Industrial" nada mais foi do que um reset como o que estamos vivenciando hoje, isso faz parte da história que é a todo momento modificada, pois estamos numa Matrix, o alvo desse reset foram os jovens.

A humanidade vem caminhando de forma controlada na história, com certeza existe uma manipulação no comportamento humano, dês dos primórdios da história. O que azedou o pé do frango e atrapalhou de certa forma os planos da "Elite" na implantação da "Nova Ordem Mundial", foi o despertar de uma grande porcentagem da população mundial, principalmente os da era analógica. Vamos refletir um pouco sobre a história, a presença de "Karl Marx" e o despertar da maioria que eram até consideradas "Animais" pela "Elite" que dominava e ainda domina o Mundo.

Entender os fundamentos da sociedade moderna só será possível ao se lançar uma análise não apenas sobre a atualidade, mas traçando uma linha do tempo desde o homem primitivo até a "Matrix" dos dias atuais. Analisar a origem do estado de servidão voluntária na modernidade é imprescindível para se entender que este jugo permanece sobre todos, direta ou indiretamente; e contrariamente aos vassalos de outrora, os atuais não se apercebem disso.

Nota: "A opressão do homem pelo homem iniciou-se com a opressão da mulher pelo homem", (Karl Marx - Crítica Social).

Anterior àquilo que propõe "Karl Marx", a exploração da espécie humana sob seu semelhante se deu quando o mesmo percebeu que poderia explorar a força animal ao seu favor, facilitando assim seu trabalho diário. De mero coletor como os demais espécimes que viviam ao seu derredor, em dado momento o ser humano passara a dominar técnicas de produção e a subjugar outros seres com os quais dividia espaço. Seja como alimento, força motriz, ou outro fim qualquer, este modo de produção se tornou imprescindível, no entanto, supria quando muito a necessidade de ambos; do animal e seu dono (a Elite).

Todavia o ser humano não é um espécime que se contenta apenas com subsistência, este sente uma necessidade lógica de reservas, uma garantia para eventual superveniência que lhe pudesse dificultar a aquisição ou privar-lhe o sustento. Com este modo primitivo de produção talvez se alcançasse uma reserva, mas longe de ser estável e confortável. Para o conforto almejado seria necessário um excedente; mas como conseguir este excedente se os meios de produção eram limitados?!

Obs.: Desta “Necessidade”, surge a ideia de se valer da força humana para este fim, pois esta era capaz de produzir além do que consumia e o melhor, passível de apuração de técnicas produtivas.

Difícil tarefa seria conseguir tal mão de obra, uma vez que os demais homens também encontravam dificuldade para cuidar de suas próprias vidas e certamente não disporiam de seu tempo e esforço em prol de outrem. Não restava alternativa senão, por meio da força, obrigar outros seres humanos a produzir o tão almejado excedente que nunca satisfaria as necessidades humanas que estariam por vir.

Durante muito tempo fora sustentada a hipótese de que alguns seres humanos na verdade eram animais, pois se portavam como tal (eram xucros e analfabetos). Aqueles que não apuravam suas técnicas produtivas e viviam como meros coletores, eram semelhantes aos demais animais, já que não apresentavam nenhuma capacidade de domínio sobre as circunstâncias, tampouco de prover-se para o futuro. Estes sofriam as intempéries como qualquer outra besta, não demonstrando nenhum raciocínio lógico para com o meio no qual viviam, logo, seriam animais com mera aparência humana, então, nada mais justo que também subjugá-los. Todavia, existe 1 (Um) problema neste modo de produção!

Assim como o gado confinado, o ser humano como qualquer outro animal em cativeiro, devido às condições estressantes do cárcere, tem seu metabolismo alterado. Estes são acometidos de intensa apatia e conseqüentemente; perda de produção. O Gado (ser humano) ou demais animais quando criados em liberdade possuem processo metabólico diferente ao dos confinados, o organismo daqueles age normalmente enquanto o destes últimos, devido à quantidade de toxinas despejadas na corrente sanguínea, fica comprometido. No caso dos bovinos, por exemplo, quando em condições mais saudáveis de manejo, a produção de leite não fica limitada devido a alterações hormonais, agressões mútuas, ou enfermidades originadas pelo stress.

A maior parte das enfermidades que acometem os mamíferos é de origem psicossomática e não meramente física. De todas as moléstias conhecidas, aquela que não advêm de algum distúrbio psicossomático, será necessariamente de origem congênita, patogênica ou geneticamente transferida. A abolição da escravatura não foi um momento de lucidez na mente daqueles que possuíam os meios de produção, mas sim, da difícil e amarga certeza de que somente “Livre”, O Gado poderia produzir mais e melhor.

Dada a abolição formal, como a maioria dos escravos era trazida de longe das localidades para as quais foram arremetidos, por não permitirem nenhuma organização social entre eles (sobretudo nos EUA, no Brasil era ao contrário), só lhes restava continuar na mesma vida miserável que levavam, por vezes até pior, pois agora não tinham nem sequer um amo que os alimentassem. Tal fato repercutira como uma vitória para seus antigos donos; nem mesmo o custo da ração diária lhes pesava, pagavam o que queriam, como, quando, e se assim o desejassem.

A estratégia para barganhar mão de obra agora deveria ser outra. Aquele que quisesse aumentar sua produção deveria investir nisto, ou seja, assalariar mão de obra. Parecia loucura, mas era o único modo de fazer com que homens “Livres” trabalhassem em favor de outro (a Elite). Quem oferecesse um pedaço de pão maior, teria um exercito de miseráveis a seu serviço, além de gratos a tamanha generosidade que não lhes era dispensada por seus antigos donos. No cenário atual a situação é semelhante. Devido ao mercado competitivo e o crescente índice de desemprego, os servos modernos se predispõem a condições de labor aviltantes, por vezes, despercebida devido ao grau de alienação destes.

Um ardil usado para se manter homens livres escravizados e que se mantém corrente, está no fato que agora estes homens pensam que não são mais escravos, logo, deveriam se portar, se vestir, educar-se, comer, pensar e agir como homens livres, membros de "Uma Sociedade". Para tanto, aqueles que possuíam apenas alguns trapos cobrindo seus corpos, tomavam empréstimos e financiavam suas compras, tornando-se devedores antes mesmo de receberem seus salários. Estes não percebem que devendo seus credores, novamente estão se tornando escravos destes, dívida esta que por sinal só tende a aumentar, assim como as imposições sociais dentre outros fatores, sobretudo natalidade. Lembrando que os mesmos patrões são os que possuem os meios de produção, portanto todo o salário pago é revertido ao mesmo dono.

Assim como a abolição, de igual modo o movimento feminista pregando a liberdade da mulher, mascarava outro intuito por parte daqueles que outrora negavam esta mesma liberdade, sendo este, a taxação da parte da população com capacidade ativa até então ociosa. A inserção da mão de obra feminina no mercado de trabalho de forma massiva, nada mais era que uma forma de produção a baixo custo, e, atrelada a um relevante fator que deve ser preponderado, qual seja, a desestruturação familiar.

Devido ao fato de ambos, pai e mãe, trabalharem fora, estes não possuem convívio familiar com seus filhos, então, não poderão futuramente cobrar destes a suposta educação que queriam. Desde a infância as pessoas estão à mercê do sistema, que por sua vez, usurpa o lugar de educador se tornando catequizador das massas. A metodologia de ensino atual, paradoxalmente, escolástica, forma seres hábeis o bastante para operar um sistema seja ele qual for, mas nunca suficientemente inteligentes para formarem juízo valorativo próprio e se porventura acreditam que o fazem, muitas das vezes estão simplesmente seguindo outra proposta do sistema já arquitetado.

Ao se observar todo este cenário, é perceptível que o homem moderno vive em uma condição análoga a de escravo, já que a maioria recebe o mínimo para sua sobrevivência, suficiente apenas para mantê-los vivos para mais outro dia de trabalho. Ao menos, os escravos de outrora tinham consciência de sua condição servil, os atuais sequer percebem, pois as sombras da caverna moderna são infinitamente mais intensas. 

Traçado um paralelo entre a sujeição de outrora e a atual, conjuntamente com o preconizado na "Constituição da República Brasileira", é perceptível uma dicotomia entre o formalizado e o consubstanciado nesta sociedade.

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