terça-feira, 29 de junho de 2021

A MORTE DE LAZARO BARBOSA FOI QUEIMA DE ARQUIVO

 

Corpo de Lázaro Barbosa, crivado de balas!

Provavelmente, nunca saberemos quais as motivações dos crimes imputados a "Lázaro Barbosa". Porque ele já estava condenado à morte quando a caçada a ele iniciou-se, há 20 dias. Julgado e condenado pela grande mídia como maníaco, serial killer, estuprador e praticante de magia negra, mas na verdade ele era um matador profissional e trabalhava para ricos fazendeiros... "Lázaro Barbosa" foi alvejado por no mínimo 38 tiros. A polícia diz que ele descarregou a arma que teria em mãos nos policiais. Seriam 6 tiros disparados por uma pessoa contra os tiros de fuzis de 270 policiais fortemente armados.

Obs.: A própria polícia admite que "Lázaro Barbosa" gastou todas as balas que havia em sua arma. Ou seja, ele não poderia mais apresentar risco de vida aos policiais que participaram da operação de captura.

Mas, em vez de capturá-lo com vida, a polícia optou por executá-lo. Trata-se do mesmo modus operandi usado contra o miliciano "Adriano da Nóbrega", homenageado em 2005 por "Flavio Bolsonaro" com a medalha "Tiradentes", a maior honraria do Estado do Rio de Janeiro, comumente atribuída a pessoas que prestaram serviços relevantes ao Estado. Bandido, miliciano, "Adriano da Nóbrega" chegou a ser investigado pelo assassinato de "Marielle Franco". Mas nada falou sobre esse crime. Com a execução dele, em fevereiro de 2020, seus parceiros de crime estão sossegados: ele nunca mais falará nada.

Foi também assim com "Wellington da Silva Braga", o Ecko, amigão do peito de "Adriano da Nóbrega", comandante da maior milícia do Rio de Janeiro. Capturado com vida pela polícia militar, Ecko apareceu morto alguns instantes depois. Para explicar a morte de Ecko, a polícia divulgou a seguinte versão: Já preso, ao ser transportado de van para o helicóptero que o levaria ao hospital, ele tentou tirar a arma da mão de uma policial.

Para impedir a reação do miliciano, outro policial atirou novamente. O miliciano chegou morto à unidade de saúde na Zona Sul, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Mais um arquivo queimado.

Essas mortes silenciosas, somente presenciadas pela polícia, precisam ser investigadas, apesar de todo o humor linchador que tomou conta da grande mídia, particularmente aquela que vive do sensacionalismo barato.

Mas a caçada a "Lázaro Barbosa" animou até mesmo a apresentadora "Ana Maria Braga" a tentar tirar uma casquinha no campo do sensacionalismo. Afinal, vale tudo pela audiência… Todos os dias, o programa "Mais Você", apresentado por Ana Maria, começava com um relato sobre os avanços da polícia no encalço de "Lázaro Barbosa". O resultado desse conluio foi tenebroso, e essa tal caçada gerou audiência, mídia, grana, dinheiro para algumas pessoas, fez o "Gado" esquecer por alguns dias o tal "COVID-19".

A repórter da "TV Globo" foi flagrada hoje, dançando animada, depois da morte de Lázaro. Policiais comemoraram a morte de Lázaro e postaram fotos e vídeos de sua festinha pela morte de Lázaro. E houve até carreata e buzinaço em frente ao IML de Goiânia, pessoas soltando fogos e motoristas buzinando na frente do instituto onde corpo de "Lázaro Barbosa" chegou na capital goiana para exames.

É interessante observar essa revolta popular contra "Lázaro Barbosa", acusado de matar uma família, e de cometer mais um monte de crimes sem que haja comprovação de sua participação em nenhum deles. Tudo resume-se à versão da Polícia Militar de Goiás.

Paradoxalmente, a poucos quilômetros dali onde o Lázaro atuava, temos o palácio do Planalto. Sentado na cadeira presidencial está um alucinado acusado de ser responsável por muito mais do que meia dúzia de mortes. Já são mais de 500 mil óbitos. Mas essas mortes, essas mortes a "TV Globo" não quer vingar. Porque é cúmplice desse massacre, a caçada da polícia para pegar Lazaro, gerou audiência!

Mais fácil colocar um “Judas” como Lázaro para ser malhado em praça pública.

Alivia a angústia de viver neste "País Injusto e Cruel", ver um homem negro ser morto, acusado como maníaco, serial killer, estuprador e praticante de magia negra. Afinal, o que é um corpo negro crivado de balas? E segue o show de horrores.

A grande mídia ajudou a construir a narrativa para linchar "Lázaro Barbosa". Veja como:

1) Uma pessoa começa a aterrorizar propriedades rurais, com assassinatos e invasões. Ok. Disso se deu o início da mistificação. Tratava-se de um monstro violento.

2) As buscas começam a dar errado, por ser uma área grande e de baixa densidade de ocupação, além de possuir várias possibilidades de refúgio. A cobertura da imprensa enveredou para uma falsa correlação do sujeito com o “sobrenatural”, que seria o motivo e os meios para seus ataques. Disso foi um pulo para o racismo religioso (com ataques e depredações contra terreiros de religiões de matriz africana). Relações que foram desmentidas.

3) O estrago já estava feito. Ele era um ser que escapava da força-tarefa colossal (PMs de vários estados colaborando, Polícia Civil, Força nacional, Polícia Federal) por conta de tudo, menos da incapacidade policial.

4) Reviravolta. Surgem indícios (a prisão de um fazendeiro que supostamente deu guarida) de que ele poderia estar a serviço do agronegócio da região, visando à obtenção de terras.

4.1) A relação, que tão fácil se criou entre as raízes sobrenaturais e religiosas e as motivações dos ataques, não foi estabelecida para os ataques e os interesses imobiliários.

5) Estava ficando feio. Os 270 policiais não estavam conseguindo realizar o básico de um trabalho de inteligência. Intensifica-se a explicitação de que seria aceitável um desfecho sangrento. Um confronto entre os policiais e o Mal encarnado poderia acabar em execução (e seria ok).

6) Hoje as possibilidades de investigação se encerram.

Agora falemos da mídia.

A função social que dá legitimidade para a mídia é a de fiscalização e denúncia sobre eventuais infrações à atuação constitucional por parte dos agentes de Estado.

Nota: Ela não pode, diferente do "Zé do bar", clamar por uma caçada humana. Ela não pode, diferentemente do "Zé do bar", justificar uma execução. E, muito menos, ela não pode, diferente do "Zé do bar", comemorar, uma execução.

Mas ela fez tudo isso. E mais um tanto.

A morte de um ser humano, definitivamente, não deve ser comemorada. Quando a comemoramos, celebramos a desumanização da população. Só sobra a barbárie e essa estória está muito mal contada, se ele era um "Matador Profissional" (matava por dinheiro), quem o contratava? R: Ricos Fazendeiros, Ricos Empresários ou Políticos e etc.. Mas por quê o mataram e não foi preso vivo para um julgamento?

Estranho né?! 

Reportagem da "Rede Globo": Lázaro Barbosa Sousa, de 32 anos, foi morto pela polícia, depois de mais um confronto com agentes que integram a força-tarefa criada para procurá-lo. Após ser baleado, ele chegou a ser encaminhado para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos (mentira ele já estava morto antes de ser colocado na ambulância do Corpo De Bombeiros). 💀

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segunda-feira, 28 de junho de 2021

Você Conhece A Lei 10406/02, Artigo 15... O Blog Do Remilton É Cultura Meu!

 

Lei 10406/02, artigo 15: "Ninguém pode ser constrangido a submeter-se, com risco de vida, a tratamento médico ou a intervenção cirúrgica.".

Ao mesmo tempo em que o "STF" (Supremo Tribunal Federal) formava maioria em torno da obrigatoriedade da vacinação contra a COVID-19, o Presidente Jair Bolsonaro afirmava que ninguém pode ser obrigado a tomar a vacina!

"Ninguém pode obrigar ninguém a tomar a vacina. Se o cara não quer ser tratado, que não seja, eu não quero fazer uma quimioterapia e vou morrer, problema é meu, pô", afirmou o próprio Presidente Da Republica. 

Nota: Mas mesmo assim "Eles", principalmente a mídia, a Rede Globo por exemplo, enciste publicamente para que todos se vacinem, querendo ou não.

Na Índia As Pessoas Estão Sendo Obrigadas A Serem Vacinadas

O presidente argumentou, em cerimônia de apoio ao setor produtivo, que a responsabilidade é da pessoa caso ela se infecte no futuro por não ter tomado a vacina, citando ainda que na negociação com Pfizer para a compra de vacinas não há uma responsabilização por qualquer efeito colateral. Quer dizer, os efeitos colaterais da tal vacina podem ser perigosos podendo até levar a morte e sem a certeza da eficacia da vacina. Ou seja estão obrigando as pessoas a aceitarem que injetem nelas algo estranho e perigoso!

"Peço a Deus que me oriente, como sempre tenho pedido, para tomar decisões, não ser levado por algum clima, como está acontecendo agora. De passagem eu perguntei para a Polícia Federal, o que está sendo votado no Supremo", disse Bolsonaro, acrescentando que ainda iria se informar melhor sobre o assunto.

Bolsonaro, que tem repetido que não irá se vacinar, questionou a necessidade de ser imunizado, lembrando que ele já teve a doença causada pelo novo coronavírus. "A vacina, uma vez certificada pela Anvisa, vai ser extensiva a todos que queiram tomá-la. Eu não vou tomar.".

O presidente, no entanto, disse que haverá disponibilização do imunizante para a população. "Alguns falam que estou dando um péssimo exemplo. Ô imbecil, ô idiota que está dizendo do péssimo exemplo, eu já tive o vírus, eu já tenho anticorpos, para que tomar de novo?", questionou.

Nota Explicativa para os os imbecis e idiotas: Os anticorpos (Ac) (também conhecidos como imunoglobulinas, abreviado Ig), são glicoproteínas do tipo gamaglobulina, a fração de globulinas mais abundante no plasma sanguíneo. Podem encontrar-se em forma solúvel no sangue ou noutros fluídos corporais dos vertebrados, ou podem estar inseridos na membrana plasmática, onde atuam como receptores nos linfócitos B e são empregues pelo sistema imunitário para neutralizar patógenos tais como bactérias patogénicas e viroses. Em geral, considera-se que tanto anticorpo como imunoglobulina são termos equivalentes, sendo que o primeiro termo faz referência à função, enquanto que o segundo alude à estrutura. O termo gamaglobulina refere-se às propriedades electroforéticas das imunoglobulinas solúveis no soro sanguíneo, se bem que algumas imunoglobulinas migram com as fracções alfa, beta e inclusive com a albumina.

Um anticorpo é tipicamente constituído por unidades estruturais básicas, cada uma das quais com duas grandes cadeias pesadas e duas cadeias leves de menor peso molecular. A molécula de anticorpo tem forma de Y; as extremidades dos braços do Y são o fragmento Fab por onde se ligam ao antígeno; o pé do Y é o fragmento Fc. As moléculas dos anticorpos podem aparecer em separado, como monómeros, ou associarem-se entre si formando dímeros com duas unidades ou pentâmeros com cinco unidades. Os anticorpos são sintetizados por um tipo de leucócito denominado linfócito B ou célula B. Existem diferentes tipos de anticorpos, chamados isótipos, diferenciados pela forma da cadeia pesada que apresentem. São conhecidas cinco classes de isótipos em mamíferos que desempenham funções diferentes, contribuindo para dirigir a resposta imunitária conforme cada tipo de corpo estranho que encontram, que são: IgA, IgD, IgE, IgG e IgM.

Embora a estrutura geral de todos os anticorpos seja muito semelhante, uma pequena região do ápice da proteína é extremamente variável, permitindo a existência de milhões de anticorpos, cada um com uma extremidade ligeiramente diferente. Esta parte da proteína é conhecida como região hipervariável e dá lugar a milhões de anticorpos diferentes. Cada uma destas variantes pode ligar-se a um "alvo" diferente, que é o antígeno[4] Esta enorme diversidade de anticorpos permite ao sistema imunitário reconhecer uma diversidade igualmente elevada de antígenos. O anticorpo não reconhece o antígeno na sua globalidade, mas apenas reconhece certas partes dele. Essa parte do antígeno reconhecida pelo anticorpo denomina-se epítopo. Um antígeno pode ter múltiplos epítopos na sua superfície. Estes epítopos unem-se ao seu anticorpo numa interacção altamente específica que se denomina adaptação induzida, que permite aos anticorpos identificar e unir-se apenas ao seu único antígeno no meio dos milhões de moléculas diferentes que compõem um organismo.

O reconhecimento dum antígeno por um anticorpo deixa o antígeno marcado para ser atacado por outros componentes do sistema imunitário. Os anticorpos também podem neutralizar os seus objectivos directamente, mediante, por exemplo, a ligação a uma porção dum patógeno necessária para que este provoque uma infecção.

A extensa população de anticorpos e a sua diversidade é gerada por combinações ao acaso de um jogo de segmentos genéticos que codificam diferentes lugares de ligação ao antígeno (ou parátopos), que posteriormente, durante o desenvolvimento do linfócito, sofrem mutações aleatórias nesta zona do gene do anticorpo, o qual origina uma diversidade ainda maior.[3][5] Os genes dos anticorpos também se reorganizam num processo conhecido como comutação da classe das imunoglobulinas que troca a cadeia pesada por outra, criando um isótipo de anticorpo diferente mantendo, contudo, a região variável específica para o antígeno alvo. Isto possibilita que um só anticorpo possa ser usado pelas diferentes partes do sistema imunitário. A produção de anticorpos é a função principal do sistema imunitário humoral.

Para finalizar o Presidente Jair Bolsonaro avocou, ainda, a tese da liberdade individual para justificar uma recusa à imunização, acrescentando que não há uma ditadura em vigor no país, ou seja, ninguém pode obrigar a tomar a vacina!

ANTICORPOS

Um pouco de História: A primeira menção do termo "anticorpo" aparece num texto do bacteriologista alemão Paul Ehrlich (1854-1915). O termo "Antikörper" (a palavra alemã para anticorpo) aparece na conclusão de seu artigo "Estudos Experimentais sobre Imunidade", publicado em Outubro de 1891, que estabelece que "se duas substâncias dão origem a dois Antikörper diferentes, então elas próprias têm que ser obrigatoriamente diferentes". No entanto, o termo não foi inicialmente aceito, tendo sido propostos vários termos alternativos para anticorpo; incluindo Immunkörper, Amboceptor, Zwischenkörper, substance sensibilisatrice, copula, Desmon, philocytase, fixateur e Immunisin. A palavra anticorpo teria uma analogia formal com a palavra antitoxina e um conceito idêntico para Immunkörper (em português: corpo imune). Como tal, a construção original da palavra contém um defeito lógico; antitoxina sugere algo que se opõe a uma toxina, enquanto que anticorpo sugere um corpo que se opõe a algo.

Em 1890 foi quando se começou o estudo dos anticorpos, quando o fisiologista alemão Emil Adolf von Behring (1854-1917) e o bactereologista japonês Shibasaburo Kitasato (1852-1931), descreveram em 1890, pela primeira vez, as actividades dos anticorpos contra as toxinas da difteria e do tétano. Behring e Kitasato propuseram a teoria da imunidade humoral, que estabelecia a existência dum mediador no soro sanguíneo que poderia reagir com um antígeno estranho, dando-lhe o nome de anticorpo. A sua ideia fez com que, em 1897, Paul Ehrlich propusesse a teoria da cadeia lateral sobre a interação entre o antígeno e anticorpo e elaborasse a hipótese de que existiam receptores (descritos como "cadeias laterais") na superfície das células que se poderiam unir especificamente a toxinas — numa interação de tipo chave-fechadura e que esta reação de acoplamento seria o disparo para a produção de anticorpos.

Em 1904, seguindo a ideia de outros investigadores de que os anticorpos se encontravam livres no sangue, Almroth Wright sugeriu que os anticorpos solúveis recobriam as bactérias para assinalá-las para a sua fagocitose e destruição num processo denominado opsonização.

Na década de 1920, o imunologista americano Michael Heidelberger (1888-1991) e o médico canadense Oswald Avery (1877-1955) descobriram a natureza dos anticorpos postulados ao observar que os antígenos podiam ser precipitados por anticorpos, o que os levou à demonstração de que os anticorpos eram compostos protéicos.

Desta forma, começava uma linha de pesquisa voltada para a elucidação das propriedades bioquímicas da interação antígeno-anticorpo, como a análise detalhada da ligação de um antígeno com o seu anticorpo, realizada pelo médico americano John Marrack (1886–1976) em finais da década de 1930. Logo depois, na década de 1940, deu-se o principal avanço, quando Linus Pauling confirmou a teoria da chave-fechadura proposta por Ehrlich mostrando que as interações entre anticorpos e antígenos dependiam mais da sua forma do que da sua composição química. Em 1948, Astrid Fagreaus descobriu que os linfócitos B transformados em células plasmáticas eram responsáveis pela produção de anticorpos.

Os trabalhos de investigação que se seguiram concentraram-se na caracterização da estrutura molecular dos anticorpos: No começo da década de 1960 produziu-se o principal avanço neste sentido, com a descoberta por Gerald M. Edelman e Joseph Gally da cadeia leve e a compreensão de que esta era idêntica à proteína de Bence Jones descrita em 1845 por Henry Bence Jones. Edelman continuou com a descoberta de que os anticorpos estavam compostos por cadeias leves e pesadas unidas por ligações dissulfeto. Na mesma época, Rodney Porter caracterizou as regiões de ligação do antígeno no anticorpo (Fab ou F antigen-binding) e a cola do anticorpo (Fc) no tipo IgG. Conjuntamente, estes cientistas deduziram a estrutura e a sequência completa de aminoácidos da IgG, pelo qual receberam ex aequo o Prémio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1972.

Apesar de a maioria destes primeiros estudos se centrarem nas IgM e IgG, identificaram-se também outros isótipos de imunoglobulinas na década de 1960: Thomas Tomasi descobriu os anticorpos secretados (IgA) e David S. Rowe e John L. Fahey identificaram a IgD, a IgE foi identificada por Kikishige Ishizaka e Teruki Ishizaka como uma classe de anticorpos envolvidos nas reacções alérgicas. Em 1975 César Milstein e Georges J.F. Köhler idealizaram o método para a produção de anticorpos monoclonais. Em 1976, os estudos genéticos revelaram a base da vasta diversidade dos anticorpos quando Susumu Tonegawa identificou a recombinação somática dos genes de imunoglobulina.

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domingo, 27 de junho de 2021

Porquê Eles Insistem Em Nos Obrigar A Usar Máscaras?

 

O uso prolongado de máscaras cirúrgicas por profissionais de saúde durante o COVID-19 na cidade de Nova York, causou efeitos adversos, como dores de cabeça, erupções cutâneas, acne, lesões cutâneas e cognição prejudicada na maioria dos pesquisados. Como uma segunda onda de COVID-19 é esperada, e em preparação para futuras pandemias, é imperativo identificar soluções para gerenciar esses efeitos adversos. Pausas frequentes, hidratação e repouso aprimorados, cuidados com a pele e máscaras confortáveis ​​potencialmente projetadas são recomendações para o gerenciamento futuro de efeitos adversos relacionados ao uso prolongado da máscara.

Obs.: A pergunta que eu me faço é por quê "Eles", insistem em nos obrigar a usar máscaras nos obrigando a inalar o CO² expelido pelos pulmões?! Sendo que durante toda a minha vida fui instruído a procurar respirar o ar puro das florestas, que inalamos Oxigênio e exalamos Gás Carbônico! 

Você já ouviu falar em Hipercapnia?

Hipercapnia (do grego hiper = "acima" ou "demais" e kapnos = "fumaça"), também conhecida como hipercapnia e retenção de CO², é uma condição de níveis anormalmente elevados de dióxido de carbono (CO²) no sangue. O dióxido de carbono é um produto gasoso do metabolismo do corpo e normalmente é expelido pelos pulmões. O dióxido de carbono pode se acumular em qualquer condição que cause hipoventilação, uma redução da ventilação alveolar (a eliminação de ar dos pequenos sacos do pulmão onde ocorre a troca gasosa). A incapacidade dos pulmões de eliminar o dióxido de carbono leva à acidose respiratória. Eventualmente, o corpo compensa o aumento da acidez retendo álcali nos rins, um processo conhecido como "compensação metabólica".

A hipercapnia aguda é chamada de insuficiência respiratória hipercápnica aguda (AHRF) e é uma emergência médica, pois geralmente ocorre no contexto de uma doença aguda. A hipercapnia crônica, em que a compensação metabólica geralmente está presente, pode causar sintomas, mas geralmente não é uma emergência. Dependendo do cenário, ambas as formas de hipercapnia podem ser tratadas com medicamentos, com ventilação não invasiva baseada em máscara ou com ventilação mecânica.

A hipercapnia é um perigo do mergulho subaquático associado ao mergulho em apneia, mergulho autônomo, especialmente em "rebreathers" e mergulho profundo, onde está associado ao aumento da densidade do gás respiratório devido à alta pressão ambiente.

A hipercapnia pode acontecer no contexto de uma condição de saúde subjacente e os sintomas podem estar relacionados a essa condição ou diretamente à hipercapnia. Os sintomas específicos atribuíveis à hipercapnia precoce são dispneia (falta de ar), dor de cabeça, confusão e letargia. Os sinais clínicos incluem rubor na pele, pulso total (pulso intermitente), respiração rápida, batimentos cardíacos prematuros, contrações musculares e palmas das mãos. O risco de irregularidades perigosas do batimento cardíaco é aumentado. A hipercapnia também ocorre quando o gás respiratório está contaminado com dióxido de carbono, ou a troca gasosa respiratória não consegue acompanhar a produção metabólica de dióxido de carbono, que pode ocorrer quando a densidade do gás limita a ventilação em altas pressões ambientais.

O dióxido de carbono é um produto metabólico normal, mas se acumula no corpo se for produzido mais rápido do que eliminado. A taxa de produção pode aumentar mais de dez vezes, desde o repouso até o exercício extenuante. O dióxido de carbono é dissolvido no sangue e a eliminação ocorre por troca gasosa nos pulmões durante a respiração. A hipercapnia geralmente é causada por hipoventilação , doença pulmonar ou diminuição da consciência. Também pode ser causado pela exposição a ambientes contendo concentrações anormalmente altas de dióxido de carbono, como de atividade vulcânica ou geotérmica, ou pela re-inalação de dióxido de carbono exalado. Nessa situação, a hipercapnia também pode ser acompanhada por acidose respiratória. 

A insuficiência respiratória aguda hipercápnica pode ocorrer na doença aguda causada por doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), deformidade da parede torácica, algumas formas de doença neuromuscular (como miastenia grave e síndrome de hipoventilação por obesidade. AHRF também pode se desenvolver em qualquer forma de insuficiência respiratória em que os músculos respiratórios ficam exaustos, como pneumonia grave e asma grave aguda. Também pode ser uma consequência de supressão profunda da consciência, como overdose de opióides.

A hipercapnia normalmente desencadeia um reflexo que aumenta a respiração e o acesso ao oxigênio (O²), como despertar e virar a cabeça durante o sono. Uma falha desse reflexo pode ser fatal, por exemplo, como um fator contribuinte na síndrome da morte súbita do bebê. 

A hipercapnia pode induzir aumento do débito cardíaco, elevação da pressão arterial (níveis mais elevados de dióxido de carbono estimulam quimiorreceptores aórticos e carotídeos com aferentes - CN IX e X - para medula oblongata com os seguintes efeitos crono e inotrópicos) e uma propensão para arritmias cardíacas . A hipercapnia pode aumentar a resistência capilar pulmonar.

Os exames de gases sanguíneos podem ser realizados, geralmente por punção da artéria radial, no contexto de problemas respiratórios agudos ou outra doença médica aguda. A hipercapnia é geralmente definida como um nível de dióxido de carbono no sangue arterial acima de 45 mmHg (6 kPa). Como o dióxido de carbono está em equilíbrio com o ácido carbônico no sangue, a hipercapnia reduz o pH sérico, resultando em acidose respiratória. Clinicamente, o efeito da hipercapnia sobre o pH é estimado usando a razão entre a pressão arterial de dióxido de carbono e a concentração de íon bicarbonato.

Resumindo: A insistência em nos obrigar a usar máscaras só pode ser por um único objetivo, prejudicar nosso sistema respiratório e consequentemente nos deixar doentes e acabar indo parar no hospital. Chegando no hospital irão fazer exames e como nossos pulmões estão prejudicados acabarão nos entubando, como vem acontecendo com as supostas vitimas do COVID-19. Querem nos MATAR!!!

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sexta-feira, 25 de junho de 2021

O Holocausto Da Pandemia Do Covid-19

Em julho de 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, os líderes dos EUA, Grã-Bretanha e União Soviética se reuniram em um palácio real da Prússia em Potsdam, cidade vizinha a Berlim, para desenhar uma "Nova Ordem Global". Ali foram plantadas as sementes da Guerra Fria.

Enquanto visitantes com máscaras, respirando gás carbônico, circulam pela nova exposição que marca os 75 anos daquela conferência, o mapa geopolítico mundial está sendo novamente redesenhado. Desta vez, o motivo é o Coronavírus, que a chanceler alemã, "Angela Merkel", descreveu como o maior desafio do Pós-Guerra.

Depois de um ano e meio dominado pela pandemia, as autoridades enfrentam uma crise de saúde, uma crise econômica e uma crise de legitimidade institucional — e tudo isso em um momento de maior rivalidade geopolítica. Como essas mudanças tectônicas se consolidarão nos próximos anos ajudará a determinar a configuração da era Pós-Vírus.

Tendências que já eram visíveis antes da Covid-19 se intensificaram e ganharam velocidade. Como potência em rápida ascensão, a China está mais assertiva e se envolvendo em conflitos do Canadá à Austrália. Os EUA, que se mantiveram como superpotência desde o encontro em Potsdam, estão cada vez mais voltados para dentro, enquanto o vírus massacra sua população e sua economia antes da eleição presidencial em novembro. Pessoas sendo cobaias de vacinas criadas em curto prazo, causando reações e até mesmo levando pessoas ao óbito.

“Muitos problemas estruturais na ordem internacional ficaram bem mais aparentes”, disse Rory Medcalf, diretor da Faculdade de Segurança Nacional da Universidade Nacional Australiana no ano de 2020, quando a história da Pandemia começou.

Com a convergência de diversos pontos de pressão, desde falhas de liderança à falta de confiança na veracidade das informações, “isso resulta em uma espécie de tempestade perfeita”, acrescentou. “O grande teste é realmente se poderemos atravessar os próximos seis a 18 meses sem a eclosão dessas crises.”

Em Potsdam, a principal dinâmica foi a luta ideológica entre os sistemas Comunista & Capitalista conforme adotados por Moscou e Washington. A União Soviética de Josef Stalin saiu da guerra como uma superpotência, enquanto o presidente americano Harry Truman demonstrou a superioridade tecnológica e militar dos EUA quando deu ordem na conferência para jogar as bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki.

O que fazer quando passar essa Crise do Covid-19, caso sobrevivamos a ela? Nos adaptarmos as Novas Regras e Aprendermos a representar, fingir, fazer de conta que somos Zumbis e somos controlados também, assim como fizeram os Judeus que fugiram do Holocausto.

Nota: O Holocausto foi o genocídio ou assassinato em massa de cerca de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial, no maior genocídio do século XX, através de um programa sistemático de extermínio étnico patrocinado pelo Estado nazista, liderado por Adolf Hitler e pelo Partido Nazista e que ocorreu em todo o Terceiro Reich e nos territórios ocupados pelos alemães durante a guerra. Dos nove milhões de judeus que residiam na Europa antes do Holocausto, cerca de dois terços foram mortos; mais de um milhão de crianças, dois milhões de mulheres e três milhões de homens judeus morreram durante o período.

Apesar de ainda haver discussão sobre o uso e abrangência do termo "Holocausto" (ver abaixo), o genocídio nazista contra os judeus foi parte de um conjunto mais amplo de atos de opressão e de assassinatos em massa agregados cometidos pelo governo nazista contra vários grupos étnicos, políticos e sociais na Europa. Entre as principais vítimas não judias do genocídio estão ciganos, poloneses, comunistas, homossexuais, prisioneiros de guerra soviéticos, Testemunhas de Jeová e deficientes físicos e mentais. Segundo estimativas recentes baseadas em números obtidos desde a queda da União Soviética em 1991, um total de cerca de onze milhões de civis (principalmente eslavos) e prisioneiros de guerra foram intencionalmente mortos pelo regime nazista.

Uma rede de mais de quarenta mil instalações na Alemanha e nos territórios ocupados pelos nazistas foi utilizada para concentrar, manter, explorar e matar judeus e outras vítimas. A perseguição e o genocídio foram realizados em etapas. Várias leis para excluir os judeus da sociedade civil — com maior destaque para as Leis de Nuremberg de 1935 — foram decretadas na Alemanha antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial na Europa. Campos de concentração foram criados e os presos enviados para lá eram submetidos a trabalho escravo até morrerem de exaustão ou por alguma doença. Quando a Alemanha ocupou novos territórios na Europa Oriental, unidades paramilitares especializadas chamadas Einsatzgruppen assassinaram mais de um milhão de judeus e adversários políticos por meio de fuzilamentos em massa. Os alemães confinaram judeus e ciganos em guetos superlotados, até serem transportados, através de trens de carga, para campos de extermínio, onde, se sobrevivessem à viagem, a maioria era sistematicamente morta em câmaras de gás. Cada ramo da burocracia alemã estava envolvido na logística que levou ao extermínio, o que faz com que alguns classifiquem o Terceiro Reich como um "um Estado genocida".

Em 2007, entrou em vigor uma lei sancionada pela União Europeia (UE) que pune com prisão quem negar o Holocausto. Em 2010, a UE também criou a base de dados europeia EHRI (em inglês: European Holocaust Research Infrastructure) para pesquisar e unificar arquivos sobre o genocídio. A Organização das Nações Unidas (ONU) homenageia as vítimas do Holocausto desde 2005, ao tornar 27 de janeiro o Dia Internacional da Lembrança do Holocausto, por ser o dia em que os prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz foram libertos.

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