sexta-feira, 25 de junho de 2021

O Holocausto Da Pandemia Do Covid-19

Em julho de 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, os líderes dos EUA, Grã-Bretanha e União Soviética se reuniram em um palácio real da Prússia em Potsdam, cidade vizinha a Berlim, para desenhar uma "Nova Ordem Global". Ali foram plantadas as sementes da Guerra Fria.

Enquanto visitantes com máscaras, respirando gás carbônico, circulam pela nova exposição que marca os 75 anos daquela conferência, o mapa geopolítico mundial está sendo novamente redesenhado. Desta vez, o motivo é o Coronavírus, que a chanceler alemã, "Angela Merkel", descreveu como o maior desafio do Pós-Guerra.

Depois de um ano e meio dominado pela pandemia, as autoridades enfrentam uma crise de saúde, uma crise econômica e uma crise de legitimidade institucional — e tudo isso em um momento de maior rivalidade geopolítica. Como essas mudanças tectônicas se consolidarão nos próximos anos ajudará a determinar a configuração da era Pós-Vírus.

Tendências que já eram visíveis antes da Covid-19 se intensificaram e ganharam velocidade. Como potência em rápida ascensão, a China está mais assertiva e se envolvendo em conflitos do Canadá à Austrália. Os EUA, que se mantiveram como superpotência desde o encontro em Potsdam, estão cada vez mais voltados para dentro, enquanto o vírus massacra sua população e sua economia antes da eleição presidencial em novembro. Pessoas sendo cobaias de vacinas criadas em curto prazo, causando reações e até mesmo levando pessoas ao óbito.

“Muitos problemas estruturais na ordem internacional ficaram bem mais aparentes”, disse Rory Medcalf, diretor da Faculdade de Segurança Nacional da Universidade Nacional Australiana no ano de 2020, quando a história da Pandemia começou.

Com a convergência de diversos pontos de pressão, desde falhas de liderança à falta de confiança na veracidade das informações, “isso resulta em uma espécie de tempestade perfeita”, acrescentou. “O grande teste é realmente se poderemos atravessar os próximos seis a 18 meses sem a eclosão dessas crises.”

Em Potsdam, a principal dinâmica foi a luta ideológica entre os sistemas Comunista & Capitalista conforme adotados por Moscou e Washington. A União Soviética de Josef Stalin saiu da guerra como uma superpotência, enquanto o presidente americano Harry Truman demonstrou a superioridade tecnológica e militar dos EUA quando deu ordem na conferência para jogar as bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki.

O que fazer quando passar essa Crise do Covid-19, caso sobrevivamos a ela? Nos adaptarmos as Novas Regras e Aprendermos a representar, fingir, fazer de conta que somos Zumbis e somos controlados também, assim como fizeram os Judeus que fugiram do Holocausto.

Nota: O Holocausto foi o genocídio ou assassinato em massa de cerca de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial, no maior genocídio do século XX, através de um programa sistemático de extermínio étnico patrocinado pelo Estado nazista, liderado por Adolf Hitler e pelo Partido Nazista e que ocorreu em todo o Terceiro Reich e nos territórios ocupados pelos alemães durante a guerra. Dos nove milhões de judeus que residiam na Europa antes do Holocausto, cerca de dois terços foram mortos; mais de um milhão de crianças, dois milhões de mulheres e três milhões de homens judeus morreram durante o período.

Apesar de ainda haver discussão sobre o uso e abrangência do termo "Holocausto" (ver abaixo), o genocídio nazista contra os judeus foi parte de um conjunto mais amplo de atos de opressão e de assassinatos em massa agregados cometidos pelo governo nazista contra vários grupos étnicos, políticos e sociais na Europa. Entre as principais vítimas não judias do genocídio estão ciganos, poloneses, comunistas, homossexuais, prisioneiros de guerra soviéticos, Testemunhas de Jeová e deficientes físicos e mentais. Segundo estimativas recentes baseadas em números obtidos desde a queda da União Soviética em 1991, um total de cerca de onze milhões de civis (principalmente eslavos) e prisioneiros de guerra foram intencionalmente mortos pelo regime nazista.

Uma rede de mais de quarenta mil instalações na Alemanha e nos territórios ocupados pelos nazistas foi utilizada para concentrar, manter, explorar e matar judeus e outras vítimas. A perseguição e o genocídio foram realizados em etapas. Várias leis para excluir os judeus da sociedade civil — com maior destaque para as Leis de Nuremberg de 1935 — foram decretadas na Alemanha antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial na Europa. Campos de concentração foram criados e os presos enviados para lá eram submetidos a trabalho escravo até morrerem de exaustão ou por alguma doença. Quando a Alemanha ocupou novos territórios na Europa Oriental, unidades paramilitares especializadas chamadas Einsatzgruppen assassinaram mais de um milhão de judeus e adversários políticos por meio de fuzilamentos em massa. Os alemães confinaram judeus e ciganos em guetos superlotados, até serem transportados, através de trens de carga, para campos de extermínio, onde, se sobrevivessem à viagem, a maioria era sistematicamente morta em câmaras de gás. Cada ramo da burocracia alemã estava envolvido na logística que levou ao extermínio, o que faz com que alguns classifiquem o Terceiro Reich como um "um Estado genocida".

Em 2007, entrou em vigor uma lei sancionada pela União Europeia (UE) que pune com prisão quem negar o Holocausto. Em 2010, a UE também criou a base de dados europeia EHRI (em inglês: European Holocaust Research Infrastructure) para pesquisar e unificar arquivos sobre o genocídio. A Organização das Nações Unidas (ONU) homenageia as vítimas do Holocausto desde 2005, ao tornar 27 de janeiro o Dia Internacional da Lembrança do Holocausto, por ser o dia em que os prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz foram libertos.

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quinta-feira, 24 de junho de 2021

Todos Nós Temos Direito De Ir E Vir... E Também Trabalhar!

 

Mas afinal, quem é Paolo Zanotto, virologista que aparece em vídeo do "Gabinete Paralelo"? Defensor da cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina, Paolo Zanotto é virologista e grande amigo de Jair Bolsonaro. Conhecido por ter um pensamento igual ao do presidente, ele é contra a vacinação em massa, e eu também.

Recentemente Zanotto afirmou que outras imunizações ao longo do tempo, em outras pandemias, não foram destinadas para todos, mas sim para determinados grupos.

"As vacinas não são necessariamente aplicadas para todas as pessoas, de todas as idades ao mesmo tempo, isso não é bem assim.”

Em sua página no Linkedin, Paolo diz ter se formado na Universidade de Oxford e na Universidade da Flórida. Ambas graduações são em virologia. A plataforma também indica que Zanotto é professor na UNIFESP e na USP. 

Em pronunciamento feito na quarta-feira (02/06/2021) em rede nacional de rádio e televisão, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) destacou números relativos à vacinação contra a Covid-19 no Brasil e voltou a criticar as medidas de isolamento social impostas por governadores e prefeitos.

Em sua fala, o presidente também destacou notícias e números positivos relacionados à economia brasileira, que no primeiro trimestre de 2021 cresceu 1,2% sobre o resultado do trimestre que encerrou 2020.

O presidente abriu sua fala, que durou cerca de cinco minutos, dizendo sentir "profundamente cada vida perdida em nosso país". Na sequência, ressaltou que nesta quarta-feira o Brasil chegou à marca de 100 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 já distribuídas a estados e municípios -- aplicadas, no entanto, foram 64,8 milhões, segundo o Ministério da Saúde.

Bolsonaro também afirmou que o Brasil é o quarto país que mais vacinou no mundo. Em números absolutos, o país só está atrás da China, dos Estados Unidos e da Índia. Em termos relativos, no entanto, o país está em 64º no ranking global, com taxa de 32,51 doses aplicadas a cada 100 habitantes.

No pronunciamento, Bolsonaro também destacou o acordo firmado entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o laboratório AstraZeneca para transferência de tecnologia que deve permitir a produção integral de vacinas em território nacional. "Com isso, passamos a integrar a elite de apenas cinco países que produzem vacina contra a Covid no mundo", disse o presidente

"Neste ano, todos os brasileiros, que assim o desejarem, serão vacinados. Vacinas essas que foram aprovadas pela Anvisa", afirmou.

O presidente voltou a dizer que o governo federal "não obrigou ninguém a ficar em casa, não fechou comércio, não fechou igrejas ou escolas e não tirou o sustento de milhões de trabalhadores informais", em crítica indireta aos gestores públicos de estados e municípios que determinaram restrições à mobilidade da população.

"Sempre disse que tínhamos dois problemas pela frente, o vírus e o desemprego, que deveriam ser tratados com a mesma responsabilidade e de forma simultânea", afirmou o presidente.

No fim de sua fala, Bolsonaro pontuou que seu governo "joga dentro das quatro linhas da Constituição" e que "considera o direito de ir e vir, o direito ao trabalho e o livre exercício de cultos religiosos inegociáveis". "Todos os nossos 22 ministros consideram o bem maior de nosso povo a sua liberdade".

Mas afinal por quê foi criado o "Gabinete Paralelo" e o que é isso? A resposta é muito simples, o atual presidente não está tendo apoio algum dentro do Governo, no STF e muito menos na mídia Comunista/Socialista Brasileira. Portanto se faz necessário um Governo Oculto, onde pessoas de boa índole e incorruptíveis façam parte. 

O gabinete paralelo (também chamado de gabinete sombra, governo paralelo, ou, em inglês, shadow cabinet) é um grupo de representantes veteranos da oposição no sistema Westminster de governo, os quais, sob a liderança do líder da oposição (ou o líder de outros partidos de oposição menores) formam um gabinete alternativo ao governo, cujos membros são a "sombra" ou o equivalente de cada integrante do governo. Membros de um gabinete paralelo são frequentemente (mas não obrigatoriamente) indicados para um cargo no gabinete se e quando seu partido chegar ao poder. É responsabilidade do gabinete paralelo criticar (construtivamente, espera-se) o governo atual e sua respectiva legislação, bem como propor políticas alternativas.

No Reino Unido e Canadá, o maior partido de oposição é frequentemente chamado de Her Majesty's Loyal Opposition ("A Mais Leal Oposição Oficial de Sua Majestade"). O adjetivo "leal" é usado porque, embora o papel da oposição seja se opor ao governo de Sua Majestade, não disputa o direito de Sua Majestade ao trono e, portanto, a legitimidade do governo. Contudo, em outros países que usam o sistema Westminster (por exemplo, a Austrália e Nova Zelândia), a oposição é conhecida simplesmente como The Parliamentary Opposition ("A Oposição Parlamentar").

Alguns bancadas parlamentares, particularmente o Partido Trabalhista do Reino Unido e o Partido Trabalhista Australiano, elegem todos os membros de seus gabinetes paralelos, com o Líder da Oposição alocando pastas para os Ministros Paralelos. Em outros sistemas parlamentares, os membros e a composição do gabinete paralelo é geralmente determinada unicamente pelo Líder da Oposição.

Na maioria dos países anglófonos, um membro do gabinete paralelo é citado como Shadow Minister ou Shadow Secretary. No Canadá, todavia, a expressão (Official Opposition Critic) é mais comum.

Doutor Paolo Zanotto, virologista, em entrevista na Jovem Pan

terça-feira, 15 de junho de 2021

Quem Irá Pagar O Auxílio Emergencial Do Governo?

 

Orçamento do Brasil tem 247 bilhões de déficit e 16 bilhões em compra de votos... Mais uma vez o estado confessa que é só uma organização criminosa querendo viver do seu trabalho. Já chegou a 247 bilhões de reais de déficit, que virará dívida no seu nome. Isso sem contar juros e outros gastos que podem surgir. E isso depois de falir inúmeras empresas e pessoas com os lockdowns de 2020.

Cortam gastos no que muita gente diz que o estado deveria fazer, como obras de infraestrutura, e aumenta-se enormemente os gastos com compra de voto via emendas parlamentares.

Outra bizarrice é cortar o censo, que supostamente deveria ser usado para direcionar políticas públicas, mas mantém as políticas. Serão fundamentadas no que? Ninguém sabe, e não é pra isso que o estado existe!

Mas afinal de onde vem o dinheiro do Auxílio Emergencial e quem vai pagar aos cofres públicos essa dívida? Eu respondo com toda a certeza, quem quem irá pagar essa dívida seremos nós mesmos, já podemos perceber pelos preços do Gás de cozinha, Gasolina, Etanol e até mesmo as lojas de R$ 1, 00 que já subiram os preços que variam de R$ 1, 50 à R$ 4, 00. Você acredita mesmo que não existe ninguém usufruindo, aproveitando, curtindo e se enriquecendo com essa pandemia?

Em 20 de março de 2020, foi aprovado pelo Senado Federal, o Projeto de Decreto Legislativo 88/20 que reconheceu o estado de calamidade pública do país. De tal forma, essa medida permitiria ao Governo Federal descumprir, até 31 de dezembro de 2020, a meta fiscal de R$ 124,1 bilhões e liberar mais recursos para população.

Todavia, muitos brasileiros podem estar questionando se o benefício financeiro que cria filas enormes nos bancos da Caixa Econômica Federal, conhecido como coronavoucher, destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais – MEI, autônomos, desempregados e vagabundos é uma quantia satisfatória ou não para o atual cenário que o país convive em virtude da pandemia do COVID-19. Afinal das contas, ficar em casa não é uma tarefa muito fácil para quem depende, especialmente quem precisa trabalhar, e vive do comércio para se sustentar e pagar impostos.

Ocorre que devido ao quadro epidêmico do COVID-19, a estimativa é que o Governo Federal tenha que arcar com gastos na faixa de R$ 98 bilhões. O Tesouro Nacional é o órgão federal que controla o fluxo de caixa do Governo Federal por meio da arrecadação de impostos e pagamento dos gastos públicos. Na eventual hipótese das receitas serem inferiores em relação às despesas, o Tesouro Nacional pode emitir títulos da dívida pública para complementar a diferença. Mas afinal, quem serão os compradores da dívida pública? R: Eu, você, nós!

Em tese, diante do atual cenário de calamidade pública provocada pelo COVID-19, os fundos de investimentos e de previdência juntamente com investidores locais e estrangeiros seriam os principais responsáveis pela compra dessa dívida pública. Isso é o quê eles dizem!

Todavia, como a situação econômica atual é bastante grave, o Banco Central teve que antecipar, comprando títulos públicos e creditando reservas na conta do Tesouro. Em resumo, todo dinheiro transferido pelo Tesouro foi depositado nos bancos, que, por sua vez, arcaram com a responsabilidade de comprar os títulos públicos que estavam, justamente, com o Banco Central.


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sexta-feira, 11 de junho de 2021

EVIDÊNCIAS DE QUE COMUNISMO NÃO DÁ CERTO

 

Emanuel Macron pode ser o anticristo, não estou insinuado nada, são apenas evidências! E esses tempos de pandemia... É o cenário perfeito para o anticristo se revelar entre as Nações Unidas, mas primeiro eles vão tentar, criar uma solução para todo mundo, para a atual situação de pobreza e fome dos países pobres e depois que tudo estiver ocorrendo como querem, eles irão criar uma "Nova Ordem Mundial", um "Novo Sistema De Governo" que dominará todo mundo e depois "Ele" se revelará como o filho da perdição. Mas o que é a "Nova Ordem Mundial"? E o que estão ensinando nas escolas e também caindo em exames do Enem?

A "Nova Ordem Mundial", o espaço geopolítico e a globalização estão todos interligados, sendo assim, é fundamental a compreensão dos fatos que cercam esses assuntos. Se você ainda não está por dentro do tema, não tem problema. Neste post, listamos todas as informações que você precisa saber. Continue a leitura e saiba o que é a "Nova Ordem Mundial", as mudanças na hierarquia internacional, entenda mais sobre esse assunto e veja qual é a relação do Brasil com o tema.

A Nova Ordem Mundial é o contexto econômico, político e militar que envolve os Estados no plano internacional. Ela surgiu depois da queda do Muro de Berlim e do fim da Guerra Fria. Dessa maneira, foi consolidado o sistema capitalista, tendo os Estados Unidos da América como a potência mundial principal.

Depois desses dois fatores históricos, o mundo adquiriu uma nova configuração política. O capitalismo e a soberania dos Estados Unidos tomou o mundo todo (exceto Cuba, China e Coreia do Norte), e a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) se tornou o maior tratado militar internacional.

Se antes o mundo tinha uma “Ordem Bipolar” (capitalismo x socialismo), depois da Guerra Fria passou a ser “unipolar”, já que os Estados Unidos mantinham a soberania do ponto de vista militar. Isso significa que havia baixa possibilidade de outro país ter qualquer tipo de rivalidade com eles, militarmente falando.

Há mais uma expressão utilizada na Nova Ordem Mundial, que é a “multipolaridade”. Ela diz que o poderio militar não era mais o principal critério para estabelecer a potencialidade de um país, mas sim o poderio econômico.

Nessa questão, outras novas frentes puderam rivalizar com os Estados Unidos: Japão e União Europeia, seguidos da China. Por último, há o terceiro conceito: a “unimultipolaridade”, que reconhece a supremacia militar e política norte-americana e os múltiplos centros de poder econômico.

Resumo: "Após a derrubada do Muro de Berlim, em 1989, e a dissolução da União Soviética, em 1992, a antiga Ordem Mundial não cabia mais. A partir daí, surgia uma Nova Ordem Mundial, em que a bipolaridade capitalismo x socialismo deixou de existir, dando espaço para o domínio dos Estados Unidos como potência política e militar. Por conta da globalização, expandiram-se as transações econômicas, surgindo novos blocos. Com isso, novos países se destacaram nesse campo, como a Alemanha e o Japão. Podemos dizer que a Nova Ordem Mundial é caracterizada pela unipolaridade na área militar e política, e pela multipolaridade na economia.".

A Nova Ordem Mundial trouxe uma necessidade de reclassificar a hierarquia entre os Estados Nacionais. Os que se classificavam como países de primeiro, segundo e terceiro mundo, conforme o desenvolvimento socioeconômico, passaram a ser chamados de países do norte (desenvolvidos) e países do sul (subdesenvolvidos).

Nesse caso, a linha imaginária de divisão não segue a linha do Equador, nem tampouco a divisão norte-sul cartográfica. Na verdade, os critérios de classificação são econômicos, e não geográficos.

Mesmo países que se encontram no hemisfério norte, como México e Índia, são considerados países do sul (subdesenvolvidos). Da mesma forma, países localizados no hemisfério sul, como Austrália e Nova Zelândia, estão classificados como países do norte.

E o Brasil? Como fica nessa história toda? 

O nosso país também teve mudanças significantes nos campos político e econômico. A chamada "Ditadura Militar" foi encerrada e a democracia presidencialista foi instaurada. A partir daí, os governos adotaram uma política neoliberal, que minimiza a participação do Estado na economia.

Dessa maneira, o país seguiu uma tendência internacional, em que os países desenvolvidos pressionaram os subdesenvolvidos para a adoção dessa política. Algum tempo depois, o Brasil participou de duas frentes internacionais que se contrapuseram ao domínio dos países desenvolvidos.

O Brasil retomou os ideais de esquerda, que também tomou boa parte da América Latina, contestando os Estados Unidos, que foram um dos maiores responsáveis pelo fracasso da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA.

Então, o Brasil integrou o grupo BRICS, composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, que eram as principais economias emergentes. Elas se uniram de maneira informal para tomar ações estratégicas nos campos econômico e político internacional.

De modo geral, podemos dizer que a participação do Brasil na "Nova Ordem Mundial" foi de buscar por melhores condições para a promoção do desenvolvimento. Para isso, é preciso encontrar uma forma de evoluir no plano tecnológico e industrial, com o objetivo de reduzir a sua dependência da "Divisão Internacional do Trabalho".

Obs.: Já podemos observar o quanto o Brasil evoluiu, basta vermos as filas nos bancos da "Caixa Econômica Federal", de pessoas desempregadas e vivendo na miséria, esperando para pegar o "Auxilio Emergencial".

A Nova Ordem Mundial é a forma como o mundo se reorganizou após a Guerra Fria e a queda do Muro de Berlim. Se antes havia uma bipolaridade política, econômica e militar, com esse novo contexto passou a existir uma uni multipolaridade. 

Resumindo: "A cada dia que passa podemos ver os resultados da implantação da "Nova Ordem Mundial", onde os países ricos ficam mais ricos e os países pobres ficam mais pobres. Toda a renda é controlada pelo estado, e, a priori, é dividida entre toda a população igualmente. Porém, uma classe sem desigualdades não consegue funcionar como um organismo - o que acontece no capitalismo - e há um colapso. A renda não é suficiente para essa divisão e, no lugar de apenas uma parcela se encontrar numa situação crítica, no comunismo todos acabam prejudicados - só que igualmente.

Por quê o Comunismo não dá certo?! R: São variados os fatores, uma forma de governo aonde todos os cidadãos não podem alternar de classe social impede que a nobreza crie empresas é as outras classes trabalhem nessas empresas já que a nobreza não vai existir. O governo seria o proprietário de todas as empresas das quais podem ser muitas, ai aonde se encontra um grande obstáculo gerenciar todas, o comunismo presa o fato de que todos os cidadãos do país esteja na mesma classe social ou seja aqueles que não trabalham passam a ter o mesmo valor de quem trabalha, isso incentiva as pessoas a pararem de trabalhar. 

Exemplo para o estudante: Faça um experimento na sua sala de aula, no dia em que o professor der a nota da prova some a de todo mundo inclusive a sua esse resultado você divide pela quantidade de alunos da sua sala essa vai ser a média da sala ou seja a nota de todos no modelo comunista, aqueles que estudaram para a prova tiraram a mesma nota dos que não estudaram, quem trabalhou, pesquisou, leu e estudou terá a mesma nota dos que foram para a balada, usaram drogas, se embriagaram de bebidas alcoólicas e etc. Isso é o Comunismo!


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