segunda-feira, 17 de maio de 2021

O Diário De Anne Frank É Uma Farsa

 

O "Diário De Anne Frank não passa de uma farsa, mas para compreender essa farsa é preciso voltar um pouco no tempo e na história. Anne Frank (1929-1945) foi uma jovem "judia" (fica aqui um alerta a esse detalhe) vítima do nazismo. Morreu no campo de concentração de Bergen-Belsen, na Alemanha, deixando escrito um diário, que foi publicado por seu pai, sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz (Polônia), intitulado "O Diário de Anne Frank". Com derrota alemã à vista, líderes aliados se reuniram em fevereiro de 1945 na histórica Conferência de Ialta para definir os próximos passos. Estabelecer a ONU fez parte do plano; semear as sementes da Guerra Fria, não. Hitler fazia parte do esquema da implantação da Nova Ordem Mundial... 


Adolf Hitler teria sido escolhido para tentar estabelecer a Nova Ordem com a 2ª Guerra Mundial. As teorias alegam que o plano só deu errado porque ele teria se recusado a dividir o poder com outro membro dos Illuminati, o ditador Josef Stalin, da União Soviética. No fim, o líder da URSS acabou derrotando Hitler. Vale lembrar que o führer da Alemanha pertencia à linhagem dos Rotschild, que, segundo uma das teorias da conspiração mais populares, foi uma das 12 famílias fundadoras do projeto do Novo Governo Mundial. Uma das teses diz que o assassinato de John F. Kennedy, em 1963, foi um castigo. Herdeiro de uma das 13 famílias originais, ele começou a desobedecer a seita quando chegou à presidência dos EUA em 1960. A perseguição (ou queima de arquivo?) se estendeu a seu irmão, Robert, seu filho, John Jr., e seu sobrinhos, Robert, Michael e Kara, que também morreram tragicamente. Desobedeceu Dançou!

Em fevereiro de 1945, tropas americanas e britânicas se aproximavam do rio Reno vindo do oeste, enquanto o Exército Vermelho avançava em direção ao rio Oder, a pouco mais de 100 quilômetros de Berlim, vindo do leste. Hitler obrigou suas tropas a lutar até que a capital alemã estivesse encharcada de sangue, para então cometer suicídio em seu bunker no dia 30 de abril daquele ano. A rendição formal da Alemanha ocorreu pouco mais de uma semana depois. Ao final da guerra, estima-se que mais de 60 milhões de pessoas tenham morrido. Os Três Grandes se encontraram a convite dos soviéticos na cidade turística onde os czares russos e a aristocracia passavam as férias. Eles negociariam esboços para uma nova paz mundial, bem como a divisão e a desnazificação da Alemanha. Unidos por um inimigo comum nos anos anteriores, três líderes muito diferentes lançaram as bases para as Nações Unidas – mas também fracassaram em manter sua união após a vitória. "Churchill e Roosevelt se corresponderam e se encontraram regularmente durante a guerra. Até aquele momento, eles haviam estado com Stalin somente uma vez, em Teerã, no final de 1943. Eles trabalharam sob a impressão de que a cooperação continuaria por anos ou décadas depois da guerra, assim, eles estavam dispostos a fazer acordos", disse à DW o historiador Jost Dülffer, professor emérito da Universidade de Colônia.

Eles negociaram e fizeram trocas por mais de uma semana durante a conferência. Churchill conseguiu um papel para a França na divisão e na ocupação da Alemanha imediatamente após a guerra, ao lado dos três países representados em Ialta. Roosevelt assegurou promessas soviéticas de se unir tanto às Nações Unidas, com sede em Nova York, quanto à batalha contra o Japão, após o término da guerra na Europa. Enquanto isso, o anfitrião Stalin garantia que a maior parte do território que seu Exército Vermelho conquistou permanecesse na esfera de influência soviética em tempos de paz. Stalin também assegurou concessões territoriais no Extremo Oriente à custa da China e do Japão, para não mencionar um poder de veto para a então União Soviética no futuro Conselho de Segurança da ONU. Oficialmente, os três governantes se esquivaram de discutir a controversa questão das fronteiras da Polônia até a rendição do regime nazista. Mas Stalin se ateve à linha de demarcação oriental onde suas tropas haviam parado em 1939, quando os soviéticos e a Alemanha nazista – inquietos aliados nesse estágio, antes de Hitler atacar os comunistas – dividiram em segredo seu vizinho em comum. O historiador Dülffer acredita que todos os três participantes alcançaram alguns de seus objetivos. "Stalin afirmou-se nas complicadas questões territoriais, enquanto as potências ocidentais puderam plantar as sementes de uma estrutura internacional para a paz.".

Naquele estágio, de acordo com o historiador Wilfried Loth, da Universidade de Essen, ainda não estava claro com que rapidez a aliança se desintegraria e daria lugar à Guerra Fria. "No final da conferência, todos os três disseram explicitamente: 'Sim, este é um bom resultado – e podemos construir algo sobre ele.' Em outras palavras, eles deixaram Ialta tão otimistas quanto quando haviam chegado", aponta Loth. No entanto, o historiador também reconhece que os três líderes tiveram que fazer uma série de concessões para que pudessem deixar satisfeitos a Península da Crimeia. "Na realidade, uma paz duradoura não foi de forma alguma garantida pela Conferência de Ialta", afirma Loth, acrescentando que os Três Grandes não conseguiram atenuar completamente a situação em seu terceiro encontro em Potsdam, em julho, após a capitulação de Hitler. As sementes estavam sendo plantadas para que a Guerra Fria eclodisse antes mesmo da derrota de Churchill nas urnas, em julho de 1945, e da morte de Roosevelt no final do mesmo ano.

Mas qual foi a conquista da Conferência de Ialta – o que perdurou? Além do fato de ter convencido os soviéticos a se unirem às Nações Unidas, o historiador Loth aponta para o reconhecimento conjunto de que todos os aliados devessem assumir uma parte da responsabilidade na Alemanha pós-guerra. "As conversas sobre o futuro pós-guerra ocorreram no mais alto nível e mostraram que os principais atores foram capazes de chegar a acordos e construir confiança, sentando um ao lado do outro", diz Loth, acrescentando que esse padrão se manteve durante uma série de crises ao longo dos anos. "Sempre que a diplomacia de alto nível fracassa, há problemas. Pode-se atribuir o surgimento da Guerra Fria em parte a uma rápida perda da confiança formada nos níveis mais altos, porque não houve mais esforço para promovê-la", explica o historiador da Universidade de Essen. Dülffer, da Universidade de Colônia, também pensa que uma "Conferência de Ialta" dos dias atuais poderia servir bem, uma vez que tentaria reavivar a crença bastante ousada de 1945 "de que realmente podemos construir juntos uma nova ordem mundial pacífica". "Esse sentimento prosperou em Ialta após os horrores da Segunda Guerra Mundial. Talvez precisemos dele novamente hoje.".

Agora voltemos ao tão famoso Diário De Anne Frank... O diário de Anne Frank trata-se de uma farsa, uma obra de ficção, quem pretende ler o livro tem que ter isso em mente. "Depois que os falsificadores confessadamente admitiram que o famigerado "diário" nada mais é do que uma monumental impostura, alterada, deturpada e manipulada para transformar-se num dos grandes "best-sellers" mundiais, cabe aos nossos prefeitos, vereadores, deputados estaduais, federais e todos os responsáveis pelas áreas da educação, partirem para a ação, fazendo a única coisa cabível diante de tanta falsidade e infâmia: Retirar o nome desta impostura da infinidade de praças, ruas, largos, teatros, colégios e outras instituições espalhadas por todo o país e pelo mundo. Há mais de uma década o catedrático francês, professor da Universidade de Lyon, Robert Faurisson, dissecou e desmascarou, científica e impiedosamente a impostura do chamado "diário" de Anne Frank. Usando a frieza da técnica investigativa, inerente a todo autêntico pesquisador histórico, Faurisson provou, através de infindáveis evidências, a manipulação na elaboração dos famosos "diários", além de desnudar o grande e fabulosamente rendoso negócio em que se transformou esta falsificação histórica. Um exemplo: Só em direitos autorais, o pai da infeliz menina ( que morreu de tifo, enquanto seu - saudável e milionário - pai foi hospitalizado em Auschwitz e sobreviveu) recebe somas em todas as escolas! A estória desta publicação está repleta de brigas e demandas, entre o pai, o tio, os editores, o compilador, o "escritor fantasma", etc, todos de olho no filão interminável que representa a posse de seus direitos autorais.". Algumas teorias apontam Otto Frank, o pai de Anne, como o verdadeiro autor. Outras, Miep Gies, a secretária do armazém que guardou os pertences que não foram levados pelos nazistas e, em junho de 1945, os entregou ao único sobrevivente da família.

Em 1947, o pai decidiu publicar o diário. Os manuscritos de Anne Frank estão expostos na Anne Frank House, em Amsterdã... Esses manuscritos não existem, essa estoria foi elaborada, criada, inventada, para dar uma justificativa às atrocidades que vem sendo cometidas para a redução da população, seguindo o protocolo para a implantação da Nova Ordem Mundial e a redução de 2/3 (dois terços) da população terrestre. Pesquise, Estude e Acorde... Enquanto há tempo!


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terça-feira, 11 de maio de 2021

A Origem do Nome do Vaticano


A Origem do Nome do Vaticano...


VATIKA- A Deusa Etrusca do submundo.

Primeiramente, vamos aos fatos que são ocultados das massas: 

A região onde hoje se localiza o Vaticano era, antigamente, uma necrópole (cidade-cemitério) edificada nas colinas de fora de Roma, especificamente para que não fosse preciso enterrar os mortos dentro da própria cidade.

O nome Vaticano está diretamente relacionado a Vatika, deusa etrusca do submundo; culturalmente falando, Vatika era a "guardiã do submundo". 


E aí? poderia ser coisa boa?

VATICANO = VÁTIKA deusa consorte de satanás.

 O Vaticano é o lugar mais alto da Itália (La cittá de la sette colli = A cidade das sete colinas) e por isso foi escolhido para sacrificar pessoas e animais, o Vaticano foi construído em cima de um grande cemitério local em que realizavam rituais satânicos e sacrificavam centenas de pessoas ao mesmo tempo. 

O apóstolo Pedro foi sacrificado no vaticano e está sepultado lá, segundo a igreja Católica, então, como aquilo lá é a cadeira de São Pedro?!

Bafomet - Deus da Maçonaria

 Lá é a sepultura dele e ainda hoje são realizadas missas negras nos subterrâneos.

Discovery Channel mostra isso é só procurar na tv a cabo ou no YouTube mesmo.

Do italiano "estato della città del vaticano", o Vaticano é um estado, um país, e também é a sede da igreja católica no mundo.

É o menor país do mundo, com cerca de “1000 habitantes” e é, por essência, o estado mais rico do planeta, “ficando atrás” apenas dos Estados Unidos.

 Segundo os comentários, é o estado que financia nações em diversos setores, desde o setor bélico ao universo político

Põe e destrona reis e presidentes. Exerce poderosa influência nos assuntos decisivos de impacto global.

Nunca se perguntaram o porque tem um obelisco enorme em um lugar que se diz "cristão", sendo que o obelisco é uma referência a baal, especificamente ao orgão sexual do deus pagão baal?

Ou o porque os padres usarem uma vestimenta idêntica as dos sacerdotes de Dagon do passado?

 Mesmo povo que atraiu a ira do Criador várias vezes por praticarem abominações e perversões?

Foi contra eles que Sansão lutou no passado, dentre outros profetas e reis levantados pelo Criador.

Seu papa é um rei, o mais poderoso “da terra”. 

A igreja católica é hoje a religião mais rica do globo e é a dona de 1/3 da riqueza do comercio mundial.

Mas, qual é a origem do nome “Vaticano”?

Esse nome não tem origem nem no latim, nem no grego, e também não tem nada a ver com a bíblia.

Na verdade, ele remonta aos tempos pré-cristãos e está associado com a deusa Etrusca Vatika, do submundo.

É um nome de origem pagã e tem a ver com os ancestrais que deram origem à potencia mundial romana.

O povo Etrusco, como era chamado, era um povo que habitava a região da Itália Central que governou a região do Mediterrâneo antes da ascensão de Roma há 3000 mil anos.

Diz a lenda que Roma foi fundada por Rômulo e Remo há 28 séculos. No entanto, Roma só se tornou uma potência mundial por volta do ano 150 AC.

Os Etruscos acreditavam na vida após a morte e eram conhecidos por não enterrarem seus mortos dentro dos limites das suas muralhas.

Ao invés disso, eles construíram um grande cemitério fora da cidade em uma colina de encosta onde mais tarde se tornaria a cidade de Roma.

A deusa Vatika, por vezes soletrado ‘Vatica’, era a guardiã daquela necrópole e tinha como dever “manter um olho de observação sobre aqueles que tinham falecido”.

Ela era a deusa do submundo.

Assim sendo, o Vaticano foi construído em cima deste grande cemitério.

Porém, alguns acreditam que o nome tem sua origem em uma espécie de uva amarga que era usada por camponeses na produção de vinhos de baixa qualidade, acredito que seja a junção de todos esses fatores pois isso explica o porque em Apocalipse 17 está escrito:

Um dos sete anjos que tinham as sete taças se aproximou de mim e me disse:

1—Venha! Eu vou lhe mostrar como a grande prostituta que está sentada junto a muitos rios vai ser castigada. 

2 Os reis da terra cometeram adultérios com ela e os habitantes da terra embriagaram-se com o vinho do seu adultério.

O"vinho" se refere a idolatria implantada em todo o mundo por essa corporação religiosa, e a "prostituta" se refere a própria corporação, já que a igreja pura é chamada de mulher, e a impura de meretriz em várias passagens nas escrituras.

Essas uvas e outras ervas daninhas que cresciam na encosta da colina tinha sabor amargo e provocava efeitos alucinógenos que, ao ser traduzido para o latim, tinha sinônimo de “visão profética”.

A palavra latina Vaticnor significa “profetizar, predizer”, do vatis “poeta, professor, oráculo”.

Já outros atribuem a origem do nome a uma cidade Etrusca desaparecida que se chamava Vaticum.

Alguns séculos depois, o palácio papal foi construído e foi assim que o Vaticano, palavra de origem etrusco e que pertencia a uma deusa pagã, dá um nome ao coração da igreja.

Porém, para além desses crimes, a obscuridade também se manifesta, pelo menos aparentemente, na decoração da Santa Sé, no Vaticano. Nela, na Sala Paulo VI, o trono luxuoso utilizado pelo sumo sacerdote é uma estrutura de bronze que muitos associam ao satanismo.

Essa construção, finalizada em 1971, representa a ressurreição de Cristo como um homem que nasce do caos. Seu criador, o escultor italiano Pericle Fazzini, afirmou que a obra chamada “Resurezzione” simboliza Cristo emergindo de uma cratera produzida “por uma bomba nuclear; uma explosão atroz, um vórtice de violência e energia”.

Tanto conspiradores quanto o público em geral que observaram a peça relacionam a imagem a um altar satânico. A estrutura macabra causou muita agitação entre os que a contemplavam, e alguns chegaram a afirmar até que ela seria uma nova prova de que, na verdade, a Igreja é uma organização do mal.

Paulo VI e a sala no Vaticano com formato de cabeça de serpente

A Besta do Apocalipse, ou simplesmente Besta, é uma figura do livro do Apocalipse de João, ... Nesse sentido, as sete cabeças da besta seriam as sete colinas da Roma Antiga, sob os quais a cidade do Vaticano está fundada. ... a segunda destruição de Jerusalém em referência a desolação da Prostituta pelos dez chifres, e levando em conta 

Apocalipse 13:6

"E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu".

Bispos & Papa Adorando Lúcifer

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domingo, 2 de maio de 2021

Um Povo Unido Jamais Será Vencido

 

MOVIMENTO DE REPÚDIO AO NOVO NORMAL!

O uso obrigatório de máscara é um experimento social de controle de massa. Tem o intuito de espalhar o medo. Não impede contaminação do vírus, é só você perguntar pra qualquer pessoa que foi infectado por essa doença se ela usou máscara, verás que quase a totalidade responderá que sim comprovando sua ineficácia. A máscara dificulta a respiração, consequentemente enfraquece nosso sistema respiratório que é o alvo principal do COVID-19.

O uso desse artefato tem como objetivo principal espalhar o medo porque a mensagem mental que recebemos vendo todos usando essa focinheira é: - Estou morrendo de medo da morte, esquecendo de viver e aceito qualquer comando do Governo pra me "salvar".

"Um Povo Unido Jamais Será Vencido"

O significado deste slogan encontra-se num tempo revolucionário. Quando subitamente meio século de ditadura desapareceu com um golpe militar e a liberdade passou a ser a realidade de um povo inteiro. Seis dias depois do 25 de Abril, o Dia do Trabalho voltou a ser o Dia do Trabalhador, o primeiro 1.º de Maio em democracia, festejado em absoluta euforia nas ruas com os dedos em V de vitória e muitas palavras de ordem. Como esta, símbolo de velhas e novas lutas: o Povo Unido Jamais Será Vencido!

O povo saiu à rua para inaugurar um tempo novo. Após a repressão da ditadura exercida durante 48 anos, os portugueses experimentavam a Liberdade numa celebração coletiva, contagiante e irrepetível. As manifestações do Dia do Trabalhador que ocorreram em Lisboa e no Porto em 1974 impressionaram na dimensão, no exemplo de civismo e na genuína alegria partilhada entre todos, conhecidos e desconhecidos. Com dedos em V de vitória, a comungar o mesmo sentimento.

Nos desfiles e comícios havia bandeiras nacionais e flores, estandartes de partidos e sindicatos, cartazes populares e milhares de vozes unidas na banda sonora da revolução. Ao mesmo tempo que cantarolavam a Grândola de Zeca Afonso e outras canções proibidas pela censura, gritavam palavras de ordem contra o fascismo e em defesa dos valores da democracia.

Um dos símbolos que ficou desse Abril transformador é este slogan – O Povo Unido Jamais Será Vencido – que continua a ecoar como cântico de liberdade nas manifestações de trabalhadores por cá e por todo o mundo. Memória viva da revolução portuguesa, foi importado de outra luta popular, ocorrida no Chile, em 1973, depois do golpe de Estado liderado por Augusto Pinochet que derrubou o presidente Salvador Allende. A história está contada nesta reportagem por Luís Farinha, diretor do Museu do Aljube.

O povo ao invés de ficar discutindo nas redes sociais, defendendo partidos políticos ou ideologias de Direita ou Esquerda, deveria se unir para cobrar no "Grito" os seus direitos. Infelizmente o povo brasileiro vem sendo preparado a décadas para aceitar tudo sem reclamar, as transformações no povo brasileiro foram tantas, em homens, mulheres e crianças. Mudanças de comportamento, mudanças de hábito, ou seja o povo sofreu uma enorme lavagem cerebral, tanto foram as mudanças que não existem mais homens com coragem o bastante para enfrentar uma guerra, se houvesse, o povo brasileiro de hoje aceita ser "gado" e seguir rumo ao frigorifico sem reclamar. 

Veja que é simplesmente uma ferramenta de controle!

Exerça seu direito de questionar e pensar com sua própria cabeça. 

#AcordaBrasil 🧪💊🧬


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sábado, 24 de abril de 2021

Homenagem Ao Dia Do Trabalhador 01 De Maio

 

Jamais permita que alguém desdenhe da sua dedicação, abdicação e perseverança. 
Lembre-se das inúmeras batalhas que enfrentou e venceu, algumas, inclusive, em prol de quem hoje lhe dá as costas, sem ao menos reconhecer a grandeza das tuas atitudes e vitórias. Não se deixe intimidar.

Muitos atritos poderiam ser evitados se não fosse a presença do egoísmo. Mas essa característica infelizmente compõe a personalidade de algumas pessoas com pouca ou quase nenhuma chance de mudar.

O egoísmo passa despercebido em relações superficiais mas é facilmente sentido em relações íntimas sejam elas amorosa, de amizade ou familiar. Não importa o ambiente, o egoísta está sempre se priorizando, se achando merecedor de benefícios e se considerando mais importante que os demais. O medidor que ele usa para si não é o mesmo que ele usa para os outros. Ou seja: dois pesos, duas medidas. Assim funciona a lógica do egoísta. 

É importante pontuar a diferença entre egocentrismo, individualismo e egoísmo.
 
Egocentrismo é o comportamento de alguém incapaz de descentrar-se. São pessoas arrogantes que se consideram referência da verdade e da perfeição, tornando-se ineptos para compreender o ponto de vista alheio, acabando escravo do seu próprio ponto de vista e convicção. 

Já o individualismo, apesar de ser uma palavra de conotação negativa, não deve ser mal interpretado, uma vez que significa competência emocional em que o indivíduo conquista um estado pessoal de autonomia e auto suficiência. A individualidade também pode ser entendida como auto completude, por isso alguém egoísta jamais será individualista, uma vez que o egoísta não dispõe de competência para gerar aquilo que necessita. É do outro que ele extrai seus benefícios. 

O egoísmo é via de mão única. No relacionamento com o egoísta não há troca, não há reciprocidade, não há mão dupla, não há retroalimentação. Os benefícios só vão, não voltam. São exímios recebedores, e péssimos doadores. 

Sua incapacidade em ser equânime deriva de um ponto cego que faz com que eles considerem mais importantes as suas necessidades independentemente da gravidade da situação. É como se uma unha quebrada dele merecesse mais atenção do que o braço quebrado do outro. O curioso é que, quando repreendidos, se ofendem com facilidade e não admitem serem chamados de egoístas. Ao contrário, se defendem, ora se vitimizando através da culpa, da chantagem, da raiva, ora se justificando, mas jamais enxergando o próprio comportamento. 

O egoísta trás consigo a essência do amor objetal, enquanto há favorecimento há vínculo, mas quando acaba os ganhos, acaba a conexão. São motivados por interesse e cortar a mordomia deles não significa que haverá uma mudança, ao invés disso eles preferem buscar uma nova relação para nutrir sua incompletude. Nessa hora vem a dúvida: os egoístas são capazes de amar? Sim, são. Um amor ao molde de sua personalidade – recebendo sem dar nada em troca. 

Esperar que o egoísta faça um exame de consciência, se arrependa e passe a ser uma pessoa equitativa, prestativa, grata e comprometida com o sentimento do outro na alegria e na tristeza, não deixa de ser uma imaturidade emocional. 

É um equívoco esperar que o egoísta “acorde” pelo simples fato de ele não está dormindo. É preciso entender que acordados eles já estão, porém são deficientes emocionais incapazes de devolverem o que recebem.