segunda-feira, 20 de setembro de 2021

A VERDADE DÓI POR ISSO MUITOS PREFEREM A MENTIRA

Que possuímos direitos e deveres todos nós sabemos… Mas você sabe o que são Direitos Individuais? E o que a atual "Constituição" diz sobre esses direitos?! Após ler esse conteúdo, você compreenderá quais são os seus direitos individuais, o quanto eles estão presentes no cotidiano e como são importantes para a nossa vida em sociedade. E depois de ler totalmente o conteúdo dessa matéria, sua vida, ou melhor a sua liberdade de poder viver como tu queres mudará completamente, da água para o vinho. 

Nota: Você acredita realmente que é livre para votar nos candidatos que representam os seus valores? Você tem liberdade para se candidatar a qualquer cargo que deseje? E de influenciar na formulação de políticas públicas para o seu município, estado ou país? Nós temos liberdade política no Brasil? Você acredita realmente que o seu voto é "realmente importante", que o candidato que você votou, se venceu, você acredita piamente que foi você quem o colocou lá?!?!

Obs.: Antes de refletirmos sobre esses pontos, falaremos brevemente sobre o que seria essa tal "liberdade" e quando ela passou a ser considerada tão importante no convívio em sociedade. 

A liberdade passou a ser um importante valor nas sociedades contemporâneas principalmente a partir do surgimento do "movimento iluminista" e da "Revolução Francesa, de 1789", inspirada em suas "ideias liberais" e "racionalistas". Os iluministas criticavam o absolutismo, regime político em que o(a) rei/rainha tem o poder absoluto dentro do país. Esse regime estava vigente na maior parte de seus territórios, na época e reprimia a voz do povo, proibindo-o, em muitos casos, de se manifestar contra o governo. Pode-se imaginar que as populações não estavam muito felizes com essa situação, certo?! Por isso, a revolta contra esse sistema e os ideais de liberdade começaram a se propagar, inicialmente na Europa e posteriormente, por todo o globo. Hoje, a liberdade é considerada um direito humano, presente na "Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU".

Piramide Social Egípcia

Obs.: As "Piramides Sociais" sempre existiram, a população terrestre sempre foi dividida em grupos, hierarquias, facções, clãs e etc, entenda isso, dês de que o mundo é mundo e o homem aprendeu a dominar por medo os demais, sempre ouve "Divisões De Classes".

Mas, o que é a liberdade? Como um conceito abstrato, a liberdade é de difícil definição. Assim, para melhor compreendê-lo, é comum tratarmos o assunto no plural, como "liberdades", dividindo-o em tipos, civis, políticas, econômicas, sociais ou aplicando-o para descrever uma possibilidade específica, liberdade de ser, liberdade para fazer, liberdade de expressar-se e liberdade para associar-se, liberdade para poder ir e vir para onde e de onde quiser, por exemplo. Agora nessa época da "tal Pandemia", liberdade para decidir se quer ou não tomar vacina e usar máscara! 

Como habitantes e cidadãos de um "Estado", nossas liberdades não são ilimitadas: As leis definem quais liberdades temos ou não e de que modo devemos exercê-las em um território. Assim, por meio das leis, são criados os direitos que garantem e protegem as liberdades correspondentes. Por exemplo, as liberdades econômicas são reguladas por várias leis e através de vários direitos: De propriedade, trabalhistas, tributárias, pessoal e etc.. 

Nota: E as liberdades políticas, são garantidas no Brasil? Como nossa legislação trata dessas liberdades e como elas são exercidas na prática? Para respondermos essas perguntas, primeiro temos de entender o que são "liberdades políticas".

"As agências de ajuda humanitária, em vez de impor e apoiar regimes políticos corruptos, na verdade precisam ajudar as pessoas no terreno a examinar a questão do que é a democracia, Carl Schramm".

A "liberdade política" é a capacidade dos cidadãos de uma nação de participarem livremente do processo político. Envolve tanto a liberdade da maioria de influenciar e orientar a política (ao invés de apenas 'insiders' entrincheirados fazê-lo), quanto a liberdade das minorias políticas de defender publicamente suas posições. Nas palavras de "Lord Acton", "O teste mais seguro pelo qual julgamos se um país é realmente livre é a quantidade de segurança de que gozam as minorias". Praticamente, essa ausência de coerção se expressa em direitos como "liberdade de imprensa", "liberdade de culto" e "liberdade de reunião", "liberdade de expressão" e etc..

Embora a "liberdade política" e a "liberdade econômica" estejam longe de ser perfeitamente correlacionadas, a história indica que as duas se apoiam mutuamente. A "liberdade política" freqüentemente estabelece a base sobre a qual a liberdade econômica e portanto, a prosperidade pode ser construída. Por exemplo, um estado de direito que respeite os direitos de propriedade, faça cumprir contratos e punir a corrupção é essencial para o funcionamento da empresa. Essas condições geralmente existem em um país onde as eleições livres e a participação ativa do eleitorado garantem que os detentores de cargos públicos sejam responsáveis ​​pelo bem comum.

Obs.: No Brasil, com o uso da "Urna Eletrônica", que já foi provado por técnicos de informática e "hackers" do mundo todo que não são seguras e os votos podem ser fraudados!

Obs.: "A "Urna Eletrônica", foi desenvolvida, por uma empresa brasileira, a "OMNITECH - Serviços em Tecnologia e Marketing", entre 1995 - 1996 e "aperfeiçoada - modificada", em 1997, para o modelo que se tornou o padrão brasileiro, até hoje. 💀


  1. Você tem liberdade para se candidatar a qualquer cargo que deseje? R: Você pode até se afiliar a um partido e lançar sua candidatura, porém, os partidos possuem uma verba e essa verba é para garantir as "cadeiras" para alguns candidatos... Porém não são todos os afiliados do partido que lançaram candidatura que receberão essa verba, apenas os principais, os escolhidos (lacaios de pessoas poderosas, pastores de igrejas e empresários e etc.);
  2. E de influenciar na formulação de políticas públicas para o seu município, estado ou país? R: Se você for uma pessoa conhecida e famosa, for um(a) rico(a) empresário(a), uma pessoa de influência e com ligações com pessoas do alto-escalão da "Elite", sim, por outro lado se você não tiver esses requisitos o partido não te dará apoio, aliás não lhe dará a minima atenção;
  3. Nós temos liberdade política no Brasil? R: Não... Se pararmos para refletir um pouco sobre a pergunta e analisarmos com carinho as petições e abaixo-assinados já feitos por determinados grupos de cidadãos e olharmos o resultado, veremos que não temos liberdade alguma nesse país, na verdade eles riem de nós!
Eles Riem De Nós

Obs.: Entenda uma coisa... A política de hoje não e mais para definir regras de convivência, limites de ação e deveres comuns para a sociedade, a política de hoje virou "Troca De Favores", além de uma forma de conquistar status e riquezas. As coisas só funcionam na base da "Propina". 

Uma sociedade com amplo espaço para a atividade política de seus cidadãos também incentiva a participação cívica, a preocupação com o bem comum e um senso de responsabilidade pessoal (características que apoiam o crescimento empresarial e econômico). Isso é comprovado por dados de pesquisas que medem cada um. Com base em estudos da "Freedom House" (liberdade política) e da "Heritage Foundation / Wall Street Journal" (liberdade econômica), o diretor da "Freedom House", "Adrian Karatnycky", relatou que "há uma correlação alta e estatisticamente significativa entre o nível de liberdade política e a liberdade econômica". Um dos obstáculos que impedem as nações em desenvolvimento é a "opressão política". "Má governança", uma das quatro principais "armadilhas da pobreza" identificadas por "Paul Collier", "mantém as nações presas à pobreza". Ditaduras e juntas militares desencorajam as condições necessárias para o desenvolvimento econômico. Além disso, a relativa predominância da esfera política sobre e acima de outras esferas cria um conjunto de incentivos ruins. Como observa "Theodore Dalrymple", em muitas nações pobres (como o Brasil por exemplo) "não há maneira de progredir no mundo ou se tornar próspero a não ser encontrando um patrocinador político".

Quando as pessoas têm a ganhar mais pelo sucesso político do que pelo sucesso empresarial, os indivíduos mais talentosos e ambiciosos tendem a direcionar sua energia para o sucesso pessoal na esfera política, em vez de criar empregos e riqueza por meio da atividade empresarial. Quando as minorias ou indivíduos "sentem que são vítimas impotentes em vez de participantes ativos na arena política", eles levam sua habilidade, criatividade e se dirigem para um novo local, privando seu país de seu recurso mais importante: O capital humano!

Fonte: Liberdade Política

Nota: O consultor para assuntos eleitorais da "Organização das Nações Unidas (ONU)", "Evandro Oliveira", numa sexta-feira (03/05/2002), às 15h45, durante o "Fórum Internacional Software Livre", no "Centro de Eventos da PUC", disse que as urnas eletrônicas do "Trinbunal Superior Eleitoral (TSE)" são suscetíveis à fraude. Ele relatou casos em que as urnas eletrônicas foram comprovadamente fraudadas. O consultor integrou um grupo de técnicos independentes que "analisava a questão do voto eletrônico". Ele lembra que o sistema eleitoral brasileiro se baseia em sistema operacional fechado e áreas secretas desenvolvidas pela "Abin (Agência Brasileira de Inteligência)".

Fonte: Urna Eletrônica Fraudável

Você realmente acredita que é "você quem escolhe os candidatos em eleições no Brasil"? Sinto muito em lhe dizer que não é... Saiba que os candidatos que serão eleitos já foram escolhidos bem antes do dia das eleições. Não é novidade para ninguém que o "Brasil é o país das notícias ruins". E faz por merecer! Governado como é, só tem que estar sempre no fundo do poço, em qualquer setor. As notícias ruins fazem parte do nosso histórico social. Não pode ser diferente! Faz parte da nossa miséria, agora mais aguda com a tal pandemia que levou milhões de pessoas a viver abaixo da linha da pobreza absoluta. Parece castigo! Como conseguir uma boa notícia num país assim, onde as chamadas autoridades vivem numa fogueira de vaidades que não termina nunca? Nunca se entendem! Tudo é feito por meio de manobras indecentes. Na área social, para citar apenas isso e basta, mais de 20 milhões de famílias brasileiras estão com os pratos vazios em cima da mesa. O povo come restos de restaurantes e de residências, quando consegue. Como conseguir uma notícia boa que nos orgulhe? Impossível.

Essa corja que está no poder a muito tempo, entre eles há até membros do "PCC - Primeiro Comando da Capital", o ministro do STF "Alexandre De Morais" era advogado e defendeu a facção varias vezes... Fonte: "Jornal Gazeta Do Povo - 06/02/2017 18:04"... "Alexandre de Moraes" esteve envolvido em polêmicas em suas passagens pelo governo federal e pela administração estadual de São Paulo.

Indicado pelo ex-presidente "Michel Temer" para a vaga que foi do ex-ministro "Teori Zavascki" (Em 19 de janeiro de 2017, Teori morreu em um acidente de avião na região do litoral de Paraty, no estado do Rio de Janeiro) no "Supremo Tribunal Federal (STF)", o "atual Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes", teve como clientes em seu escritório de advocacia alguns clientes "polêmicos". Em 2014, defendeu o ex-deputado federal "Eduardo Cunha (PMDB-RJ)", atualmente em prisão "domiciliar" pela operação "Lava Jato". Seu escritório também fez a defesa de uma empresa acusada de lavar dinheiro para a facção criminosa PCC. 

Reportagem de 2015 do "Jornal O Estado de S.Paulo" mostrou que "Alexandre de Moraes" defendeu em 123 processos a cooperativa de perueiros Transcooper, que atua em São Paulo. A empresa era investigada por supostamente ser uma "lavanderia" do dinheiro obtido pelo PCC com o crime. Naquela ocasião, "Alexandre de Moraes", que era "secretário de Segurança de São Paulo", informou ter renunciado "a todos os processos que atuava como um dos sócios do escritório de advocacia" após assumir o cargo no governo paulista. Também disse que estava de licença da OAB. 


"Alexandre de Moraes" também teve passagens conturbadas pela política. Como "ministro da Justiça de Michel Temer" desde maio de 2016, foi muito criticado pela incapacidade de antever a crise do sistema carcerário que tomou conta de várias penitenciárias do país no início deste ano, com uma sequência de assassinatos na guerra de facções. As respostas dadas pelo "Governo Federal" para solucionar a crise também foram consideradas por especialistas como muito tímidas.

Outro momento polêmico de sua passagem pelo ministério ocorreu durante a campanha eleitoral do ano de 2016, em um evento eleitoral do "PSDB" no qual participava em "Ribeirão Preto (SP)". "Alexandre de Moraes" antecipou a realização de uma nova fase da "Lava Jato". "Teve [operação] a semana passada e esta semana vai ter mais, podem ficar tranquilos. Quando vocês virem esta semana, vão se lembrar de mim", disse, em 25 de setembro de 2026. Um dia depois, a "Lava Jato" deflagrou sua 35.ª etapa. Ele negou ter tido conhecimento antecipado da operação. Mas, como "Ministro da Justiça", ele é o chefe da "Polícia Federal (PF)" que integrava a "força-tarefa da Lava Jato". Vazar dados sigilosos de operações policiais pode ser enquadrado como crime

Polêmicas em São Paulo

"Alexandre de Moraes" também teve passagens por cargos políticos em "São Paulo", sempre em administrações de tucanos ou de aliados deles. Ele é filiado ao "PSDB".


sábado, 18 de setembro de 2021

FUJA ENQUANTO É TEMPO DESSA PRISÃO EM QUE TE COLOCARAM

 

Finalmente chegou o "Grande Dia"... A partir de hoje (20/09/2021) começaremos a publicar matérias mais "pedagógicas" e "Filosóficas", desvendando "segredos ocultos" na "História Do Brasil". Por quê apenas uma pequena porcentagem da população possui acesso a determinadas regalias, enquanto a grande maioria da população sofre dificuldades para se manter financeiramente. Antes de iniciarmos nossa matéria especial, deixe-me me apresentar: O que fizeram comigo, me criou. É um "Princípio Básico Do Universo". Que toda ação cria uma reação igual e oposta! Hoje politicamente me classifico como um "anarcocapitalista"... O "anarcocapitalista" é a favor do capitalismo e do livre mercado. Economicamente, está posicionado a favor de um sistema de manutenção da ordem econômica capitalista, defendendo a liberdade econômica irrestrita. A diferença entre um anarco capitalista e um liberal é que a doutrina liberal necessita do "Estado" para a manutenção do plano econômico, enquanto o "anarcocapitalismo" é contra a imposição de qualquer força estatal.

"Não Pise Em Mim"

Depois de ter batido tanto a cabeça seguindo "falsas doutrinas e religiões", em busca de respostas que religião nenhuma conseguiu me satisfazer ou me convencer. Fui "Católico", "Espirita Kardecista", "Mórmon", "Budista", "Estudante Rosacruz", "Illuminati" e etc., confesso que não foi completa perda de tempo, pois consegui ter acesso a "Livros Raros", porém aprendi também nos próprios livros, [...] lendo nas "entre-linhas" a localização das "Janelas Da Alma". 

Nota: Mas o que são "As Janelas Da Alma" Mestre?! R: São, como diz o ditado, as janelas pelas quais os outros "vêem" o que se passa "dentro de nossa cabeça". Você sabe: Um sorriso é mais convincente quando ele inclui os lábios e também os "olhos sorridentes". Um olhar "vazio" pode indicar desinteresse, por mais que nosso interlocutor diga o contrário. 

Obs.: Aconteceu comigo, quando aprendi pelo "curso da AMORC - Rosacruz" a prática "Prática Do Espelho". 


"Espelho... Espelho Meu...", foi com a "Prática Do Espelho" que consegui me enxergar, batendo um papo "Comigo Mesmo" me vendo no "Espelho", consegui compreender que as "vozes da mente" produzidas pelo nosso "Cérebro" quando estamos "preparados para ouvi-La" é na verdade aquilo que ensinam nas "religiões"... "A Voz De Deus"... o "Eu Sou"... a "Voz Do Meu Deus Interior" ou "Batizado Com O Espirito Santo". Consegui perceber também, que não necessito ir a igreja alguma para falar com "Deus" e o que realmente acontece nas igrejas é o seguinte, eles te "vendem" um falso deus para que você os sustente, "pagando" dízimos, ofertas, comprando livros, que no caso do "Espiritismo" os autores registram em nome de uma "falsa entidade", com o interesse de vender usando e abusando da tua "Fé". 

Nota: O deus das igrejas, seitas e etc., é um deus em que nos ensinam a busca-lo fora de "Nos", enquanto que o correto é "Você Busca-Lo" dentro de ti. 


Para não estender muito sobre "Religião", quero encerrar por enquanto esse assunto sobre o "Espiritismo", cheguei a me "desenvolver", realmente quando entramos em "estado de transe", algo acontece em nossa mente que faz com que acreditamos que é outra pessoa ou entidade falando por meio de nós. Porém o ser humano ainda não conseguiu explorar 100% da "mente humana", "Livros Específicos" que consegui ter acesso, provam que na verdade "Nós Mesmos" não nos conhecemos. E essas entidades "somos Nós Mesmos"! (continuaremos depois com esse assunto...). 


Você usa tanto uma máscara que acaba esquecendo de quem você é. A todo instante, com exceção de quando estamos dormindo, todos nós usamos "mascaras", máscara para ir ao trabalho, máscara com amigos, máscara em nossa própria casa com a família e etc.. Liberte-se, tire sua "mascara" e mostre para o "mundo" a sua volta quem realmente você é; pare de ficar querendo agradar outras pessoas sendo o que você não é, eles precisam te aceitar como você realmente "É". O povo não deve temer seu estado. O estado deve temer seu povo e "Imposto É Roubo"! Os artistas usam a mentira para revelar a verdade, enquanto os políticos usam a mentira para esconde-la, não fique esperando e acreditando que o "estado" ou os "políticos" que o compõem realmente farão algo diretamente para auxiliar o povo. 

Nota: Todos os "políticos" só estão nesse negócio, porque conseguem faturar rios de dinheiro, por diversas formas, "notas fiscais frias", "lavagem de dinheiro", "narcotráfico", "venda e compra de bens e imoveis de forma ilegal" e etc.. E o mais importante é que todos só estão nesse negócio por "Ganancia & Poder".  O que fizeram comigo me criou, é um "princípio básico do universo", que toda ação cria uma reação igual e oposta!


Eis que me fiz de "santo", quando na verdade era o "demônio", o equilíbrio, não devemos ser 100% santos e muito menos 100% demônios, mas encontrarmos o "ponto de equilíbrio". Um homem pode "morrer", "lutar", "falhar", até mesmo "ser esquecido", mas sua ideia pode modificar o mundo mesmo tendo passado 400 anos. Ideias não são só carne e osso. Ideias são à prova de balas! Pelo "poder da verdade", eu, ainda vivo, "Conquistei o Universo". O medo se tornou a arma principal desse governo, com essa estorinha de "Pandemia", conseguiram controlar uma grande porcentagem da população [...] além de obrigá-la a ficar presos em suas casas e o uso obrigatório de "máscaras", sem contar com a obrigação em tomar a vacina que muitos médicos já postaram o perigo em tomar algo que ainda não foi 100% testado. Estamos presos ao sistema, somos parte dele! 


Voltando ao assunto de que "Imposto É Roubo"... A perspectiva libertária do "anarcocapitalismo" considera a taxação de impostos como um roubo injustificável, defendendo um sistema de "tributação zerado", a não ser que a tributação seja amplamente acordada por todas as partes pagantes, deixando de ser imposto e tornando-se contribuição.

Os "serviços básicos", como "educação", "saúde" e "segurança", devem ser prestados apenas pela "iniciativa privada", o que gera a maioria das críticas ao sistema, considerando que não há modo eficiente para as classes mais baixas, que acabam dependendo da beneficência dos mais ricos. Diferença entre "anarcocapitalismo" e "libertarianísmo". Essencialmente, os dois termos são diferentes. O "libertarianísmo" é uma postura ética e moral que pressupõe que qualquer violação da propriedade privada e da liberdade individual é uma violação grave de direitos. Segundo o "libertarianismo", não deve haver regulação pública da vida, a não ser a regulação das leis de mercado.

"Bandeira AnarcoCapitalista"

Já o "anarcocapitalismo" é uma "doutrina política e econômica" que adota o "libertarianismo" como princípio ético, aplicando a "exclusão do Estado" como modo de aplicar a ética libertária. A regulação do "livre mercado" é a "livre economia absoluta" e todas as ações devem ser "ações voluntárias". Todo e qualquer acordo e negociação deve ser voluntariamente acordado pelas partes e qualquer tipo de administração estatal centralizada vai contra a ação voluntária do mercado. Os fundamentos do "anarcocapitalismo" apontam que o "Estado" é uma "instituição ilegítima". As forças policiais, que, na teoria tradicional do "Estado", possuem o legítimo "uso da força", devem ser privatizadas e de trabalho fornecido por polícias privadas, que são verdadeiras milícias organizadas pela livre iniciativa. 

Obs.: Liberte-se enquanto é tempo do "Sistema", torne-se "Um 'Ser' Independente"... No mundo urbano, ir ao campo sempre foi um ideal de fuga rumo à qualidade de vida e nunca a cidade havia nos aprisionado tanto como durante a tal pandemia do Coronavírus. Alguns já escolheram escapar... Fuja das cidades enquanto é tempo!

Para finalizarmos essa etapa do novo estilo de publicações, quero repetir uma frase que uso muito hoje em dia: "Imposto No Brasil É Roubo!". 


quinta-feira, 16 de setembro de 2021

POR QUÊ AS REDES SOCIAIS NOS CENSURAM TANTO?!

 

Porque não querem que outras pessoas consigam enxergar ou compreender as coisas como "Real-Mente" são... Sua voz é importante, mas não te dão liberdade para se expressar! Você tem o direito de dizer o que pensa, compartilhar informações e exigir um mundo melhor. Você também tem o direito de concordar ou discordar dos detentores do poder e de expressar suas opiniões em protestos pacíficos. Exercer esses direitos, sem medo ou interferência ilegal é fundamental para viver em uma sociedade aberta e justa; aquele em que as pessoas podem ter acesso à justiça e usufruir de seus direitos humanos. No entanto, governos em todo o mundo rotineiramente prendem pessoas, ou pior, por falarem abertamente, embora a constituição de quase todos os países se refira ao valor da "liberdade de expressão".

Os governos têm o dever de proibir o discurso odioso e incitador, mas muitos abusam de sua autoridade para silenciar a dissidência pacífica, aprovando leis que criminalizam a "liberdade de expressão". Isso geralmente é feito em nome do contraterrorismo, segurança nacional ou religião. Mais recentemente, a liberdade de expressão foi ameaçada por autoridades que reprimiram ativistas, ONGs e pessoas que ajudam refugiados e migrantes. A maneira como os governos toleram opiniões desfavoráveis ​​ou vozes críticas costuma ser uma boa indicação de como eles tratam os direitos humanos em geral.


A "Anistia Internacional" apóia pessoas que falam pacificamente por si mesmas e pelos outros, seja um jornalista que faz reportagens sobre a violência das forças de segurança, um sindicalista expondo as más condições de trabalho ou um líder indígena defendendo seus direitos à terra contra grandes empresas. Da mesma forma, defenderíamos o direito daqueles que apoiam as posições das grandes empresas, as forças de segurança e os empregadores de expressar suas opiniões de maneira pacífica. Consideramos que qualquer pessoa presa apenas por exercer seu direito à liberdade de expressão pacificamente é um prisioneiro de consciência e pedimos sua libertação imediata e incondicional.

O direito à "liberdade de expressão" está consagrado no "Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos", que estabelece em termos gerais os direitos humanos que cada um de nós possui. Posteriormente, foi protegido legalmente por uma série de tratados internacionais e regionais. A defesa da "liberdade de expressão" sempre foi uma parte essencial do trabalho da "Anistia Internacional" e é vital para responsabilizar os poderosos. "A liberdade de expressão também sustenta outros direitos humanos, como o direito à liberdade de pensamento, consciência e religião e permite que eles floresçam".

Também está intimamente ligado à "liberdade de associação" o direito de formar e aderir a clubes, sociedades, sindicatos ou partidos políticos com quem você quiser; e liberdade de reunião pacífica o direito de participar em uma manifestação pacífica ou reunião pública. No entanto, essas mesmas liberdades são regularmente atacadas por governos que querem sufocar as críticas. Por exemplo, no  Egito, atualmente, é extremamente perigoso criticar o governo. Ao longo de 2018, as autoridades prenderam pelo menos 113 pessoas citando uma série de razões absurdas, incluindo sátira, tweetar, apoiar clubes de futebol, denunciar o assédio sexual, editar filmes e dar entrevistas. Os presos foram acusados ​​de "pertença a grupos terroristas" e "divulgação de notícias falsas". Detidos sem julgamento por meses, aqueles que finalmente foram julgados foram sentenciados por tribunais militares, embora os julgamentos militares de civis, no Egito como em outros lugares, sejam inerentemente injustos.

LIBERDADE DE IMPRENSA

Uma reportagem de imprensa livre sobre as questões que nos interessam e moldam nossas vidas é um alicerce fundamental de qualquer sociedade que respeite os direitos. No entanto, no "Azerbaijão", "Turquia" e "Venezuela", para citar apenas alguns países, os jornalistas enfrentam repressão e ataques. Em junho de 2019,  o parlamento da "Tanzânia"  acelerou a aprovação do projeto de lei de leis escritas, que reforçaria a censura, entre outras violações. Jornalistas no país já operam dentro dos limites rígidos de uma lei de mídia que exige que os meios de comunicação "transmitam ou publiquem notícias ou questões de importância nacional conforme o governo direcionar".  

Em julho de 2019, o julgamento por difamação começou nas "Filipinas" contra  "Maria Ressa", editora executiva do veículo de notícias online "Rappler". Ressa, uma crítica proeminente do presidente "Rodrigo Duterte", foi presa em fevereiro de 2019 sob acusações forjadas de difamação depois que o Rappler publicou investigações detalhadas sobre algumas das milhares de execuções extrajudiciais cometidas pela polícia e pessoas armadas desconhecidas, com o incentivo explícito de Duterte, durante o combate às drogas operações. Seu caso é amplamente visto como um ataque do governo à liberdade de imprensa. Durante o conflito, a repressão pode piorar, como em  "Mianmar",  onde jornalistas que investigavam o assassinato de homens e meninos "Rohingya" pelas forças de segurança no estado de "Rakhine" foram presos e encarcerados, antes de serem libertados sob pressão internacional.


LIBERDADE DE EXPRESSÃO

A "liberdade de expressão", aplica-se a ideias de todos os tipos, incluindo aquelas que podem ser profundamente ofensivas. Embora o direito internacional proteja a "liberdade de expressão", há casos em que o discurso pode ser legitimamente restringido pela mesma lei como quando viola os direitos de terceiros ou defende o ódio e incita a discriminação ou a violência. No entanto, quaisquer restrições à "liberdade de expressão" devem ser previstas por lei, proteger certos interesses públicos ou os direitos de terceiros e ser claramente necessárias para esse fim. Em 2018, a "Anistia Internacional" publicou uma pesquisa que descobriu que o  "Twitter" é uma plataforma onde a violência e o abuso contra as mulheres florescem , muitas vezes com pouca responsabilidade. Em vez de a plataforma ser um lugar onde as mulheres podem se expressar livremente e onde suas vozes são fortalecidas, o "Twitter" leva as mulheres a autocensurar o que postam e limitar suas interações. Como empresa, o "Twitter" está falhando em sua responsabilidade de respeitar os direitos das mulheres online, investigando inadequadamente e respondendo a denúncias de violência e abuso de maneira transparente.

A FRONTEIRA DIGITAL

O mundo digital dá a muito mais de nós acesso às informações de que precisamos, inclusive para desafiar governos e empresas. Informação é poder e a "Internet" tem o potencial de capacitar significativamente os sete bilhões de pessoas do mundo. Mas a "liberdade de expressão" hoje ainda depende frequentemente da riqueza, do privilégio e do nosso lugar na sociedade. Aqueles que são ricos e poderosos raramente têm restrições para expressar suas opiniões. Da mesma forma, aqueles que têm seus próprios "laptops" com banda larga têm muito mais acesso às informações do que aqueles que precisam caminhar quilômetros até um cibercafé.

Cada vez mais, alguns estados tentam construir firewalls em torno das comunicações digitais ou, no caso do "Egito", "Sudão" e "Zimbábue", entre outros, respondem aos protestos de rua em massa com o "desligamento da internet". O "Irã", a "China" e o "Vietnã" tentaram desenvolver sistemas que lhes permitissem controlar o acesso às informações digitais. Na região da "Caxemira", no norte da "Índia", a "Internet Móvel" e as comunicações são suspensas em resposta a qualquer agitação. Na "Anistia Internacional", estamos continuamente encontrando novas maneiras de impedir que nosso site seja bloqueado na "China". Os governos também estão usando tecnologias perigosas e sofisticadas para ler e-mails privados de ativistas e jornalistas e ligar remotamente a câmera ou o microfone de seus computadores para gravar secretamente suas atividades. Em 2014, a "Anistia" e uma coalizão de direitos humanos e organizações de tecnologia lançaram o "Detekt" uma ferramenta simples que permite aos ativistas escanear seus dispositivos em busca de spyware de vigilância.


O QUE A ANISTIA ESTÁ FAZENDO PARA PROTEGER A LIBERDADE DE EXPRESSÃO?

Estudo de caso: Polônia e o direito de protestar...

A "Anistia Internacional" documentou como as pessoas na  "Polônia"  têm saído às ruas para expressar as suas opiniões, apesar da legislação restritiva combinada com policiamento pesado, vigilância, perseguição e acusação que ameaçam estrangular o direito ao protesto pacífico. Desde 2016, dezenas de milhares de pessoas protestaram contra a legislação repressiva que visa limitar os direitos das mulheres e minar a independência do judiciário. Os manifestantes rotineiramente são recebidos com uma demonstração de força e medidas restritivas que infringem seu direito de serem vistos e ouvidos. Centenas estão sob custódia policial e enfrentam longos processos judiciais.

Paralelamente ao endurecimento das leis que afetam o exercício do direito à liberdade de reunião pacífica, o governo expandiu amplamente os poderes de vigilância das agências de aplicação da lei com evidências de que esses poderes expandidos foram usados ​​contra pessoas engajadas na organização e participação em protestos pacíficos.

Estudo de caso: Aumento de prisioneiros de consciência vietnamitas...

Em 2019, a  "Anistia" divulgou uma pesquisa chocante mostrando que o número de prisioneiros de consciência injustamente encarcerados em todo o  "Vietnã"  aumentou drasticamente em um terço, em sinais de uma repressão crescente ao ativismo pacífico por advogados, blogueiros, defensores dos direitos humanos, ativistas ambientais e pró-democracia ativistas. As condições de detenção dos prisioneiros permanecem terríveis, com evidências de pessoas sendo torturadas e maltratadas, rotineiramente mantidas incomunicáveis ​​e em solitária, mantidas em condições precárias e sem assistência médica, água potável e ar fresco.

Muitos prisioneiros de consciência foram presos por comentários feitos em plataformas de mídia social e foram alvejados usando as disposições vagas e excessivamente amplas do código penal. Um prisioneiro de consciência é "Tran Hoang Phuc". Ativista pró-democracia e ambientalista, foi preso em junho de 2017. Julgado e condenado sob a acusação de "fazer propaganda contra o estado" por fazer e compartilhar vídeos considerados críticos do governo nas redes sociais, foi condenado a seis anos na prisão, seguido por quatro anos em prisão domiciliar.

A SOLUÇÃO: O QUE A ANISTIA ESTÁ PEDINDO?

Prisioneiros de consciência em todo o mundo devem ser libertados imediata e incondicionalmente. Todas as leis que criminalizam as pessoas que falam ou protestam pacificamente devem ser eliminadas dos livros jurídicos. As leis contra o discurso de ódio ou outro incitamento à discriminação e violência não devem ser usadas para reprimir a dissidência pacífica. As pessoas devem ter acesso às informações e o poder de governos e empresas de obter informações sobre indivíduos e organizações deve ser restrito. Dizer o que pensa "É Um Direito Seu"!

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

ONDE FOI QUE ERRAMOS?... COMO FOI QUE ERRAMOS?... E POR QUÊ ERRAMOS?!

 

"Elvis Presley - Jailhouse Rock"

Acredito que todos nós temos saudades de certos momentos do passado, passado este que não voltará nunca mais, costumo dizer que eramos felizes e não sabíamos.  "Nostalgia" faz bem ou não?! Foi do médico suíço "Johannes Hofer" que nasceu o termo "nostalgia", em 1688. No início, a nostalgia não era vista com bons olhos. Ela foi considerada uma "doença neurológica provocada por algo maligno se manifestar frequentemente em soldados militares que nutriam um desesperado desejo de voltar para a casa, e esse sentimento trazia dor e emoções ruins".

Mas pesquisas indicam que não é nada disso. Segundo estudos da "University de Southampton, na Inglaterra", "ser nostálgico aumenta a vitalidade e prepara os indivíduos para lidar com o presente e com o futuro". Isso porque quando vivenciamos momentos de nostalgia, experimentamos um sentimento de "auto-continuidade". Frases como "Me sinto conectado com meu passado" e "Importantes aspectos da minha personalidade continuam os mesmos ao longo do tempo" levaram os pesquisadores a acreditarem que, ao olharmos para o passado, nossa compreensão de quem somos é mais clara.


O estudo também observou que, além de promover o autoconhecimento, a nostalgia também religa o indivíduo com um grupo. Como assim? Quando você recorda o passado e resgata lembranças que viveu com outras pessoas, cria-se uma sensação de conexão social, ou seja, você sente que pertence a um lugar, a um tempo, a um grupo.

A última conclusão da pesquisa foi surpreendente e que derrota de vez os conceitos atrelados ao maligno que o médico suíço acreditava. Quando ouvimos uma música antiga, encontramos um brinquedo que costumávamos brincar ou fotografias de momentos felizes, produzimos muito mais do que o sentimento de auto-continuidade ou de conexão social, aumentamos a nossa vitalidade, nos sentimos cheios de energia e afastamos a tristeza.

Um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo, "Tim Wildschut", definiu a nostalgia como uma "resposta imunológica psicológica". Em entrevista à revista "Scientific American", ele afirmou que o sentimento aparece quando experimentamos dificuldades e funciona como um mecanismo de defesa.


Lembrar o passado é saudável e como concluiu a pesquisa, faz um enorme bem ao nosso emocional e psicológico, pois nos conecta aos outros e a nós mesmos. O problema é quando levamos muito à risca a famosa frase "Recordar é viver" e passamos a nos referir ao passado como única fonte de felicidade possível. O passado é confortável, pois já vivemos tudo aquilo e sabemos como as situações felizes e tristes terminam. O presente, em contrapartida, é assustador, pois não sabemos se vamos nos recuperar daquele término de relacionamento, de um trauma ou luto.

Nota: Você sabia que podemos viajar no tempo? Basta relaxar, botar uma música antiga que você gosta que lhe ajudará a trazer ótimas recordações, feche os olhos e comesse a viajar no tempo. 

Não sou saudosista, muito menos sofro de depressão, muito pelo contrário, curto muito bem a minha vida e o motivo de eu estar dando essas dicas são para ajudar quem não está se adaptando as mudanças doidas do mundo atual. Muitas vezes nos deparamos com cenas e atitudes dessa nova geração, que hoje chamam de o "novo normal", que em nosso tempo era chamado de imoral ou falta de educação.


Eu sempre chego a um dilema: "Onde Foi Que Erramos?"... Lembrando que nos anos 60's, 70's e 80's as músicas que ouvíamos, a moda que seguíamos e queríamos imitar era estrangeira... Humilhação talvez seja a palavra que melhor define a sensação que sentimos quando temos que forçosamente admitir que estamos errados. Estudiosos do assunto afirmam que isso acontece porque, naturalmente, enxergamos o erro como sinônimo de incompetência e acreditamos que pessoas bem sucedidas nunca erram.

Nota: De onde vem essa crença? Em que momento de nossas vidas passamos a enxergar as coisas dessa forma? Quais foram as influências contidas em nossa educação que estimularam uma parcela do povo brasileiro a ter o "complexo de cachorro vira-lata".

Se voltarmos no tempo e recuperarmos a maneira como as gerações anteriores eram ensinadas, vamos notar que a raiz desse pensamento pode ter brotado dentro das escolas. Professores costumavam e alguns ainda insistem nisso, ensinar que existia apenas uma resposta certa para cada questão apresentada. Quem não conseguisse chegar ao resultado apontado pelo mestre, falhava e ponto final. Aquele que respondesse da forma esperada, ganhava pontos e a admiração de todos.

Obs.: Eu fui perseguido prá caramba na escola, por ter um hábito de responder sempre as questões com as minhas próprias palavras e não como exatamente se encontrava nos livros didáticos da época. 

Tal constatação nos leva a refletir que, desde cedo, somos programados a não permitir que o erro aconteça, quando, na verdade, o correto seria sinalizar para crianças e jovens que todos têm a permissão de errar, não para transformar o erro em hábito, mas como parte de um processo natural de aprendizado que começa na escola e se estende para a vida.

Entre os desafios diários que líderes enfrentam à frente de uma equipe, organização ou país, talvez um dos mais difíceis seja aprender a lidar com os próprios erros. Quantos gênios e prêmios Nobel erraram antes de acertar? Precisamos aceitar, sem resistências, que cometer erros faz parte da natureza humana. Aprender a enxergá-los de maneira positiva é o primeiro passo para errar cada vez menos.

(QUEREM OS BRASILEIROS CADA VEZ MAIS BURRO E IGNORANTE)

Desenvolvimento desde cedo

O processo de desenvolvimento infantil envolve aprender e isso só se concretiza quando a criança tem a oportunidade de experimentar e descobrir. O que pais e educadores precisam ter em mente é que, de início, é normal e até esperado que ela não acerte e não consiga ter êxito em suas tentativas. E a forma como as primeiras falhas são encaradas é que será determinante para o sucesso futuro.

Tomemos como exemplo a "matemática". A resistência em relação à disciplina "vem da crença" de que é difícil demais e não é qualquer um que consegue ser bem sucedido na resolução das questões e conceitos matemáticos. E como, "culturalmente nesse país", temos o receio de errar, a reação natural é resistir ou fugir da matéria. Ou seja, sabemos hoje a importância da "matemática", que ela está presente em tudo, na culinária, na música, até mesmo o pedreiro, o padeiro o carpinteiro (um profissional), utiliza cálculos matemáticos para fazer a sua obra e etc.. 


O complexo de cachorro vira-lata

Essa expressão foi criada pelo dramaturgo, cronista de costumes e jornalista esportivo "Nelson Rodrigues", em meados do século passado, quando o "Brasil perdeu a Copa do Mundo de 1950" e continuou a perder no futebol como se tivesse medo de se impor perante os adversários, especialmente a "Argentina". Significa, em lato sensu, que o brasileiro é um ser com baixa autoestima, que treme nas competições, que está sempre depreciando a cultura, a economia, a inteligência e a moral nacionais.

Em contrapartida, admira desavergonhadamente tudo o que vem de fora como estando acima de qualquer comparação com o "Brasil". Para esses espíritos, só com nossas propaladas falhas como a "sem-vergonhice", a incompetência, a malandragem etc., ganharíamos das falhas dos gringos. Exceção para a beleza feminina e para a riqueza da nossa natureza. O "vira-latismo brasileiro" às vezes é sacudido quando um gringo diz que "adora nosso país", que nossa cultura é fabulosa e que "somos um povo alegre e generoso". Emerge então um sentimento acabrunhado de autopiedade, que nasce do próprio vira-latismo, agora disfarçado em um desafortunado provincianismo. Colocamo-nos de novo como "coloniais diante dos emissários do rei" e somos compungidos a tentar agradar mais ainda quem nos elogia. 

É possível que o "vira-latismo seja uma doença" (psíquica) que acomete qualquer país colonizado que "não alcançou uma autonomia cultural", por não deter uma autonomia econômica. Seríamos então como os "mexicanos" e os "chilenos", talvez um pouco mais vira-latas que os altivos "hermanos", mas estaríamos longe dos confiantes canadenses, por sua vez, sempre depreciados pelos "americanos". Talvez tenhamos herdado uma parte dessa maladia de "Portugal" que, depois de um breve surto de grandeza, tornou-se um país ensimesmado e esclerosado, sobretudo desde que perdeu a sua principal colônia.

O "vira-latismo" nos chateia porque nos "puxa para baixo", nos enfraquece a vontade, a ambição e a inteligência, nos junta na mediocridade auto-irônica. Gozamos de nós mesmos por não sermos "cachorros raceados". Grande parte do nosso humorismo advém desse sentimento. Aliás, dizem que o "humor judeu" também é "auto-irônico" e "auto-deprecante", embora o "vira-latismo" esteja longe dele.


A dependência da aprovação exterior

Tanto como consequência, quanto como paralelismo ao vira-latismo, está a nossa famigerada dependência da aprovação exterior para qualquer coisa que façamos e que consideremos de boa qualidade. Como um colonial envergonhado, nossa primordial atitude diante de um estrangeiro em nosso país é "tentar agradá-lo para ver se ele nos aprecia de algum modo, mesmo que tal apreciação seja demonstrada de um modo frio". Um dos motes, pensamos, para agradá-lo, é falar mal de nós mesmos. Isto é consequência direta do "vira-latismo". Tudo bem, mas como não depender da aprovação exterior? Afinal, temos de exportar nosso açúcar, nosso café, nossa carne, nossos minerais e até nossas quinquilharias industriais maquiladas. Para tanto, os estrangeiros têm de nos aprovar em tudo.

Aliás, a exigência dos gringos até faz nosso produto melhorar e assim entramos mais facilmente nas esteiras da produção econômica eficiente. Para comprar nosso frango, os árabes exigem um determinado modo de abatê-lo, cortá-lo e prepará-lo para venda. Ótimo, nossos abatedouros ficaram mais asseados e o nosso modo de abater diminuiu o sofrimento dos animais. O problema maior dessa ansiedade pela aceitação exterior é com a nossa inteligência, isto é, com o nosso modo de produzir conhecimento, disseminá-lo e instruir nossos jovens. Se já era ruim no passado, ultimamente, piorou ainda mais. Como um jovem cientista faz para produzir e ganhar respeito no seu mundo? Como se apresenta um filósofo nacional genuíno, e não tão somente um propagador de ideias vindas de fora?


Nota: A educação no "Brasil Colonial" organizou-se, de início, em torno dos "Jesuítas" e depois, orientou-se pelo modelo das reformas empreendidas pelo "Marquês de Pombal". Dês do início fomos educados para ser apenas uma "colonia" dos "Europeus - Portugueses" e a influência jesuíta, as coisas que foram implantadas pelo "catecismo" e etc.. Rico Não Vai Pro Céu!

Obs.: Qual o significado da palavra "Catequizar"?: Fazer com que seja instruído ou se torne convertido em quaisquer tipos de religiões (doutrinas, ideologia, princípio etc.), catequizar os habitantes para as medidas de higiene, fizica, mental e espiritual. 

Continua...

Fonte: Google & Wikipedia