quinta-feira, 1 de julho de 2021
Você Sabia Que Os Criadores Da Trilogia "Matrix" Mudaram De Sexo?
Lá Vai O Brasil Descendo A Ladeira!
Apesar de estarem sendo obrigadas a restringir o consumo, as famílias mais pobres podem precisar recorrer ao crédito para situações de urgência ou iniciativas de empreendedorismo, como forma de complementação de renda, terão que recorrer aos empréstimos que serão oferecidos pelos bancos.
O desemprego no Brasil ficou em 14,7% no trimestre encerrado em abril e se manteve em patamar recorde, segundo divulgou nesta quarta-feira (30/06/2021) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de desempregados totalizou 14,8, milhões de pessoas.
Obs.: “Essa taxa e o contingente de desocupados mantêm o recorde registrado no trimestre encerrado em março, o maior da série desde 2012”, destacou o IBGE.".
No mesmo período do ano passado, a taxa de desemprego era menor, de 12,6%. Já o número de desempregados aumentou 15,2% (mais 1,9 milhão de pessoas) na comparação anual e 3,4% (mais 489 mil pessoas) na comparação com o trimestre encerrado em janeiro.
Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). No levantamento anterior, referente ao trimestre encerrado em março, a taxa de desemprego atingiu pela primeira vez a marca recorde de 14,7% e o total de 14,8 milhões de desocupados.
Nota: "O resultado veio em linha com o esperado pelo mercado. O intervalo das estimativas captadas pelo Valor Data ia de 14,5% a 15,1%, com mediana de 14,7%.".
A população ocupada (85,9 milhões de pessoas) também mostrou estabilidade em relação ao trimestre móvel anterior, mas ficou 3,7% abaixo do número que o país registrava no trimestre fechado em abril do ano passado, quando foram observados os primeiros efeitos da tal "Pandemia". Ou seja, o país tem menos 3,3 milhões de pessoas trabalhando desde o início da "PandeChina".
O cenário foi de estabilidade da população ocupada (85,9 milhões) e crescimento da população desocupada, com mais pressão sobre o mercado de trabalho, observando que o nível de ocupação (48,5%) continua abaixo de 50% desde o trimestre encerrado em maio do ano passado, o que indica que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país.
O número de postos de trabalho perdidos, no entanto, tem diminuído. No trimestre terminado em março, o país havia perdido cerca de 6,6 milhões de ocupados na comparação com igual trimestre do ano passado.
Os efeitos da "PandeChina" sobre a ocupação começaram em abril do ano passado. Então, por isso, a gente começa agora a ter uma tendência de diminuição dessa diferença do número de ocupados”.
Entre as categorias profissionais, somente o número de trabalhadores por conta própria cresceu em 3 meses (2,3% ou mais 537 mil pessoas), totalizando 24 milhões. Na comparação interanual, a alta foi de 2,8% (mais 661 mil pessoas). Ou seja, as pessoas que não são preguiçosas estão se virando como pode para sobreviver, procurando alternativas que as ajude a ganhar o "Pão De Cada Dia".
Essa forma de inserção no mercado tem um contingente mais elevado agora do que em abril de 2020 (mais 661 mil pessoas) na comparação anual. Observamos uma reação maior no trabalho por conta própria do que no emprego com carteira no setor privado.
O total de empregados com carteira assinada no setor privado ficou estável em 29,6 milhões no trimestre. Na comparação anual, porém, houve uma redução de 8,1% ou menos 2,6 milhões de pessoas. Os trabalhadores sem carteira também ficaram estáveis (9,8 milhões). Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, no entanto, o número é 3,7% menor (menos 374 mil pessoas).
Outro destaque da minha pesquisa foi a alta no total de pessoas subutilizadas, que são aquelas desocupadas (vagabundas), subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial. Esse contingente chegou a 33,3 milhões, o maior da série comparável, segundo o IBGE, com um aumento de 2,7% (mais 872 mil pessoas). A taxa de 29,7% também foi recorde.
O ritmo de crescimento dos subocupados por insuficiência de horas trabalhadas é maior que o da população ocupada, com avanço de 18,3% (mais 1,1 milhão de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2020.
Isso mostra que vem aumentando o número de trabalhadores que têm disponibilidade para trabalhar mais horas do que aquelas habitualmente trabalhadas.
Na análise por segmento, o comércio foi o que apresentou o pior desemprenho, com queda de queda de 2,3% (menos 373 mil pessoas) frente ao trimestre anterior. Os demais grupamentos de atividades ficaram estáveis, segundo o IBGE.
O comércio é uma atividade que tende a não apresentar crescimento nos trimestres encerrados em abril. Esse comportamento de retração do comércio é sazonal.
Na comparação interanual, houve quedas em 6 grupamentos: Indústria Geral (-4,3%, ou menos 497 mil pessoas), Comércio (-6,7%, ou menos 1,1 milhão de pessoas), Transporte, armazenagem e correio (-8,3%, ou menos 393 mil pessoas), Alojamento e alimentação (-17,7%, ou menos 871 mil pessoas), Outros serviços (-13,9%, ou menos 660 mil pessoas) e Serviços domésticos (-10,1%, ou menos 562 mil pessoas). A única alta foi em Agricultura (6,5% ou mais 532 mil pessoas).
O mercado financeiro estima para 2021 um crescimento de 5,05% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e inflação de 5,97%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central.
Apesar da melhora nas projeções para o avanço da economia brasileira, economistas têm destacado que uma recuperação mais consistente do mercado de trabalho só deverá ser mais visível a partir o segundo semestre, e condicionada ao avanço da vacinação e à retomada do setor de serviços – o que mais emprega no país e o mais afetado pelas medidas de restrição para conter o coronavírus.
A taxa de desemprego ainda deverá ser pressionada pela volta mais acelerada dos indivíduos à força de trabalho. A melhora gradual das estatísticas de renda e a recuperação dos setores informais (concentrados especialmente no setor de serviços), à medida em que a pandemia melhora e a campanha de vacinação avança corroboram o entendimento de o que o mercado de trabalho brasileiro deve dar continuidade ao processo de recuperação gradual observado nos últimos meses, destacaram ao comentar o resultado.
Com auxílio emergencial no ano passado e as rápidas adaptações das empresas e também de trabalhadores autônomos, as famílias ainda conseguiram se equilibrar minimamente e estão controlando seu orçamento no que é possível. Mas a imunização coletiva precisa avançar logo, senão essa balança doméstica vai ficar cada vez mais insustentável, podendo aumentar a inadimplência. Apesar de estarem sendo obrigadas a restringir o consumo, as famílias mais pobres podem precisar recorrer ao crédito para situações de urgência ou iniciativas de empreendedorismo, como forma de complementação de renda. Por outro lado, a mudança de trajetória na "Política Monetária", com aumento dos juros, fará com que as famílias adotem ainda mais rigor na contratação de dívidas, ou seja ficarão mais pobres e endividadas!
Lá vai o Brasil, descendo a Ladeira!
quarta-feira, 30 de junho de 2021
Querem Destruir O Conceito Família Através De Lavagem Cerebral
terça-feira, 29 de junho de 2021
A MORTE DE LAZARO BARBOSA FOI QUEIMA DE ARQUIVO
Corpo de Lázaro Barbosa, crivado de balas!
É interessante observar essa revolta popular contra "Lázaro Barbosa", acusado de matar uma família, e de cometer mais um monte de crimes sem que haja comprovação de sua participação em nenhum deles. Tudo resume-se à versão da Polícia Militar de Goiás.
Paradoxalmente, a poucos quilômetros dali onde o Lázaro atuava, temos o palácio do Planalto. Sentado na cadeira presidencial está um alucinado acusado de ser responsável por muito mais do que meia dúzia de mortes. Já são mais de 500 mil óbitos. Mas essas mortes, essas mortes a "TV Globo" não quer vingar. Porque é cúmplice desse massacre, a caçada da polícia para pegar Lazaro, gerou audiência!
Mais fácil colocar um “Judas” como Lázaro para ser malhado em praça pública.
Alivia a angústia de viver neste "País Injusto e Cruel", ver um homem negro ser morto, acusado como maníaco, serial killer, estuprador e praticante de magia negra. Afinal, o que é um corpo negro crivado de balas? E segue o show de horrores.
A grande mídia ajudou a construir a narrativa para linchar "Lázaro Barbosa". Veja como:
1) Uma pessoa começa a aterrorizar propriedades rurais, com assassinatos e invasões. Ok. Disso se deu o início da mistificação. Tratava-se de um monstro violento.
2) As buscas começam a dar errado, por ser uma área grande e de baixa densidade de ocupação, além de possuir várias possibilidades de refúgio. A cobertura da imprensa enveredou para uma falsa correlação do sujeito com o “sobrenatural”, que seria o motivo e os meios para seus ataques. Disso foi um pulo para o racismo religioso (com ataques e depredações contra terreiros de religiões de matriz africana). Relações que foram desmentidas.
3) O estrago já estava feito. Ele era um ser que escapava da força-tarefa colossal (PMs de vários estados colaborando, Polícia Civil, Força nacional, Polícia Federal) por conta de tudo, menos da incapacidade policial.
4) Reviravolta. Surgem indícios (a prisão de um fazendeiro que supostamente deu guarida) de que ele poderia estar a serviço do agronegócio da região, visando à obtenção de terras.
4.1) A relação, que tão fácil se criou entre as raízes sobrenaturais e religiosas e as motivações dos ataques, não foi estabelecida para os ataques e os interesses imobiliários.
5) Estava ficando feio. Os 270 policiais não estavam conseguindo realizar o básico de um trabalho de inteligência. Intensifica-se a explicitação de que seria aceitável um desfecho sangrento. Um confronto entre os policiais e o Mal encarnado poderia acabar em execução (e seria ok).
6) Hoje as possibilidades de investigação se encerram.
Agora falemos da mídia.
A função social que dá legitimidade para a mídia é a de fiscalização e denúncia sobre eventuais infrações à atuação constitucional por parte dos agentes de Estado.
Nota: Ela não pode, diferente do "Zé do bar", clamar por uma caçada humana. Ela não pode, diferentemente do "Zé do bar", justificar uma execução. E, muito menos, ela não pode, diferente do "Zé do bar", comemorar, uma execução.
Mas ela fez tudo isso. E mais um tanto.
A morte de um ser humano, definitivamente, não deve ser comemorada. Quando a comemoramos, celebramos a desumanização da população. Só sobra a barbárie e essa estória está muito mal contada, se ele era um "Matador Profissional" (matava por dinheiro), quem o contratava? R: Ricos Fazendeiros, Ricos Empresários ou Políticos e etc.. Mas por quê o mataram e não foi preso vivo para um julgamento?
Estranho né?!





