quinta-feira, 1 de julho de 2021

Lá Vai O Brasil Descendo A Ladeira!

 

Apesar de estarem sendo obrigadas a restringir o consumo, as famílias mais pobres podem precisar recorrer ao crédito para situações de urgência ou iniciativas de empreendedorismo, como forma de complementação de renda, terão  que recorrer aos empréstimos que serão oferecidos pelos bancos. 

O desemprego no Brasil ficou em 14,7% no trimestre encerrado em abril e se manteve em patamar recorde, segundo divulgou nesta quarta-feira (30/06/2021) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de desempregados totalizou 14,8, milhões de pessoas.

Obs.: “Essa taxa e o contingente de desocupados mantêm o recorde registrado no trimestre encerrado em março, o maior da série desde 2012”, destacou o IBGE.".

No mesmo período do ano passado, a taxa de desemprego era menor, de 12,6%. Já o número de desempregados aumentou 15,2% (mais 1,9 milhão de pessoas) na comparação anual e 3,4% (mais 489 mil pessoas) na comparação com o trimestre encerrado em janeiro.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). No levantamento anterior, referente ao trimestre encerrado em março, a taxa de desemprego atingiu pela primeira vez a marca recorde de 14,7% e o total de 14,8 milhões de desocupados.

Nota: "O resultado veio em linha com o esperado pelo mercado. O intervalo das estimativas captadas pelo Valor Data ia de 14,5% a 15,1%, com mediana de 14,7%.". 

A população ocupada (85,9 milhões de pessoas) também mostrou estabilidade em relação ao trimestre móvel anterior, mas ficou 3,7% abaixo do número que o país registrava no trimestre fechado em abril do ano passado, quando foram observados os primeiros efeitos da tal "Pandemia". Ou seja, o país tem menos 3,3 milhões de pessoas trabalhando desde o início da "PandeChina".

O cenário foi de estabilidade da população ocupada (85,9 milhões) e crescimento da população desocupada, com mais pressão sobre o mercado de trabalho, observando que o nível de ocupação (48,5%) continua abaixo de 50% desde o trimestre encerrado em maio do ano passado, o que indica que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país.

O número de postos de trabalho perdidos, no entanto, tem diminuído. No trimestre terminado em março, o país havia perdido cerca de 6,6 milhões de ocupados na comparação com igual trimestre do ano passado.

Os efeitos da "PandeChina" sobre a ocupação começaram em abril do ano passado. Então, por isso, a gente começa agora a ter uma tendência de diminuição dessa diferença do número de ocupados”.

Entre as categorias profissionais, somente o número de trabalhadores por conta própria cresceu em 3 meses (2,3% ou mais 537 mil pessoas), totalizando 24 milhões. Na comparação interanual, a alta foi de 2,8% (mais 661 mil pessoas). Ou seja, as pessoas que não são preguiçosas estão se virando como pode para sobreviver, procurando alternativas que as ajude a ganhar o "Pão De Cada Dia".

Essa forma de inserção no mercado tem um contingente mais elevado agora do que em abril de 2020 (mais 661 mil pessoas) na comparação anual. Observamos uma reação maior no trabalho por conta própria do que no emprego com carteira no setor privado.

O total de empregados com carteira assinada no setor privado ficou estável em 29,6 milhões no trimestre. Na comparação anual, porém, houve uma redução de 8,1% ou menos 2,6 milhões de pessoas. Os trabalhadores sem carteira também ficaram estáveis (9,8 milhões). Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, no entanto, o número é 3,7% menor (menos 374 mil pessoas).

Outro destaque da minha pesquisa foi a alta no total de pessoas subutilizadas, que são aquelas desocupadas (vagabundas), subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial. Esse contingente chegou a 33,3 milhões, o maior da série comparável, segundo o IBGE, com um aumento de 2,7% (mais 872 mil pessoas). A taxa de 29,7% também foi recorde.

O ritmo de crescimento dos subocupados por insuficiência de horas trabalhadas é maior que o da população ocupada, com avanço de 18,3% (mais 1,1 milhão de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2020.

Isso mostra que vem aumentando o número de trabalhadores que têm disponibilidade para trabalhar mais horas do que aquelas habitualmente trabalhadas.

Na análise por segmento, o comércio foi o que apresentou o pior desemprenho, com queda de queda de 2,3% (menos 373 mil pessoas) frente ao trimestre anterior. Os demais grupamentos de atividades ficaram estáveis, segundo o IBGE.

O comércio é uma atividade que tende a não apresentar crescimento nos trimestres encerrados em abril. Esse comportamento de retração do comércio é sazonal.

Na comparação interanual, houve quedas em 6 grupamentos: Indústria Geral (-4,3%, ou menos 497 mil pessoas), Comércio (-6,7%, ou menos 1,1 milhão de pessoas), Transporte, armazenagem e correio (-8,3%, ou menos 393 mil pessoas), Alojamento e alimentação (-17,7%, ou menos 871 mil pessoas), Outros serviços (-13,9%, ou menos 660 mil pessoas) e Serviços domésticos (-10,1%, ou menos 562 mil pessoas). A única alta foi em Agricultura (6,5% ou mais 532 mil pessoas).

O mercado financeiro estima para 2021 um crescimento de 5,05% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e inflação de 5,97%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central.

Apesar da melhora nas projeções para o avanço da economia brasileira, economistas têm destacado que uma recuperação mais consistente do mercado de trabalho só deverá ser mais visível a partir o segundo semestre, e condicionada ao avanço da vacinação e à retomada do setor de serviços – o que mais emprega no país e o mais afetado pelas medidas de restrição para conter o coronavírus.

A taxa de desemprego ainda deverá ser pressionada pela volta mais acelerada dos indivíduos à força de trabalho. A melhora gradual das estatísticas de renda e a recuperação dos setores informais (concentrados especialmente no setor de serviços), à medida em que a pandemia melhora e a campanha de vacinação avança corroboram o entendimento de o que o mercado de trabalho brasileiro deve dar continuidade ao processo de recuperação gradual observado nos últimos meses, destacaram ao comentar o resultado.

Com auxílio emergencial no ano passado e as rápidas adaptações das empresas e também de trabalhadores autônomos, as famílias ainda conseguiram se equilibrar minimamente e estão controlando seu orçamento no que é possível. Mas a imunização coletiva precisa avançar logo, senão essa balança doméstica vai ficar cada vez mais insustentável, podendo aumentar a inadimplência. Apesar de estarem sendo obrigadas a restringir o consumo, as famílias mais pobres podem precisar recorrer ao crédito para situações de urgência ou iniciativas de empreendedorismo, como forma de complementação de renda. Por outro lado, a mudança de trajetória na "Política Monetária", com aumento dos juros, fará com que as famílias adotem ainda mais rigor na contratação de dívidas, ou seja ficarão mais pobres e endividadas!

Lá vai o Brasil, descendo a Ladeira!


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quarta-feira, 30 de junho de 2021

Querem Destruir O Conceito Família Através De Lavagem Cerebral

 

Como Deus Criou O Homem A Mulher E A Família

Está escrito em Gênesis... 18- E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele. 19- Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todo animal do campo e toda ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome. 20- E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo animal do campo; mas para o homem não se achava adjutora que estivesse como diante dele.

21- Então, o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar.

22- E da costela que o Senhor Deus tomou do homem formou uma mulher; e trouxe-a a Adão. 23- E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada. 24 Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.

Desculpem o contraste, mas enquanto alguns buscam a paz pela "ATITUDE" e fogem dos grandes centros, dos decretos abusivos e especialmente das "VACINAS", a maioria da massa humana sem conhecimento e sem planos se esvai em dor e sofrimento nas mãos desta nova ordem mundial tirânica que está em via de reduzir drasticamente à população e cumprir suas agendas bonitinhas da ONU e das super elites satanistas. 

Nota: Estamos aqui para cooperar e servir com a humanidade do futuro, que já está acontecendo agora e não é fácil suportar tamanha crueldade com os incautos e desavisados.  

Compartilho com você, que está lendo a minha matéria, um pouco do fardo de minhas pesquisas e estudos avançados. É quase tudo verdade, quase tudo que sempre desconfiamos que poderia acontecer está acontecendo e não adianta ignorar a sombra. Buscar a informação, o conhecimento, aplicar tudo que está aprendendo e se posicionar nesta guerra, é urgente e fundamental neste momento.

Observa-se, nos tempos modernos ou da pós-modernidade, que o mundo se encontra dominado pela "Cultura da Morte". Matam-se vidas e consciências em prol de uma pseudo liberdade de agir e de pensar.

Tenho o costume velho de refletir sobre a vida, a pessoa humana, a família, o mundo e sendo um ser político, também sobre a "Política", sem desgarrar-me da grande paixão pelo "Direito", e de revisitar meus quatro filósofos prediletos, Aristóteles, São Tomás de Aquino, Ortega y Gasset e Jacques Maritain. Na última semana, resolvi endereçar minhas reflexões sobre a pessoa humana e a família, diante do risco que os seus valores fundamentais estão correndo nos tempos modernos ou do pós-modernismo.

Nasce no século XIII, São Tomás de Aquino e, partindo da filosofia de Aristóteles, cria a "Escolástica Cristã", com a sua "Suma Teológica" que permanece atual, apesar de passados tantos séculos. Isto porque, a realidade filosófica demonstra que, para refutar o pensamento escolástico de São Tomás, teríamos que empreender a absurda e vã tentativa de procurar destruir a própria "História Humana".

Vamos começar nossa reflexão pela pessoa humana...

Todo ser humano ao nascer - homem ou mulher - apresenta diversas circunstâncias características de sua realidade. Entre tais características marcantes, homem ou mulher apresentam as seguintes dimensões próprias de seres viventes:

a) A dimensão corpórea, pois "o corpo é obviamente uma realidade física, material", sendo elemento essencial do homem, pois sem ele, não terá condições de alimentar-se, de empreender a reprodução da raça humana, de aprender, além de se comunicar e de se divertir. Faz parte do mundo, estando sujeito a todas as sortes e leis que no mundo habitam;

b) A dimensão espiritual está a demonstrar que não é apenas corpo, sabendo que é, infinitamente, mais que a sua dimensão corpórea, possuindo a abertura de não olhar "somente para frente, mas também para o alto". Consegue, ainda, refletir sobre a sua existência; quando então, passa a sentir que nele reside outro elemento capaz de sobreviver à própria morte de seu corpo material: O elemento espiritual, qual seja a alma. Uma parte do homem ou da mulher sempre sobrevive;

c) A dimensão social oferece a certeza de que é, essencialmente, um ser social, pois desde o seu nascimento o homem ou a mulher passam a viver em relação com os outros. No início da vida, sem os cuidados dos pais, não teriam, até mesmo, condições de sobreviver. O ser humano só sabe viver em comunidade e a sua integração comunitária é feita, antes de qualquer outra, na comunidade familiar;

d) Pela dimensão religiosa está presente que a religião é manifestação, tipicamente humana, pois existe no homem ou na mulher uma tendência própria e natural de abertura para o Absoluto.

Para bem entender o papel que o "Cristianismo" desempenha no curso da História e da vida da Humanidade é importante verificar, como anota Jacques Maritain, discípulo fiel do Tomismo, que "o cristianismo atirou a rede do Evangelho sobre o Império pagão e o Império pagão morreu em consequência disso, pois entre a lei evangélica do Filho de Deus e a lei do Império que se erige em Deus, não há contemplação possível." Não se deve esquecer, ademais, a serena observação feita pelo presidente Roosevelt, no ano do nascimento da ONU: "As Nações Unidas querem trabalhar para a instauração de uma ordem internacional na qual o espírito do Cristo guiará os corações dos homens e das nações.".

Pois bem, perante o pensamento aristotélico-tomista, o ser humano é, se não fosse, não poderia existir como realidade. Ademais, cada ser humano é único e inconfundível, não se repete. Eu serei o único e inconfundível Ovídio que existirá, Não nascerá outro.

Aprendemos na escola o seguinte: Sexo é o conjunto de características estruturais e funcionais segundo os quais um ser vivo é classificado como macho ou fêmea. A reprodução sexual envolve a combinação e a mistura de características genéticas: Células especializadas conhecidas como gametas se combinam para formar descendentes que herdam traços de cada pai. 

Entre os seres humanos e outros mamíferos, os machos normalmente carregam cromossomos XY, enquanto que as fêmeas normalmente carregam cromossomos XX, o que são parte do sistema XY de determinação do sexo. Outros animais têm um sistema de determinação do sexo também, tal como o sistema de determinação do sexo ZW em aves e o sistema de determinação do sexo X0 em insetos.

Os gametas produzidos por um organismo são determinados pelo seu sexo: Machos produzem gametas masculinos (espermatozoides em animais; pólen em plantas), enquanto as fêmeas produzem gametas femininos (óvulos, ou células de ovos). Frequentemente, as diferenças físicas estão associadas aos diferentes sexos de um organismo; este dimorfismo sexual pode refletir as diferentes pressões reprodutivas que os sexos experimentam. Por exemplo, a escolha do companheiro e a seleção sexual pode acelerar a evolução das diferenças físicas entre os sexos.

Nas espécies com sexo diferenciado, os órgãos sexuais (ou genitálias) são diferentes e produzem gâmetas diferentes. Estes órgãos podem estar separados em indivíduos diferentes e então a espécie chama-se dioica, como acontece normalmente nos mamíferos, ou encontrarem-se no mesmo indivíduo, como acontece na maior parte das plantas verdes; nesse caso, a espécie denomina-se monoica.

Em muitas espécies dioicas, para além da presença de órgãos sexuais diferentes, também chamados "caracteres sexuais primários", pode haver outras diferenças exteriores nos indivíduos, tais como diferentes cores da plumagem na maior parte das aves, ou a presença de mamas desenvolvidas nas fêmeas e sua ausência nos machos, como acontece nos mamíferos (os "caracteres sexuais secundários").

Entre os mamíferos, aves e várias outras espécies, o sexo é determinado pelos cromossomas sexuais, chamados X e Y nos mamíferos e Z e W nas aves. Normalmente, os machos apresentam um de cada (XY), enquanto fêmeas têm dois cromossomos X (XX). Todos os indivíduos possuem pelo menos um cromossoma X, e o cromossoma Y é geralmente mais curto que o cromossoma X com o qual é emparelhado, e está ausente em algumas espécies, o que acarreta algumas variações consideráveis.


Obs.: Se dependesse de mim jamais aconteceria o que essa "Anta" diz que irá acontecer, infelizmente já está acontecendo, porém não sou obrigado a concordar com tudo e com todos algo que contradiz os meus princípios. Não sou religioso, não defendo ideologias políticas, alias, posso me considerar um "Anarco-Capitalista" se tiver que refletir algo politicamente. 

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terça-feira, 29 de junho de 2021

A MORTE DE LAZARO BARBOSA FOI QUEIMA DE ARQUIVO

 

Corpo de Lázaro Barbosa, crivado de balas!

Provavelmente, nunca saberemos quais as motivações dos crimes imputados a "Lázaro Barbosa". Porque ele já estava condenado à morte quando a caçada a ele iniciou-se, há 20 dias. Julgado e condenado pela grande mídia como maníaco, serial killer, estuprador e praticante de magia negra, mas na verdade ele era um matador profissional e trabalhava para ricos fazendeiros... "Lázaro Barbosa" foi alvejado por no mínimo 38 tiros. A polícia diz que ele descarregou a arma que teria em mãos nos policiais. Seriam 6 tiros disparados por uma pessoa contra os tiros de fuzis de 270 policiais fortemente armados.

Obs.: A própria polícia admite que "Lázaro Barbosa" gastou todas as balas que havia em sua arma. Ou seja, ele não poderia mais apresentar risco de vida aos policiais que participaram da operação de captura.

Mas, em vez de capturá-lo com vida, a polícia optou por executá-lo. Trata-se do mesmo modus operandi usado contra o miliciano "Adriano da Nóbrega", homenageado em 2005 por "Flavio Bolsonaro" com a medalha "Tiradentes", a maior honraria do Estado do Rio de Janeiro, comumente atribuída a pessoas que prestaram serviços relevantes ao Estado. Bandido, miliciano, "Adriano da Nóbrega" chegou a ser investigado pelo assassinato de "Marielle Franco". Mas nada falou sobre esse crime. Com a execução dele, em fevereiro de 2020, seus parceiros de crime estão sossegados: ele nunca mais falará nada.

Foi também assim com "Wellington da Silva Braga", o Ecko, amigão do peito de "Adriano da Nóbrega", comandante da maior milícia do Rio de Janeiro. Capturado com vida pela polícia militar, Ecko apareceu morto alguns instantes depois. Para explicar a morte de Ecko, a polícia divulgou a seguinte versão: Já preso, ao ser transportado de van para o helicóptero que o levaria ao hospital, ele tentou tirar a arma da mão de uma policial.

Para impedir a reação do miliciano, outro policial atirou novamente. O miliciano chegou morto à unidade de saúde na Zona Sul, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Mais um arquivo queimado.

Essas mortes silenciosas, somente presenciadas pela polícia, precisam ser investigadas, apesar de todo o humor linchador que tomou conta da grande mídia, particularmente aquela que vive do sensacionalismo barato.

Mas a caçada a "Lázaro Barbosa" animou até mesmo a apresentadora "Ana Maria Braga" a tentar tirar uma casquinha no campo do sensacionalismo. Afinal, vale tudo pela audiência… Todos os dias, o programa "Mais Você", apresentado por Ana Maria, começava com um relato sobre os avanços da polícia no encalço de "Lázaro Barbosa". O resultado desse conluio foi tenebroso, e essa tal caçada gerou audiência, mídia, grana, dinheiro para algumas pessoas, fez o "Gado" esquecer por alguns dias o tal "COVID-19".

A repórter da "TV Globo" foi flagrada hoje, dançando animada, depois da morte de Lázaro. Policiais comemoraram a morte de Lázaro e postaram fotos e vídeos de sua festinha pela morte de Lázaro. E houve até carreata e buzinaço em frente ao IML de Goiânia, pessoas soltando fogos e motoristas buzinando na frente do instituto onde corpo de "Lázaro Barbosa" chegou na capital goiana para exames.

É interessante observar essa revolta popular contra "Lázaro Barbosa", acusado de matar uma família, e de cometer mais um monte de crimes sem que haja comprovação de sua participação em nenhum deles. Tudo resume-se à versão da Polícia Militar de Goiás.

Paradoxalmente, a poucos quilômetros dali onde o Lázaro atuava, temos o palácio do Planalto. Sentado na cadeira presidencial está um alucinado acusado de ser responsável por muito mais do que meia dúzia de mortes. Já são mais de 500 mil óbitos. Mas essas mortes, essas mortes a "TV Globo" não quer vingar. Porque é cúmplice desse massacre, a caçada da polícia para pegar Lazaro, gerou audiência!

Mais fácil colocar um “Judas” como Lázaro para ser malhado em praça pública.

Alivia a angústia de viver neste "País Injusto e Cruel", ver um homem negro ser morto, acusado como maníaco, serial killer, estuprador e praticante de magia negra. Afinal, o que é um corpo negro crivado de balas? E segue o show de horrores.

A grande mídia ajudou a construir a narrativa para linchar "Lázaro Barbosa". Veja como:

1) Uma pessoa começa a aterrorizar propriedades rurais, com assassinatos e invasões. Ok. Disso se deu o início da mistificação. Tratava-se de um monstro violento.

2) As buscas começam a dar errado, por ser uma área grande e de baixa densidade de ocupação, além de possuir várias possibilidades de refúgio. A cobertura da imprensa enveredou para uma falsa correlação do sujeito com o “sobrenatural”, que seria o motivo e os meios para seus ataques. Disso foi um pulo para o racismo religioso (com ataques e depredações contra terreiros de religiões de matriz africana). Relações que foram desmentidas.

3) O estrago já estava feito. Ele era um ser que escapava da força-tarefa colossal (PMs de vários estados colaborando, Polícia Civil, Força nacional, Polícia Federal) por conta de tudo, menos da incapacidade policial.

4) Reviravolta. Surgem indícios (a prisão de um fazendeiro que supostamente deu guarida) de que ele poderia estar a serviço do agronegócio da região, visando à obtenção de terras.

4.1) A relação, que tão fácil se criou entre as raízes sobrenaturais e religiosas e as motivações dos ataques, não foi estabelecida para os ataques e os interesses imobiliários.

5) Estava ficando feio. Os 270 policiais não estavam conseguindo realizar o básico de um trabalho de inteligência. Intensifica-se a explicitação de que seria aceitável um desfecho sangrento. Um confronto entre os policiais e o Mal encarnado poderia acabar em execução (e seria ok).

6) Hoje as possibilidades de investigação se encerram.

Agora falemos da mídia.

A função social que dá legitimidade para a mídia é a de fiscalização e denúncia sobre eventuais infrações à atuação constitucional por parte dos agentes de Estado.

Nota: Ela não pode, diferente do "Zé do bar", clamar por uma caçada humana. Ela não pode, diferentemente do "Zé do bar", justificar uma execução. E, muito menos, ela não pode, diferente do "Zé do bar", comemorar, uma execução.

Mas ela fez tudo isso. E mais um tanto.

A morte de um ser humano, definitivamente, não deve ser comemorada. Quando a comemoramos, celebramos a desumanização da população. Só sobra a barbárie e essa estória está muito mal contada, se ele era um "Matador Profissional" (matava por dinheiro), quem o contratava? R: Ricos Fazendeiros, Ricos Empresários ou Políticos e etc.. Mas por quê o mataram e não foi preso vivo para um julgamento?

Estranho né?! 

Reportagem da "Rede Globo": Lázaro Barbosa Sousa, de 32 anos, foi morto pela polícia, depois de mais um confronto com agentes que integram a força-tarefa criada para procurá-lo. Após ser baleado, ele chegou a ser encaminhado para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos (mentira ele já estava morto antes de ser colocado na ambulância do Corpo De Bombeiros). 💀

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segunda-feira, 28 de junho de 2021

Você Conhece A Lei 10406/02, Artigo 15... O Blog Do Remilton É Cultura Meu!

 

Lei 10406/02, artigo 15: "Ninguém pode ser constrangido a submeter-se, com risco de vida, a tratamento médico ou a intervenção cirúrgica.".

Ao mesmo tempo em que o "STF" (Supremo Tribunal Federal) formava maioria em torno da obrigatoriedade da vacinação contra a COVID-19, o Presidente Jair Bolsonaro afirmava que ninguém pode ser obrigado a tomar a vacina!

"Ninguém pode obrigar ninguém a tomar a vacina. Se o cara não quer ser tratado, que não seja, eu não quero fazer uma quimioterapia e vou morrer, problema é meu, pô", afirmou o próprio Presidente Da Republica. 

Nota: Mas mesmo assim "Eles", principalmente a mídia, a Rede Globo por exemplo, enciste publicamente para que todos se vacinem, querendo ou não.

Na Índia As Pessoas Estão Sendo Obrigadas A Serem Vacinadas

O presidente argumentou, em cerimônia de apoio ao setor produtivo, que a responsabilidade é da pessoa caso ela se infecte no futuro por não ter tomado a vacina, citando ainda que na negociação com Pfizer para a compra de vacinas não há uma responsabilização por qualquer efeito colateral. Quer dizer, os efeitos colaterais da tal vacina podem ser perigosos podendo até levar a morte e sem a certeza da eficacia da vacina. Ou seja estão obrigando as pessoas a aceitarem que injetem nelas algo estranho e perigoso!

"Peço a Deus que me oriente, como sempre tenho pedido, para tomar decisões, não ser levado por algum clima, como está acontecendo agora. De passagem eu perguntei para a Polícia Federal, o que está sendo votado no Supremo", disse Bolsonaro, acrescentando que ainda iria se informar melhor sobre o assunto.

Bolsonaro, que tem repetido que não irá se vacinar, questionou a necessidade de ser imunizado, lembrando que ele já teve a doença causada pelo novo coronavírus. "A vacina, uma vez certificada pela Anvisa, vai ser extensiva a todos que queiram tomá-la. Eu não vou tomar.".

O presidente, no entanto, disse que haverá disponibilização do imunizante para a população. "Alguns falam que estou dando um péssimo exemplo. Ô imbecil, ô idiota que está dizendo do péssimo exemplo, eu já tive o vírus, eu já tenho anticorpos, para que tomar de novo?", questionou.

Nota Explicativa para os os imbecis e idiotas: Os anticorpos (Ac) (também conhecidos como imunoglobulinas, abreviado Ig), são glicoproteínas do tipo gamaglobulina, a fração de globulinas mais abundante no plasma sanguíneo. Podem encontrar-se em forma solúvel no sangue ou noutros fluídos corporais dos vertebrados, ou podem estar inseridos na membrana plasmática, onde atuam como receptores nos linfócitos B e são empregues pelo sistema imunitário para neutralizar patógenos tais como bactérias patogénicas e viroses. Em geral, considera-se que tanto anticorpo como imunoglobulina são termos equivalentes, sendo que o primeiro termo faz referência à função, enquanto que o segundo alude à estrutura. O termo gamaglobulina refere-se às propriedades electroforéticas das imunoglobulinas solúveis no soro sanguíneo, se bem que algumas imunoglobulinas migram com as fracções alfa, beta e inclusive com a albumina.

Um anticorpo é tipicamente constituído por unidades estruturais básicas, cada uma das quais com duas grandes cadeias pesadas e duas cadeias leves de menor peso molecular. A molécula de anticorpo tem forma de Y; as extremidades dos braços do Y são o fragmento Fab por onde se ligam ao antígeno; o pé do Y é o fragmento Fc. As moléculas dos anticorpos podem aparecer em separado, como monómeros, ou associarem-se entre si formando dímeros com duas unidades ou pentâmeros com cinco unidades. Os anticorpos são sintetizados por um tipo de leucócito denominado linfócito B ou célula B. Existem diferentes tipos de anticorpos, chamados isótipos, diferenciados pela forma da cadeia pesada que apresentem. São conhecidas cinco classes de isótipos em mamíferos que desempenham funções diferentes, contribuindo para dirigir a resposta imunitária conforme cada tipo de corpo estranho que encontram, que são: IgA, IgD, IgE, IgG e IgM.

Embora a estrutura geral de todos os anticorpos seja muito semelhante, uma pequena região do ápice da proteína é extremamente variável, permitindo a existência de milhões de anticorpos, cada um com uma extremidade ligeiramente diferente. Esta parte da proteína é conhecida como região hipervariável e dá lugar a milhões de anticorpos diferentes. Cada uma destas variantes pode ligar-se a um "alvo" diferente, que é o antígeno[4] Esta enorme diversidade de anticorpos permite ao sistema imunitário reconhecer uma diversidade igualmente elevada de antígenos. O anticorpo não reconhece o antígeno na sua globalidade, mas apenas reconhece certas partes dele. Essa parte do antígeno reconhecida pelo anticorpo denomina-se epítopo. Um antígeno pode ter múltiplos epítopos na sua superfície. Estes epítopos unem-se ao seu anticorpo numa interacção altamente específica que se denomina adaptação induzida, que permite aos anticorpos identificar e unir-se apenas ao seu único antígeno no meio dos milhões de moléculas diferentes que compõem um organismo.

O reconhecimento dum antígeno por um anticorpo deixa o antígeno marcado para ser atacado por outros componentes do sistema imunitário. Os anticorpos também podem neutralizar os seus objectivos directamente, mediante, por exemplo, a ligação a uma porção dum patógeno necessária para que este provoque uma infecção.

A extensa população de anticorpos e a sua diversidade é gerada por combinações ao acaso de um jogo de segmentos genéticos que codificam diferentes lugares de ligação ao antígeno (ou parátopos), que posteriormente, durante o desenvolvimento do linfócito, sofrem mutações aleatórias nesta zona do gene do anticorpo, o qual origina uma diversidade ainda maior.[3][5] Os genes dos anticorpos também se reorganizam num processo conhecido como comutação da classe das imunoglobulinas que troca a cadeia pesada por outra, criando um isótipo de anticorpo diferente mantendo, contudo, a região variável específica para o antígeno alvo. Isto possibilita que um só anticorpo possa ser usado pelas diferentes partes do sistema imunitário. A produção de anticorpos é a função principal do sistema imunitário humoral.

Para finalizar o Presidente Jair Bolsonaro avocou, ainda, a tese da liberdade individual para justificar uma recusa à imunização, acrescentando que não há uma ditadura em vigor no país, ou seja, ninguém pode obrigar a tomar a vacina!

ANTICORPOS

Um pouco de História: A primeira menção do termo "anticorpo" aparece num texto do bacteriologista alemão Paul Ehrlich (1854-1915). O termo "Antikörper" (a palavra alemã para anticorpo) aparece na conclusão de seu artigo "Estudos Experimentais sobre Imunidade", publicado em Outubro de 1891, que estabelece que "se duas substâncias dão origem a dois Antikörper diferentes, então elas próprias têm que ser obrigatoriamente diferentes". No entanto, o termo não foi inicialmente aceito, tendo sido propostos vários termos alternativos para anticorpo; incluindo Immunkörper, Amboceptor, Zwischenkörper, substance sensibilisatrice, copula, Desmon, philocytase, fixateur e Immunisin. A palavra anticorpo teria uma analogia formal com a palavra antitoxina e um conceito idêntico para Immunkörper (em português: corpo imune). Como tal, a construção original da palavra contém um defeito lógico; antitoxina sugere algo que se opõe a uma toxina, enquanto que anticorpo sugere um corpo que se opõe a algo.

Em 1890 foi quando se começou o estudo dos anticorpos, quando o fisiologista alemão Emil Adolf von Behring (1854-1917) e o bactereologista japonês Shibasaburo Kitasato (1852-1931), descreveram em 1890, pela primeira vez, as actividades dos anticorpos contra as toxinas da difteria e do tétano. Behring e Kitasato propuseram a teoria da imunidade humoral, que estabelecia a existência dum mediador no soro sanguíneo que poderia reagir com um antígeno estranho, dando-lhe o nome de anticorpo. A sua ideia fez com que, em 1897, Paul Ehrlich propusesse a teoria da cadeia lateral sobre a interação entre o antígeno e anticorpo e elaborasse a hipótese de que existiam receptores (descritos como "cadeias laterais") na superfície das células que se poderiam unir especificamente a toxinas — numa interação de tipo chave-fechadura e que esta reação de acoplamento seria o disparo para a produção de anticorpos.

Em 1904, seguindo a ideia de outros investigadores de que os anticorpos se encontravam livres no sangue, Almroth Wright sugeriu que os anticorpos solúveis recobriam as bactérias para assinalá-las para a sua fagocitose e destruição num processo denominado opsonização.

Na década de 1920, o imunologista americano Michael Heidelberger (1888-1991) e o médico canadense Oswald Avery (1877-1955) descobriram a natureza dos anticorpos postulados ao observar que os antígenos podiam ser precipitados por anticorpos, o que os levou à demonstração de que os anticorpos eram compostos protéicos.

Desta forma, começava uma linha de pesquisa voltada para a elucidação das propriedades bioquímicas da interação antígeno-anticorpo, como a análise detalhada da ligação de um antígeno com o seu anticorpo, realizada pelo médico americano John Marrack (1886–1976) em finais da década de 1930. Logo depois, na década de 1940, deu-se o principal avanço, quando Linus Pauling confirmou a teoria da chave-fechadura proposta por Ehrlich mostrando que as interações entre anticorpos e antígenos dependiam mais da sua forma do que da sua composição química. Em 1948, Astrid Fagreaus descobriu que os linfócitos B transformados em células plasmáticas eram responsáveis pela produção de anticorpos.

Os trabalhos de investigação que se seguiram concentraram-se na caracterização da estrutura molecular dos anticorpos: No começo da década de 1960 produziu-se o principal avanço neste sentido, com a descoberta por Gerald M. Edelman e Joseph Gally da cadeia leve e a compreensão de que esta era idêntica à proteína de Bence Jones descrita em 1845 por Henry Bence Jones. Edelman continuou com a descoberta de que os anticorpos estavam compostos por cadeias leves e pesadas unidas por ligações dissulfeto. Na mesma época, Rodney Porter caracterizou as regiões de ligação do antígeno no anticorpo (Fab ou F antigen-binding) e a cola do anticorpo (Fc) no tipo IgG. Conjuntamente, estes cientistas deduziram a estrutura e a sequência completa de aminoácidos da IgG, pelo qual receberam ex aequo o Prémio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1972.

Apesar de a maioria destes primeiros estudos se centrarem nas IgM e IgG, identificaram-se também outros isótipos de imunoglobulinas na década de 1960: Thomas Tomasi descobriu os anticorpos secretados (IgA) e David S. Rowe e John L. Fahey identificaram a IgD, a IgE foi identificada por Kikishige Ishizaka e Teruki Ishizaka como uma classe de anticorpos envolvidos nas reacções alérgicas. Em 1975 César Milstein e Georges J.F. Köhler idealizaram o método para a produção de anticorpos monoclonais. Em 1976, os estudos genéticos revelaram a base da vasta diversidade dos anticorpos quando Susumu Tonegawa identificou a recombinação somática dos genes de imunoglobulina.

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