terça-feira, 11 de maio de 2021

A Origem do Nome do Vaticano


A Origem do Nome do Vaticano...


VATIKA- A Deusa Etrusca do submundo.

Primeiramente, vamos aos fatos que são ocultados das massas: 

A região onde hoje se localiza o Vaticano era, antigamente, uma necrópole (cidade-cemitério) edificada nas colinas de fora de Roma, especificamente para que não fosse preciso enterrar os mortos dentro da própria cidade.

O nome Vaticano está diretamente relacionado a Vatika, deusa etrusca do submundo; culturalmente falando, Vatika era a "guardiã do submundo". 


E aí? poderia ser coisa boa?

VATICANO = VÁTIKA deusa consorte de satanás.

 O Vaticano é o lugar mais alto da Itália (La cittá de la sette colli = A cidade das sete colinas) e por isso foi escolhido para sacrificar pessoas e animais, o Vaticano foi construído em cima de um grande cemitério local em que realizavam rituais satânicos e sacrificavam centenas de pessoas ao mesmo tempo. 

O apóstolo Pedro foi sacrificado no vaticano e está sepultado lá, segundo a igreja Católica, então, como aquilo lá é a cadeira de São Pedro?!

Bafomet - Deus da Maçonaria

 Lá é a sepultura dele e ainda hoje são realizadas missas negras nos subterrâneos.

Discovery Channel mostra isso é só procurar na tv a cabo ou no YouTube mesmo.

Do italiano "estato della città del vaticano", o Vaticano é um estado, um país, e também é a sede da igreja católica no mundo.

É o menor país do mundo, com cerca de “1000 habitantes” e é, por essência, o estado mais rico do planeta, “ficando atrás” apenas dos Estados Unidos.

 Segundo os comentários, é o estado que financia nações em diversos setores, desde o setor bélico ao universo político

Põe e destrona reis e presidentes. Exerce poderosa influência nos assuntos decisivos de impacto global.

Nunca se perguntaram o porque tem um obelisco enorme em um lugar que se diz "cristão", sendo que o obelisco é uma referência a baal, especificamente ao orgão sexual do deus pagão baal?

Ou o porque os padres usarem uma vestimenta idêntica as dos sacerdotes de Dagon do passado?

 Mesmo povo que atraiu a ira do Criador várias vezes por praticarem abominações e perversões?

Foi contra eles que Sansão lutou no passado, dentre outros profetas e reis levantados pelo Criador.

Seu papa é um rei, o mais poderoso “da terra”. 

A igreja católica é hoje a religião mais rica do globo e é a dona de 1/3 da riqueza do comercio mundial.

Mas, qual é a origem do nome “Vaticano”?

Esse nome não tem origem nem no latim, nem no grego, e também não tem nada a ver com a bíblia.

Na verdade, ele remonta aos tempos pré-cristãos e está associado com a deusa Etrusca Vatika, do submundo.

É um nome de origem pagã e tem a ver com os ancestrais que deram origem à potencia mundial romana.

O povo Etrusco, como era chamado, era um povo que habitava a região da Itália Central que governou a região do Mediterrâneo antes da ascensão de Roma há 3000 mil anos.

Diz a lenda que Roma foi fundada por Rômulo e Remo há 28 séculos. No entanto, Roma só se tornou uma potência mundial por volta do ano 150 AC.

Os Etruscos acreditavam na vida após a morte e eram conhecidos por não enterrarem seus mortos dentro dos limites das suas muralhas.

Ao invés disso, eles construíram um grande cemitério fora da cidade em uma colina de encosta onde mais tarde se tornaria a cidade de Roma.

A deusa Vatika, por vezes soletrado ‘Vatica’, era a guardiã daquela necrópole e tinha como dever “manter um olho de observação sobre aqueles que tinham falecido”.

Ela era a deusa do submundo.

Assim sendo, o Vaticano foi construído em cima deste grande cemitério.

Porém, alguns acreditam que o nome tem sua origem em uma espécie de uva amarga que era usada por camponeses na produção de vinhos de baixa qualidade, acredito que seja a junção de todos esses fatores pois isso explica o porque em Apocalipse 17 está escrito:

Um dos sete anjos que tinham as sete taças se aproximou de mim e me disse:

1—Venha! Eu vou lhe mostrar como a grande prostituta que está sentada junto a muitos rios vai ser castigada. 

2 Os reis da terra cometeram adultérios com ela e os habitantes da terra embriagaram-se com o vinho do seu adultério.

O"vinho" se refere a idolatria implantada em todo o mundo por essa corporação religiosa, e a "prostituta" se refere a própria corporação, já que a igreja pura é chamada de mulher, e a impura de meretriz em várias passagens nas escrituras.

Essas uvas e outras ervas daninhas que cresciam na encosta da colina tinha sabor amargo e provocava efeitos alucinógenos que, ao ser traduzido para o latim, tinha sinônimo de “visão profética”.

A palavra latina Vaticnor significa “profetizar, predizer”, do vatis “poeta, professor, oráculo”.

Já outros atribuem a origem do nome a uma cidade Etrusca desaparecida que se chamava Vaticum.

Alguns séculos depois, o palácio papal foi construído e foi assim que o Vaticano, palavra de origem etrusco e que pertencia a uma deusa pagã, dá um nome ao coração da igreja.

Porém, para além desses crimes, a obscuridade também se manifesta, pelo menos aparentemente, na decoração da Santa Sé, no Vaticano. Nela, na Sala Paulo VI, o trono luxuoso utilizado pelo sumo sacerdote é uma estrutura de bronze que muitos associam ao satanismo.

Essa construção, finalizada em 1971, representa a ressurreição de Cristo como um homem que nasce do caos. Seu criador, o escultor italiano Pericle Fazzini, afirmou que a obra chamada “Resurezzione” simboliza Cristo emergindo de uma cratera produzida “por uma bomba nuclear; uma explosão atroz, um vórtice de violência e energia”.

Tanto conspiradores quanto o público em geral que observaram a peça relacionam a imagem a um altar satânico. A estrutura macabra causou muita agitação entre os que a contemplavam, e alguns chegaram a afirmar até que ela seria uma nova prova de que, na verdade, a Igreja é uma organização do mal.

Paulo VI e a sala no Vaticano com formato de cabeça de serpente

A Besta do Apocalipse, ou simplesmente Besta, é uma figura do livro do Apocalipse de João, ... Nesse sentido, as sete cabeças da besta seriam as sete colinas da Roma Antiga, sob os quais a cidade do Vaticano está fundada. ... a segunda destruição de Jerusalém em referência a desolação da Prostituta pelos dez chifres, e levando em conta 

Apocalipse 13:6

"E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu".

Bispos & Papa Adorando Lúcifer

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domingo, 2 de maio de 2021

Um Povo Unido Jamais Será Vencido

 

MOVIMENTO DE REPÚDIO AO NOVO NORMAL!

O uso obrigatório de máscara é um experimento social de controle de massa. Tem o intuito de espalhar o medo. Não impede contaminação do vírus, é só você perguntar pra qualquer pessoa que foi infectado por essa doença se ela usou máscara, verás que quase a totalidade responderá que sim comprovando sua ineficácia. A máscara dificulta a respiração, consequentemente enfraquece nosso sistema respiratório que é o alvo principal do COVID-19.

O uso desse artefato tem como objetivo principal espalhar o medo porque a mensagem mental que recebemos vendo todos usando essa focinheira é: - Estou morrendo de medo da morte, esquecendo de viver e aceito qualquer comando do Governo pra me "salvar".

"Um Povo Unido Jamais Será Vencido"

O significado deste slogan encontra-se num tempo revolucionário. Quando subitamente meio século de ditadura desapareceu com um golpe militar e a liberdade passou a ser a realidade de um povo inteiro. Seis dias depois do 25 de Abril, o Dia do Trabalho voltou a ser o Dia do Trabalhador, o primeiro 1.º de Maio em democracia, festejado em absoluta euforia nas ruas com os dedos em V de vitória e muitas palavras de ordem. Como esta, símbolo de velhas e novas lutas: o Povo Unido Jamais Será Vencido!

O povo saiu à rua para inaugurar um tempo novo. Após a repressão da ditadura exercida durante 48 anos, os portugueses experimentavam a Liberdade numa celebração coletiva, contagiante e irrepetível. As manifestações do Dia do Trabalhador que ocorreram em Lisboa e no Porto em 1974 impressionaram na dimensão, no exemplo de civismo e na genuína alegria partilhada entre todos, conhecidos e desconhecidos. Com dedos em V de vitória, a comungar o mesmo sentimento.

Nos desfiles e comícios havia bandeiras nacionais e flores, estandartes de partidos e sindicatos, cartazes populares e milhares de vozes unidas na banda sonora da revolução. Ao mesmo tempo que cantarolavam a Grândola de Zeca Afonso e outras canções proibidas pela censura, gritavam palavras de ordem contra o fascismo e em defesa dos valores da democracia.

Um dos símbolos que ficou desse Abril transformador é este slogan – O Povo Unido Jamais Será Vencido – que continua a ecoar como cântico de liberdade nas manifestações de trabalhadores por cá e por todo o mundo. Memória viva da revolução portuguesa, foi importado de outra luta popular, ocorrida no Chile, em 1973, depois do golpe de Estado liderado por Augusto Pinochet que derrubou o presidente Salvador Allende. A história está contada nesta reportagem por Luís Farinha, diretor do Museu do Aljube.

O povo ao invés de ficar discutindo nas redes sociais, defendendo partidos políticos ou ideologias de Direita ou Esquerda, deveria se unir para cobrar no "Grito" os seus direitos. Infelizmente o povo brasileiro vem sendo preparado a décadas para aceitar tudo sem reclamar, as transformações no povo brasileiro foram tantas, em homens, mulheres e crianças. Mudanças de comportamento, mudanças de hábito, ou seja o povo sofreu uma enorme lavagem cerebral, tanto foram as mudanças que não existem mais homens com coragem o bastante para enfrentar uma guerra, se houvesse, o povo brasileiro de hoje aceita ser "gado" e seguir rumo ao frigorifico sem reclamar. 

Veja que é simplesmente uma ferramenta de controle!

Exerça seu direito de questionar e pensar com sua própria cabeça. 

#AcordaBrasil 🧪💊🧬


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sábado, 24 de abril de 2021

Homenagem Ao Dia Do Trabalhador 01 De Maio

 

Jamais permita que alguém desdenhe da sua dedicação, abdicação e perseverança. 
Lembre-se das inúmeras batalhas que enfrentou e venceu, algumas, inclusive, em prol de quem hoje lhe dá as costas, sem ao menos reconhecer a grandeza das tuas atitudes e vitórias. Não se deixe intimidar.

Muitos atritos poderiam ser evitados se não fosse a presença do egoísmo. Mas essa característica infelizmente compõe a personalidade de algumas pessoas com pouca ou quase nenhuma chance de mudar.

O egoísmo passa despercebido em relações superficiais mas é facilmente sentido em relações íntimas sejam elas amorosa, de amizade ou familiar. Não importa o ambiente, o egoísta está sempre se priorizando, se achando merecedor de benefícios e se considerando mais importante que os demais. O medidor que ele usa para si não é o mesmo que ele usa para os outros. Ou seja: dois pesos, duas medidas. Assim funciona a lógica do egoísta. 

É importante pontuar a diferença entre egocentrismo, individualismo e egoísmo.
 
Egocentrismo é o comportamento de alguém incapaz de descentrar-se. São pessoas arrogantes que se consideram referência da verdade e da perfeição, tornando-se ineptos para compreender o ponto de vista alheio, acabando escravo do seu próprio ponto de vista e convicção. 

Já o individualismo, apesar de ser uma palavra de conotação negativa, não deve ser mal interpretado, uma vez que significa competência emocional em que o indivíduo conquista um estado pessoal de autonomia e auto suficiência. A individualidade também pode ser entendida como auto completude, por isso alguém egoísta jamais será individualista, uma vez que o egoísta não dispõe de competência para gerar aquilo que necessita. É do outro que ele extrai seus benefícios. 

O egoísmo é via de mão única. No relacionamento com o egoísta não há troca, não há reciprocidade, não há mão dupla, não há retroalimentação. Os benefícios só vão, não voltam. São exímios recebedores, e péssimos doadores. 

Sua incapacidade em ser equânime deriva de um ponto cego que faz com que eles considerem mais importantes as suas necessidades independentemente da gravidade da situação. É como se uma unha quebrada dele merecesse mais atenção do que o braço quebrado do outro. O curioso é que, quando repreendidos, se ofendem com facilidade e não admitem serem chamados de egoístas. Ao contrário, se defendem, ora se vitimizando através da culpa, da chantagem, da raiva, ora se justificando, mas jamais enxergando o próprio comportamento. 

O egoísta trás consigo a essência do amor objetal, enquanto há favorecimento há vínculo, mas quando acaba os ganhos, acaba a conexão. São motivados por interesse e cortar a mordomia deles não significa que haverá uma mudança, ao invés disso eles preferem buscar uma nova relação para nutrir sua incompletude. Nessa hora vem a dúvida: os egoístas são capazes de amar? Sim, são. Um amor ao molde de sua personalidade – recebendo sem dar nada em troca. 

Esperar que o egoísta faça um exame de consciência, se arrependa e passe a ser uma pessoa equitativa, prestativa, grata e comprometida com o sentimento do outro na alegria e na tristeza, não deixa de ser uma imaturidade emocional. 

É um equívoco esperar que o egoísta “acorde” pelo simples fato de ele não está dormindo. É preciso entender que acordados eles já estão, porém são deficientes emocionais incapazes de devolverem o que recebem.

terça-feira, 20 de abril de 2021

DIA DE TIRADENTES - MITOS E VERDADES

 


Joaquim José da Silva Xavier, conhecido na história como Tiradentes, foi enforcado e esquartejado no dia 21 de abril de 1792. Em 1965, foi proclamado Patrono Cívico da Nação Brasileira pela Lei 4.867 e é a única pessoa do país homenageada com um feriado na data de sua morte. Do século 18 para cá, muitas histórias se construíram ao redor da figura do mártir e da Inconfidência Mineira, revolta colonial da qual participou.

Mas o que é mentira e o que é verdade na história desse personagem histórico? Elencamos dez afirmações recorrentes quando se fala desse momento do Brasil. Apenas uma é real. Veja se você consegue descobrir:

1) Os inconfidentes lutaram pela Independência do Brasil;

2) O grande motivo da Inconfidência Mineira foi a cobrança de impostos sobre o ouro retirado das minas;

3) A Inconfidência Mineira foi o movimento separatista mais importante do Brasil;

4) Conhecemos Joaquim José da Silva Xavier como Tiradentes por que ele tinha o título de dentista;

5) Era líder do movimento;

6) Jogaram sal no chão do terreno de sua casa para que nada mais crescesse;

7) Ele se entregou para salvar os outros inconfidentes;

8) O famoso quadro Tiradentes esquartejado foi pintado por Pedro Américo, que presenciou a morte do mártir;

9) O sumiço da cabeça de Tiradentes não passa de uma lenda;

10) O corpo do mártir está enterrado no município mineiro de Tiradentes.

Pronto? Então vamos às respostas:

1) Os inconfidentes lutaram pela Independência do Brasil

Na verdade, não. Quando a Inconfidência Mineira ocorreu, no século 18, ainda não havia a mesma consciência de Brasil como nação que temos hoje. Logo, eles não buscavam libertar todos os estados brasileiros do domínio da Coroa Portuguesa. O movimento tinha motivações específicas da região das minas, e atingia no máximo os estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

2) O grande motivo da Inconfidência Mineira foi a cobrança de impostos sobre o ouro retirado das minas

“Não se pode dizer que a cobrança de impostos foi o único motivo, isso é reducionismo. Havia um arrocho tributário, sim, e a cobrança de impostos foi usada para exaltar os ânimos da população contra o governo. Mas não foi a causa do movimento”, explica o professor Luiz Carlos Villalta, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ainda segundo ele, o que fez as pessoas se reunirem enquanto grupo e se voltarem contra a coroa foi o fato de terem sido prejudicados política e financeiramente por uma série de motivos. Alguns deles perderam cargos políticos e a possibilidade de praticarem negócios legais e ilegais que poderiam enriquecê-los. “Tiradentes, por exemplo, que era militar, não foi promovido a Comandante do destacamento da Serra da Mantiqueira”. Era por essa serra que o ouro de Minas Gerais chegava até São Paulo. Logo, sendo comandante militar da região, ele poderia contrabandear algum ouro em benefício próprio.

3) A Inconfidência Mineira foi o movimento separatista mais importante do Brasil

Não é bem assim. A Inconfidência teve um impacto muito importante para a história do país, mas muitas outras revoltas coloniais, até mais bem sucedidas, ocorreram. A Revolução Pernambucana de 1817, por exemplo, conseguiu instituir um governo republicano, liberdade religiosa e de imprensa, soberania popular e abolição da escravatura lenta e gradual. Esse governo foi mantido por quase dois meses, mas foi violentamente reprimido pelo governo português. O movimento mineiro nunca passou de uma conspiração, mas por que então ganhou tanto destaque? “A Revolução Pernambucana ocorreu no Nordeste do país. Já a Inconfidência foi um movimento da elite branca de uma região que detinha grande poder econômico e sempre foi mais valorizada do que as outras”, explica Juliano Custódio Sobrinho, professor de História da Uninove.

4) Conhecemos Joaquim José da Silva Xavier como Tiradentes por que ele era dentista

Ele “cuidava” de dentes, mas não possuía o título de dentista, até mesmo porque só há registros da palavra dentista para designar uma categoria profissional a partir de 1800, data posterior a sua morte. No século 17, os médicos se recusavam a mexer nos dentes das pessoas e quem “cuidava” dessa parte do corpo eram os barbeiros. Mas o trabalho consistia em apenas extrair o dente, de forma bastante rudimentar e dolorosa. Foi a partir de 1631 que a Coroa Portuguesa passou a multar quem exercesse essa prática sem licença. Nesse contexto, surgiram os tira-dentes. E, ao contrário da maioria dos demais, Tiradentes não só extraía dentes como também os fabricava, com ossos de animais, e os implantava.

5) Era líder do movimento

Essa é uma afirmação bastante equivocada. Apesar de ter tido um papel muito importante, nunca foi líder. “Foi ele quem levou as discussões que ocorriam em reuniões privadas para um ambiente mais público, como sítios, prostíbulos, tavernas. E como ele não era uma pessoa tão bem relacionando quanto os outros inconfidentes, era o de classe mais baixa entre eles e não pertencia ao grupo de letrados, foi usado como bode expiatório”, explica Luiz Carlos Villalta, professor do departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais .